Premiado musical As Cangaceiras reestreia no Teatro TUCA, de 21 de janeiro a 20 de fevereiro.

Com texto e letras de Newton Moreno, direção de Sergio Módena e direção musical de Fernanda Maia, espetáculo é livremente inspirado em depoimentos de mulheres envolvidas no Cangaço e exalta a força feminina

Sucesso de crítica e público, o musical original As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão ganha uma nova temporada no Teatro TUCA, entre 21 de janeiro a 20 de fevereiro de 2022. O espetáculo tem texto e letras de Newton Moreno, direção de Sergio Módena, direção musical de Fernanda Maia e elenco formado por Amanda Acosta, Marco França, Vera Zimmermann, Luciana Ramanzini, Luciana Lyra, Rebeca Jamir, Jessé Scarpellini, Marcello Boffat, Milton Filho, Pedro Arrais, Nábia Villela, Carol Bezerra e Eduardo Leão.

As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão estreou em 2019 no Teatro do SESI e é uma fábula inspirada nas mulheres que seguiam os bandos nordestinos atuantes contra a desigualdade social da região. A trama narra a história de um grupo de mulheres que se rebelam contra mecanismos de opressão encontrados dentro do próprio Cangaço, e encontram, umas nas outras, a força para seguir. Além de reflexões sobre o conceito de justiça social que o Cangaço representava, o espetáculo também reflete sobre as forças do feminino nesse espaço de libertação e sobre a ideia de cidadania e heroísmo.

Foto: Adriano Dória

Um pouco sobre a encenação

As canções originais foram compostas por Fernanda Maia (música) e Newton Moreno (letras), inspirados em ritmos da cultura nordestina. “Nas canções usei várias referências da música nordestina e tive uma abordagem afetiva desse material, por ser filha de paraibano e por ter morado no Nordeste enquanto fazia faculdade de música. Nessa época, pude entrar mais em contato com a cultura do Nordeste, que é de uma riqueza ímpar, cheia de personalidade, identidade, poesia e, ao mesmo tempo, muito paradoxal. Esse trabalho foi a união das vozes de todos. Não há como receber um texto de Newton Moreno nas mãos e não se encantar com o universo que existe ali”, conta Fernanda Maia.

Além dos atores cantarem em cena, o espetáculo traz cinco músicos para completar a parte musical (baixo, violão, guitarra, violoncelo e acordeão). Texto e música se misturam, palavra e canto se complementam, como se tudo fosse uma única linha dramatúrgica. “Optamos por uma narrativa que realmente seja uma continuação da cena e não um momento musical que pare para celebrar, ou para criar umas aspas dentro da história. Isso só é possível com canções compostas para o espetáculo. Buscamos um DNA totalmente brasileiro para a peça, tanto na embocadura, na fala, na construção do texto, como na interpretação dos atores. Não tem um modelo importado, não tem uma misancene importada, é uma investigação a partir de códigos que pertencem a uma estética do nosso país e do teatro brasileiro”, comenta o diretor Sergio Módena.

Como tudo começou

O produtor Rodrigo Velloni, o diretor Sergio Módena e o dramaturgo Newton Moreno queriam fazer uma parceria no teatro há tempos. Em 2018, o produtor Rodrigo Velloni sugeriu que colocassem um projeto no edital do Sesi-SP, juntos decidiram falar do feminino dentro do Cangaço. Assim nasceu As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão: um musical brasileiro inédito autoral.

Tanto a questão do protagonismo feminino como a questão da cultura e da história do Nordeste sempre foram muito presentes na dramaturgia e no teatro feitos por Newton Moreno. “Eu achei que falar sobre as Cangaceiras unia essas duas fontes. Uma escuta sensível a várias vozes femininas, quebrando o silêncio e falando sobre tantas violências, isso me fez pensar sobre os espaços onde não imaginamos que existam lutas silenciosas ou que não são mostradas. Simultaneamente, acessamos documentários, materiais de internet, notícias de jornal e o livro “Maria Bonita: Sexo, Violência e Mulheres no Cangaço”, da Adriana Negreiros, que discute a trajetória de Maria Bonita, falando que, apesar de o Cangaço ser um espaço de liberdade para algumas mulheres, era também um lugar violento. O cangaço reproduzia alguns mecanismos de violência do Sertão – abusos, estupros, desmandos. Enfim, ficou relativizado esse lugar de liberdade. Então, o Cangaço acabou virando um trampolim, uma janela, para falarmos sobre a situação de hoje. Por isso, fizemos a opção de não contar – elas são inspiração, mas não contamos a biografia de nenhuma dessas mulheres. Não há registro histórico de um bando dessa natureza. Mas, e se houvesse?”, explica Newton.

Foto: Adriano Dória

Um pouco da trama

Uma das grandes características dessa dramaturgia é seu caráter fabular e não de uma reprodução histórica e factual do que foi o Cangaço e o próprio Nordeste brasileiro da época.

O enredo começa quando Serena (personagem de Amanda Acosta) descobre que seu filho, que ela acreditava ter sido morto a mando do marido, Taturano (personagem de Marco França), está vivo. Ela, então, larga seu grupo do Cangaço, chefiado por Taturano, para partir em busca de seu bebê. Neste momento ela não tem a dimensão de que sua luta para encontrar o filho se tornará uma luta coletiva, maior que seu problema pessoal. Outras mulheres que formavam o bando se engajam nessa batalha, além de futuras companheiras que cruzam seu caminho.

Segundo a atriz Amanda Acosta, a peça  “é o grito de libertação que estas mulheres não puderam dar, mas que darão agora através desta obra escrita pelo nosso grande dramaturgo Newton Moreno. Grito que fala sobre coragem, amor, empatia, união, insurreição e liberdade”.

“A partir do momento que essa dramaturgia traz um bando de mulheres, que é algo que nunca ocorreu, temos uma liberdade para abrir várias janelas de reflexão, inclusive, fazendo um paralelo com o que estamos vivendo hoje. É uma reflexão sobre o sistema de opressão, no caso a mulher, mas você pode estender para qualquer camada social que está ali sendo historicamente oprimida”, completa o diretor.

Foto: Adriano Dória

FICHA TÉCNICA

Apresenta: Atlas Schindler. Patrocínio: Magnus e Lukscolor. Apoio: Autoluks, Arte e Atitude, Tuca, PUC, Competition e EPA química.  Uma produção original do Sesi-SP, encenado em 2019, no Teatro do Sesi-SP, Centro Cultural Fiesp. Co-produção: Calla Produções Artísticas. Realização: Velloni Produções Artísticas. Promoção: Nova Brasil FM.

Elenco: Amanda Acosta, Marco França, Vera Zimmermann, Luciana Ramanzini, Luciana Lyra, Rebeca Jamir, Jessé Scarpellini, Marcello Boffat, Milton Filho, Pedro Arrais, Nábia Villela, Carol Bezerra e Eduardo Leão. Músicos: Pedro Macedo (contrabaixo), Clara Bastos (contrabaixo), Daniel  Warschauer (acordeon), Dicinho Areias (acordeon), Carlos Augusto (violão), Abner Paul (bateria), Pedro Henning (bateria), Felipe Parisi (violoncelo), Samuel Lopes (violoncelo),  | Dramaturgia: Newton Moreno | Direção: Sergio Módena | Produção: Rodrigo Velloni | Direção Musical: Fernanda Maia | Canções Originais: Fernanda Maia e Newton Moreno | Coreografia: Erica Rodrigues | Figurino: Fabio Namatame | Cenário: Marcio Medina | Iluminação: Domingos Quintiliano | Assistente de Dramaturgia: Almir Martines | Diretor Assistente: Lurryan Nascimento | Pianista Ensaiador e Assistente de Direção Musical: Rafa Miranda | Designer Gráfico e Ilustrações: Ricardo Cammarota | Fotografia: Priscila Prade | Produção Executiva: Swan Prado | Assistente de Produção: Adriana Souza e Bruno Gonçalves | Gestão Financeira: Vanessa Velloni | Administração: Velloni Produções Artísticas | Assessoria de imprensa: Pombo Correio. 

Prêmios e indicações:

Vencedor do prêmio APCA 2019 de melhor dramaturgia (Newton Moreno)

10 indicações ao prêmio Bibi Ferreira 2019 (Pedro Arrais – vencedor na categoria de melhor ator) 

Indicado ao Prêmio Shell 2019, na categoria de melhor dramaturgia

8 indicações ao Prêmio Destaque Imprensa Digital 2019

2 indicações ao Prêmio Aplauso Brasil 2019

Indicado como melhor musical em 2019 pelos críticos da Folha de S. Paulo

8 indicações ao Prêmio Brasil Musical 2019

SERVIÇO

As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão

Teatro TUCA – Rua Monte Alegre, 1024, Perdizes
Temporada: de 21 de janeiro a 20 de fevereiro de 2022
Horários: sextas e sábados, às 21h, e domingos, às 19h
Ingressos: R$ 100 
Telefone Bilheteria: (11) 3670-8455
Duração: 120 minutos
Classificação: 12 anos
Capacidade: 115 lugares

“Carmen, a Grande Pequena Notável” estreia no CCBB-RJ COM TODOS OS PROTOCOLOS DE SEGURANÇA

‘Carmen, a Grande Pequena Notável’ faz temporada de 4 de fevereiro a 28 de março no CCBB RJ, seguindo todos os protocolos da segurança da OMS.

Há pouco mais de 90 anos Carmen Miranda (1909-1955) cantava pela primeira vez na rádio carioca Roquete Pinto. Portuguesa radicada no Brasil, a cantora estava prestes a se tornar um dos maiores símbolos da cultura brasileira para todo o mundo. Em comemoração a essa data, Carmen, a Grande Pequena Notável, com direção de Kleber Montanheiro, estreia dia 04 de fevereiro no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ). O espetáculo fica em cartaz até 28 de março, com apresentações quintas e sextas às 18h e sábados e domingos às 16h. O projeto tem patrocínio do Banco do Brasil.

O musical é inspirado no livro homônimo de Heloisa Seixas e Julia Romeu, que venceu o Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não Ficção em 2015. Quem dá vida à diva é a atriz Amanda Acosta.

Para contar essa história, o espetáculo adota a estrutura, a estética e as convenções do Teatro de Revista Brasileiro, no qual Carmen Miranda também se destacou. “Utilizamos a divisão em quadros, o reconhecimento imediato de tipos brasileiros e a musicalidade presente, colaborando diretamente com o texto falado, não como um apêndice musical, mas sim como dramaturgia cantada”, explica o diretor Kleber Montanheiro.

Esse tradicional gênero popular faz parte da identidade cultural brasileira, mas recentemente está em processo de desaparecimento da cena teatral por falta de conhecimento, preconceito artístico e valorização de formas americanizadas e/ou industrializadas de musicais.

A encenação tem a proposta de preservar a memória sobre a pequena notável, como a cantora era conhecida, e a época em que ela fez sucesso tanto no Brasil como nos Estados Unidos, entre os anos de 1930 e 1950. Por isso, os figurinos da protagonista são inspirados nos desenhos originais das roupas usadas por Carmen Miranda; já as vestes dos demais personagens são baseadas na moda dessas décadas.

“As interpretações dos atores obedecerão a prosódia de uma época, influenciada diretamente pelo modo de falar ‘aportuguesado’, o maneirismo de cantar proveniente do rádio, onde as emissões vocais traduzem um período e uma identidade específica”, revela Montanheiro.

A cenografia reproduz os principais ambientes propostos pelo livro. Esses espaços físicos são o porto do Rio de Janeiro, onde Carmen desembarca criança com seus pais; sua casa e as ruas da Cidade Maravilhosa; a loja de chapéus, onde Carmen trabalhou; o estúdio de rádio; os estúdios de Hollywood e as telas de cinema; e o céu, onde ela foi cantar em 5 de agosto de 1955. Cada cenário traz ao fundo uma palavra composta com as letras do nome da cantora em formatos grandes. Por exemplo, a palavra MAR aparece no porto, e MÃE, na casa dos pais da cantora.

SINOPSE

O musical conta a história da cantora Carmen Miranda, de sua chegada ao Brasil ainda criança, passando pelas rádios, suas primeiras gravações em disco, pelo cinema brasileiro e o Cassino da Urca, ao estrelato nos filmes de Hollywood. Inspirado no livro homônimo infanto-juvenil de Heloisa Seixas e Julia Romeu, o espetáculo conta e canta para toda a família os 46 anos de vida dessa pequena notável que levou a música e a cultura brasileira para os quatro cantos do mundo.

Sobre a temporada no CCBB RJ

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro funciona de quarta à segunda, das 9h às 18h. O CCBB RJ está adaptado às novas medidas de segurança sanitária: entrada apenas com agendamento on line (eventim.com.br), controle da quantidade de pessoas no prédio, fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento. No teatro a capacidade foi reduzida para 50%, com higienização completa antes de cada apresentação/sessão, além do distanciamento de 2 metros entre as poltronas.

Sobre Kleber Montanheiro – direção, cenários e figurinos

Produtor, ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador, Kleber Montanheiro trabalhou como assistente e criador de grandes mestres do teatro nacional: Gianni Ratto, Roberto Lage, Wagner Freire, Antônio Abujamra, Myriam Muniz, Naum Alves de Souza, entre outros.

Como diretor, ganhou os prêmios APCA 2008, por “Sonho de Uma Noite de Verão”; e FEMSA 2009, por “A Odisséia de Arlequino”. Como cenógrafo e figurinista, venceu os prêmios APCA e FEMSA 2012, por “A História do Incrível Peixe Orelha”. Como iluminador, recebeu o prêmio FEMSA 2013, pelo trabalho em “Crônicas de Cavaleiros e Dragões”, de Paulo Rogério Lopes.

As últimas peças dirigidas por ele foram “Alô Alô Theatro Musical Brazileiro” (2017), de sua autoria com Amanda Acosta; “Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo” (2016), de Cassio Pires, a partir da obra de Henrik Ibsen; “Os Dois Cavalheiros de Verona” (2015), de William Shakespeare; “A Lenda do Cigano e O Gigante” (2015) e “Navio Fantasma – O Holandês Voador” (2015), ambos de Paulo Rogério Lopes; e “Sobre Cartas & Desejos Infinitos” (2015), de Ana Luiza Garcia.

Sobre Heloisa Seixas – autora do livro e adaptadora teatral

A carioca Heloisa Seixas trabalhou muitos anos na imprensa do Rio de Janeiro antes de se dedicar exclusivamente à literatura. É autora de mais de 20 livros, incluindo romances, contos, crônicas e obras infanto-juvenis, além de peças de teatro. Foi quatro vezes finalista do prêmio Jabuti, com os livros “Pente de Vênus”, “A porta”, “Pérolas absolutas” e “O oitavo selo”, este último também finalista do prêmio São Paulo de Literatura e semifinalista do prêmio Oceanos.

Seu livro mais recente é o romance “Agora e na hora”, lançado em abril pela Companhia das Letras. Além dos musicais “Era no tempo do rei” e “Bilac vê estrelas”, ambos em parceria com Julia Romeu, Heloisa fez para o teatro a peça “O lugar escuro”, uma adaptação de seu livro homônimo sobre a doença de Alzheimer. Este espetáculo rendeu para a atriz Camilla Amado o Prêmio Especial APTR de 2014.

Sobre Julia Romeu – autora do livro e adaptadora teatral

Em parceria com Heloisa Seixas, Julia Romeu escreveu os musicais “Era no tempo do rei” (2010), com músicas de Aldir Blanc e Carlos Lyra; e “Bilac vê estrelas” (2015), que venceu os prêmios Bibi Ferreira de Melhor Musical Brasileiro, Shell e APTR, com canções de Nei Lopes. As duas também são autoras do livro “Carmen: A grande pequena notável”, a biografia de Carmen Miranda para crianças, vencedora do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não Ficção de 2015. Além disso, ela trabalha como tradutora literária há mais de dez anos e é mestre em Literaturas de Língua Inglesa pela UERJ.

Instagram oficial do espetáculo: https://www.instagram.com/musicaldacarmen/

FICHA TÉCNICA

CARMEN, A GRANDE PEQUENA NOTÁVEL
PATROCÍNIO: BANCO DO BRASIL
REALIZAÇÃO: CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL
DRAMATURGIA: HELOISA SEIXAS e JULIA ROMEU
DIREÇÃO: KLEBER MONTANHEIRO
DIRETORA ASSISTENTE: LARISSA MATHEUS
ELENCO: AMANDA ACOSTA – Carmen Miranda, DANIELA CURY – Mãe / Freira / Corista, GUH REZENDE – Pai / Freira / Mario Cunha / Empresário Americano, FERNANDA GABRIELA – Aurora Miranda / Secretária do Cassino / Corista, JÚLIA SANCHES – Madame Boss / Madre Maria José / Isaura / Corista, SAMUEL DE ASSIS – Criança / Josué de Barros / Dono do Cassino
DIREÇÃO MUSICAL E ARRANJOS: RICARDO SEVERO
MUSICOS: BETINHO SODRÉ, MAURICIO MAAS, MONIQUE SALUSTIANO e FERNANDO PATAU
CENÁRIO E FIGURINOS: KLEBER MONTANHEIRO
ASSISTENTE DE CENÁRIO E FIGURINOS: THAÍS BONEVILLE
PRODUÇÃO DE ÉPOCA: LUMA YOSHIOKA
CENOTÉCNICO: EVAS CARRETERO
PINTURA ARTÍSTICA DE CENOGRAFIA E FIGURINOS: VICTOR GRIZZO
VISAGISMO: ANDERSON BUENO
COREOGRAFIA e DIREÇÃO DE MOVIMENTO: KEILA FUKE
ILUMINAÇÃO: MARISA BENTIVEGNA
ADEREÇOS: MICHELE ROLANDI
COSTUREIRAS: CREUZA MEDEIROS e MARILUCE CONSTANTINA DA COSTA
DESIGN DE SOM: ANDRÉ OMOTE
FOTOS e REGISTRO EM VIDEO: LEEKYUNG KIM
PROJETO GRÁFICO: HERON MEDEIROS
ASSESSORIA DE IMPRENSA: MERCADOCOM / RIBAMAR FILHO
OPERADOR DE LUZ: MATHEUS MACEDO
OPERADOR DE SOM: KLEBER MARQUES
CAMAREIRO: JÔ NASCIMENTO
CONTRARREGRAGEM: MARCOS VALADÃO
MICROFONISTA: EDER SOUSA
PRODUÇÃO EXECUTIVA E DIRETOR DE PALCO: REGILSON FELICIANO
ACOMPANHAMENTO ARTÍSTICO: Aruana Granier, Domenica Guimarães, Eder Sousa, Franklin Almeida, Julia Walther, Laura Santini, Letícia Esposito, Lucas Martinez, Lucas Profirio, Luísa Gouvêa, Maiara Schultz, Marcos Junior Valadão, Maria Alina Corsi, Mila Fogaça, Paula Mares, Raíssa Tomasin, Rodrigo Odone, Rodrigo Santiago, Weslley Rocha
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E ADMINISTRAÇÃO: MAURÍCIO INAFRE
IDEALIZAÇÃO DO PROJETO: KLEBER MONTANHEIRO

SERVIÇO

Carmen – A Grande Pequena Notável
Centro Cultural Banco do Brasil RJ
R. Primeiro de Março, 66 – Centro – TEATRO I
Temporada: 4 de fevereiro à 28 de março, qui e sex às 18h e sáb e dom às 16h.
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) 
Classificação: livre. Recomendado para crianças a partir de 5 anos
Duração: 70 minutos
Capacidade: 75 lugares
Informações: (21) 3808-2020
Venda onlinehttps://www.eventim.com.br/event/teatro-carmen-a-grande-pequena-notavel-musical-centro-cultural-banco-do-brasil-rio-de-janeiro-13546680/

7ª edição do Prêmio Bibi Ferreira terá ingressos distribuídos gratuitamente para o público e transmissão ao vivo pela internet

Considerado o mais importante prêmio de teatro musical do Brasil, que agora também engloba produções não-musicais, terá sua cerimônia de entrega no próximo dia 24 de setembro, no Teatro Renault (SP).

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Musical original “As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão” realiza temporada gratuita no Teatro do Sesi-SP

Inspirado em depoimentos de mulheres envolvidas no Cangaço, musical “As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão” exalta a força feminina.
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Projeto M.O.T.I.M. reestreia “Lugar de Escuta” no dia 5 de fevereiro

Musical retorna ao Teatro do Núcleo Experimental, em sessões às terças e quartas, às 21h, até o dia 27 de março.

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Confira os vencedores do Prêmio Reverência 2018

“Elza” e “Romeu e Julieta ao som de Marisa Monte” foram os maiores vencedores da noite. Continue Lendo “Confira os vencedores do Prêmio Reverência 2018”

Confira os vencedores do Prêmio Bibi Ferreira 2018

Na noite de hoje, 25, foi realizada a cerimônia de entrega dos Prêmios Bibi Ferreira, que premia os melhores da temporada 2017/2018.

Comandada por Alessandra Maestrini e Miguel Falabella, a premiação, realizada no Teatro Renault, consagrou “Cantando na Chuva” como o maior vencedor da noite, com seis prêmios, incluindo Melhor Direção, Melhor Atriz Coadjuvante para Cláudia Raia e Melhor Musical.

Amanda Acosta, por seu trabalho como Bibi Ferreira em “Bibi – Uma Vida em Musical“, recebeu o prêmio de Melhor Atriz, enquanto o prêmio de Melhor Ator foi para Adrén Alves, por “O Auto do Reino do Sol – Suassuna“, que também foi consagrado o Melhor Musical Brasileiro.

A Pequena Sereia“, produção da IMM e EGG Entretenimento também foi consagrado como o Melhor Musical da temporada, de acordo com o voto popular.

A noite encerrou com uma versão brasileira de “This is Me”, do filme “O Rei do Show“, cantada por Letícia Soares, Andrezza Massei, Alessandra Maestrini e Miguel Falabella.

Confira os vencedores!

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“Bibi, Uma Vida em Musical” ganha data de estreia em São Paulo

Após realizar temporada no Teatro Oi Casa Grande no Rio de Janeiro, a produção do musical “Bibi, Uma Vida em Musical” revelou que o musical estreará na capital paulista no dia 04 de maio, no Teatro Bradesco. O musical é uma homenagem aos 77 anos de carreira de Bibi Ferreira, a grande dama dos dos musicais brasileiros. A temporada vai até o dia 1º de julho.
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Amanda Acosta será Bibi Ferreira no musical sobre a vida da atriz e cantora

Primeiro nome confirmado no musical em homenagem a Bibi Ferreira é divulgado.

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25 Musicais que devem estrear no Brasil na temporada 2017-2018!

Veja quais são os musicais que podem estar chegando aos palcos brasileiros nos próximos meses.

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“Roque Santeiro” tem temporada estendida com novidades no elenco!

Roque Santeiro, de Dias Gomes, prorroga temporada no Teatro FAAP até dia 30 de julho com novidades no elenco

A partir de 19 de maio as atrizes Amanda Acosta e Patrícia Gasppar entram no elenco como Mocinha e Dona Pombinha. Espetáculo tem direção musical de Zeca Baleiro e direção geral de Debora Dubois

© Joao Caldas Fº
Foto: João Caldas Fº

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Alô Alô Theatro Musical Brazileiro

TEMPORADA PRORROGADA

O show Alô Alô Theatro Musical Brazileiro é uma “breve e ligeira” homenagem ao teatro musical do nosso país! A nossa viagem começa em 1890, e segue até 2016. Através das treze músicas interpretadas pela atriz e cantora Amanda Acosta (dentre elas “Linda Flor”, “Na Batucada da Vida”, “Zambi no Açoite, “Basta Um Dia”…) e de breves relatos, que vieram de um estudo da nossa história, década a década somos transportados no tempo. Situações de bastidores, grandes dramaturgos, compositores, cantores e atores são retratados em cena, divertindo, emocionando e fazendo com que a plateia saboreie um pouco do Teatro Musical Brasileiro que chegou a levar multidões à praça Tiradentes e aos grandes teatros do Brasil. Continue Lendo “Alô Alô Theatro Musical Brazileiro”