Destaque

4º Mundo dos Musicais Convida: Nautopia

Já pensou em assistir um musical autoral, com um elenco de grandes estrelas dos musicais, no teatro mais moderno e tecnológico de São Paulo, cercado de fãs de musicais, participar de um episódio de um podcast e ainda curtir uma programação especial com o elenco?

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Musical “Grease” estreia dia 17/jun com ingressos para primeira semana esgotados

Musical de sucesso criado em 1971, nos EUA, ganhou reconhecimento mundial em 1978 com o filme estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John.

Foto: Victor Miranda

Musical de sucesso criado em 1971, nos EUA, ganhou reconhecimento mundial em 1978 com o filme estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John. A obra agora ganha versão nacional com a adaptação da montagem original e que promete encantar fãs de todas as idades.

Para a primeira adaptação oficial brasileira de Grease – o musicalRicardo Marques (responsável pelas montagens oficiais tanto em São Paulo quanto em Londres) prepara um show recheado de hits eternizados no filme e algumas composições inéditas. Por aqui, a montagem ganha versão com músicas em português e, ao final da apresentação, o elenco voltará ao palco para uma grande festa em que cantará as principais canções nas versões originais em inglês.

A estreia está marcada para o dia 17 de junho e os fãs já podem garantir seus lugares pelo site https://bileto.sympla.com.br/event/72604/d/134417 e bilheteria do Teatro Claro SP. Os ingressos custam a partir de R$50 (meia-entrada). 

Grease – o musical é uma realização da 4Act Entretenimento, produtora conhecida por produções como Ghost – o musicalA Era do Rock e Castelo Rá-Tim-Bum – o musical. Confira elenco e toda a ficha técnica abaixo: 

Elenco

Danny: Robson Lima

Sandy: Luli

Rizzo: Gabi Camisotti

Kenickie: Nathan Leitão

Frenchy: Dalia Halegua

Marty: Carol Pita

Jan: Daiana Ribeiro

Sonny: Júlio Oliveira

Doody: Eduardo Melo

Roger: Rafael Miranda

Patty: Julia Pronio

Cha Cha: Mariana Fernandes

Eugene: Celso Till

Johnny Casino: Guilherme Lopez

Vince Fontaine / Officer Maiale: Ruy Brissac

Teen Angel: Nick Vila Maior

Miss Lynch: Giovana Zotti

Ensemble: Aline Ramos, Gabriela Melo, Diego Lemos e Vinicius Cosant

Swing: Giulia Propheta e Tahyff Nistaldo

Equipe Criativa

Diretor: Ricardo Marques

Assistente de Direção e Diretor Residente: Igor Pushinov

Diretor Musical: Paulo Nogueira

Coreografo: Elcio Bonazzi

Assistente de Coreografia e Coreógrafa Residente: Victoria Ariante

Cenógrafo: J. C. Serroni

Figurinista: Márcio Vinícius

Visagista: Antonio Vanfill

Desenho de Som: Tocko Michelazzo

Desenho de Luz: Rogério Cândido

Versionistas: Silvano Vieira e Sofia Bragança

Produtor de Objetos: Clau Carmo

Comunicação

Fotógrafo: Caio Gallucci

Assessoria de Imprensa: Guilherme Oliveira – Agência TAGA

Design Gráfico: AR Propaganda

Produtor de Conteúdo: Mare Martin

Equipe de Stage

Production Stage Manager (PSM): Esteban Grossy

Stage Manager: Tatah Cerquinho

Stage Manager: Rafael Vasconcelos

Equipe de Produção

Produtor Geral: Ricardo Marques

Gerente de Produção: Bia Izar

Assistente de Produção: Clayton Epfani

Produtora Administrativa: Juliana Lorensseto

Orquestra

Maestro / Pianista1: Paulo Nogueira

Pianista 2: A confirmar

Reed: Chiquinho de Almeida

Trombonista: Douglas Freitas

Trompetista: Bruno Belasco

Baterista: Douglas Andrade

Baixista: Mauro Domenech

Guitarrista: Thiago Lima

Pianista (ensaio): Fausto Ito / Marisa Gurgel

Sinopse:

Na Califórnia de 1959, a popular Sandy e o metido Danny se apaixonam e aproveitam um verão inesquecível na praia. Quando voltam às aulas, eles descobrem que frequentam a mesma escola. Danny lidera a gangue do Burguer Palace Boys, um grupo que gosta de jaquetas de couro e muito gel no cabelo, e Sandy passa tempo com as Pink Ladies, lideradas pela firme e sarcástica Rizzo. Quando os dois se reúnem, Sandy percebe que Danny não é o mesmo por quem se apaixonou e, por isso, ambos precisam mudar caso queiram ficar juntos.

RICARDO MARQUES, PRODUTOR BRASILEIRO À FRENTE DA 4ACT ENTRETENIMENTO, É PREMIADO EM LONDRES

Após montar diversos musicais de sucesso no Brasil (entre eles destacam-se “Ghost – o musical”, “A Era do Rock” e “Castelo Rá-Tim-Bum – o musical”), o produtor Ricardo Marques, à frente da 4Act Entretenimento, decidiu se aventurar no berço do gênero teatral, o West End de Londres. 

Com um sonho a ser realizado, ele começou a trabalhar em dois projetos para estrearem nos palcos da Inglaterra. Com a diminuição nos casos de Covid-19 e a retomada dos teatros no Reino Unido, as peças, finalmente, puderam marcar sua estreia no West End:

– “Grease – o musical” no Dominion Theatre a partir de 3/5/22

– “De Volta para o Futuro – o musical” no Adelphi Theatre em cartaz desde 21/8/21

De Volta para o Futuro – o musical”, que estreou ano passado, foi premiada como Melhor Musical Original no Oscar dos musicais Londrinos, o Olivier Awards de 2022. Ricardo Marques e todo o time criativo composto por Glen Ballard (Compositor), Donovan Mannato (Produtor), Alan Silvestri (Compositor), Colin Ingram (Produtor) e Bob Gale (Autor e Criador) subiram ao palco para receber o prêmio.

SERVIÇO

GREASE – O MUSICAL

Temporada: de 17 de junho a 21 de agosto
Local: Teatro Claro SP – Shopping Vila Olímpia
Capacidade: 799 pessoas
Classificação: 12 anos
Duração: 135 minutos

Sessões
Quintas, Sextas e Sábados às 21h
Domingos às 19h

Ingressos
de R$ 50,00 a R$ 200,00
Obs.: Confira legislação vigente para meia-entrada

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
https://bileto.sympla.com.br/event/72604/d/134417 – com taxa de serviço
Bilheteria física – sem taxa de serviço: Teatro Claro (Shopping Vila Olímpia) 
De 2ª a sábado, das 10h às 22h; Domingos e feriados das 12h às 20h

Musical “Vingança”, de Anna Toledo, reestreia depois de 9 anos em São Paulo

Após nove anos, o cultuado musical de Anna Toledo com músicas de Lupicínio Rodrigues reestreia em nova casa e com elenco renovado.

Sucesso do teatro musical brasileiro, o espetáculo “Vingança”, de Anna Toledocom músicas de Lupicínio Rodrigues, retorna em junho no Teatro Raul Cortez, em São Paulo, após nove anos em nova casa e elenco renovado. 
 
Para viver o melodrama envolvendo amores não-correspondidos, intrigas, ciúmes e traições, entram em cena os atores Danilo de Moura, Maria Bia e Lola Fanucchi. Do elenco original continuam Jonathas Joba, Sergio Rufino e Anna Toledo. 
 
É claro que eu pensei três vezes antes de retomar o papel”, conta Anna, “pois é mexer numa memória preciosa. Por outro lado, que oportunidade maravilhosa de voltar a esta peça e apresentá-la a um novo público. Tem quase dez anos desde a última temporada, um monte de gente só conhece o Vingança de ouvir o CD.”
 
A complexa trama de Vingança trata de uma ciranda de paixões entre amantes. A inspiração veio das canções do compositor gaúcho Lupicínio Rodrigues (1914-1974), um dos maiores nomes do gênero samba-canção, que inclusive foi o responsável pela expressão “dor de cotovelo”. Suas canções (“Nervos de Aço”, “Nunca”, “Ela Disse-me Assim”, Vingança”, etc) falam principalmente de amores não-correspondidos, traições e vinganças.
 
A dor-de-cotovelo foi a sofrência dos anos 50”, brinca o diretor musical Guilherme Terra. Como a sofrência, o gênero dor-de-cotovelo também foi alvo de preconceito da crítica até ser abraçado nos anos 70 por artistas como Caetano Veloso e Maria Bethânia. 
 
Como bom melodrama, Vingança toca em questões sensíveis, como o machismo, a violência, a hipocrisia e as várias formas de abuso. “Talvez estas questões fiquem mais evidentes hoje, em 2022, do que foram em 2013, quando a peça estreou.”, comenta o diretor Andre Dias. “Pode ser mais intenso, pode ser mais incômodo, mas é um risco que vale a pena correr.”


Mais uma produção da Morente Forte Produções Teatrais, a volta de Vingança é mais um sonho acalentado pelas sócias Selma Morente e Célia Forte nos últimos quase 3 anos e que se torna realidade a partir do dia 24 de junho até 28 de agosto, sempre às sextas, sábados e domingos no teatro Raul Cortez.
 

VINGANÇA – O Musical
 
 Teatro Raul Cortez (513 lugares)
Rua Dr Plínio Barreto, 285
Informações: 3254-1631
 
Bilheteria: terça a quinta das 14h às 20h; sexta, sabado e domingo das 14h até o início do espetáculo.
Forma de pagamento: Dinheiro, Crédito e Débito. Não aceita cheque.
Ar-condicionado e acesso para cadeirantes.
 
Temporada: de 24 de junho a 28 de agosto
 
Sexta e sábado: 21h
Domingo: 16h
Vendas: Sympla

Ficha Técnica
 
Vingança – O Musical
Texto original de Anna Toledo.
Músicas de Lupicínio Rodrigues
Direção Musical: Guilherme Terra.
Direção Geral de André Dias.
Com
Anna Toledo – Luzita
Danilo de Moura – Alves
Jonathas Joba – Liduíno
Lola Fanucchi – Maria Rosa
Maria Bia – Linda
Sergio Rufino – Orlando
e Guilherme Terra como Seu Maestro*
 
Músicos: Guilherme Terra (piano)*, Jeferson de Lima (Violão) e Ricardo Berti (Percussão)
 
* Piero Damiani – Seu Maestro/pianista alternante
 
Diretora Assistente: Carla Masumoto
Direção de Movimento: Kátia Barros
Cenários e figurinos: Fabio Namatame
Luz Wagner: Freire
Pianista Ensaiador: Piero Damiani
 
Coordenação de Comunicação: Beth Gallo
Assessoria de Imprensa: Morente Forte – Thais Peres Forte
Programação Visual: Cassiano Pies
Fotografia: Caio Gallacci
Filmagem: Jady Forte
Redes Sociais e Textos: Ana Paula Barbulho Coordenação Administrativa: Dani Angelotti Assistência Administrativa: Alcení Braz
 
Produção Executiva e adm da temporada: Leonardo Leal
 
Produtoras: Selma Morente e Célia Forte
 
Sobre a Porto 
A Porto é mais que uma seguradora, é um ecossistema de soluções de serviços de proteção com tecnologia embarcada, para melhorar e facilitar a experiência do cliente. Com mais de 75 anos de mercado, a companhia possui três verticais de negócios: Porto Seguros, Porto Saúde e Porto Seguro Bank. Além de 11,7 milhões de clientes únicos, 13 mil funcionários, 12 mil prestadores e 36 mil corretores parceiros, a empresa conta ainda com 55 sucursais e escritórios regionais em todo o Brasil. Ao todo 27 empresas fazem parte do universo Porto Seguro – entre elas: Azul Seguros, Itaú Seguros de Auto e Residência e Porto Seguro Uruguay. Em 2021, a Companhia apresentou R$ 21,5 bilhões de receita e lucro líquido de R$ 1,54 bilhão. O momento é de aceleração do crescimento e expansão de novas frentes de negócio para lançar cada vez mais produtos inovadores e ser cada vez mais um porto seguro para as pessoas e seus sonhos.

Após 3 anos, “Disney on Ice” retorna a São Paulo com “Descobrindo Aventuras”

Três anos após a última passagem pelo país, o espetáculo “Disney on Ice” retornou ao Brasil. Com o tema “Descobrindo Aventuras”, a nova turnê da Feld Entertainment e da Opus Produções já se apresentou em Porto Alegre e Curitiba, e fica em cartaz em São Paulo até o dia 19 de junho, quando segue para o Rio de Janeiro, onde fará temporada de 22 a 26 de junho, no Ginásio Maracanãzinho.

No espetáculo, Mickey e Minnie convidam os espectadores para descobrir as aventuras de Moana e Maui, Anna e Elsa, Ariel, Rapunzel e Bela. A turnê se iniciou nos Emirados Árabes, passou pela Europa e chegou na América, onde ainda passará pela Argentina antes de chegar nos Estados Unidos.

São mais de 200 figurinos usados na turnê e 85 objetos de cena. Mário Castro, mineiro e único brasileiro no elenco, garante que a junção de personagens clássicos e dos novos filmes funciona para unir as famílias: “São duas horas para aproveitar os personagens incríveis da Disney, sem pensar em outras coisas“. Para o patinador, que já tem mais de 26 anos de experiência com o Disney on Ice (já foram 14 produções e mais de 80 países visitados), o público brasileiro é especial: “Não temos tantas oportunidades de visitar os personagens, então o público brasileiro se emociona muito e faz valer a oportunidade”.

Para o espanhol Ruben Barrera, que faz parte do espetáculo há 5 anos e veio para o Brasil pela segunda vez, o público brasileiro é maravilhoso. “É um prazer levar a magia Disney para tantos lugares do mundo”, conta o patinador, que iniciou sua vida na pista de patinação aos 7 anos de idade, após ver um espetáculo do Disney on Ice que estrelava Peter Pan. “Depois disso, se tornou inegociável ir ver o Disney on Ice todos os anos”.

O espetáculo acontece de quinta a domingo.

Preços:

Tribuna (Lote 2) – a partir de R$ 140,00 + taxas

Cadeirante Inf.A (Lote 2) – a partir de R$ 120,00 + taxas

Central Inferior B (Lote 2) – a partir de R$ 140,00 + taxas

Central Superior A (Lote 2) – a partir de R$ 85,00 + taxas

Central Superior B (Lote 2) – a partir de R$ 85,00 + taxas

Especial Superior (Lote 2) – a partir de R$ 100,00 + taxas

Lateral Inferior A (Lote 2) – a partir de R$ 120,00 + taxas

Lateral Inferior B (Lote 2) – a partir de R$ 120,00 + taxas

Lateral Superior A (Lote 2) – a partir de R$ 55,00 + taxas

Lateral Superior B (Lote 2) – a partir de R$ 55,00 + taxas

Central Inferior A (Lote 2) – a partir de R$ 140,00 + taxas

VIP Central (Lote 2) – a partir de R$ 325,00 + taxas

VIP Pista B (Lote 2) – a partir de R$ 325,00 + taxas

VIP Pista A (Lote 2) – a partir de R$ 325,00 + taxas

Especial Pista A (Lote 2) – a partir de R$ 305,00 + taxas

Especial Pista B (Lote 2) – a partir de R$ 305,00 + taxas

Premium Inferior A (Lote 2) – a partir de R$ 155,00 + taxas

Premium Inferior B (Lote 2) – a partir de R$ 155,00 + taxas

Premium Superior A (Lote 2) – a partir de R$ 95,00 + Taxas

Premium Superior B (Lote 2) – a partir de R$ 95,00 + taxas

Vendas:
Uhuu: http://www.uhuu.com

Bilheteria:
Bilheteria do Ginásio do Ibirapuera: Rua Manoel da Nóbrega, nº 1.361.
Em funcionamento somente em dias de apresentação das 9h às 20h.

Como chegar:

Endereço: O Ginásio do Ibirapuera fica localizado na Rua Manoel da Nóbrega, nº 1.361 – SP.

Estacionamento: Possui estacionamento próprio.

Transporte público: A estação Brigadeiro do Metrô (Linha 2 – Verde) é a mais próxima (10 min de caminhada).

Veja os ganhadores da 4ª Edição do Prêmio DID

Com 16 espetáculos avaliados, ‘Barnum, O Rei do Show” lidera a lista com 4 prêmios, seguido dos musicais “A Cor Púrpura -” e “Silvio Santos Vem Aí”, com 2 vitórias cada.

Após um longo hiato em função da pandemia da Covid-19, o Prêmio Destaque Imprensa Digital (DID) retomou suas atividades em homenagem e reconhecimento aos grandes destaques do teatro musical brasileiro na cidade de São Paulo. A cerimônia, que realizou sua 4ª edição celebrando os 16 espetáculos inéditos indicados, que cumpriram temporada entre 1ª de novembro de 2019 e 31 de dezembro de 2021, e anunciou, nesta quarta-feira, 04, os destaques contemplados.

Ao todo 25 membros da imprensa cultural, divididos em 18 veículos de acesso digital, com espaço dedicado à cultura e entretenimento, além dos especializados, acompanharam os espetáculos que atenderam aos requisitos necessários, de acordo com o regulamento. A cerimônia, que originalmente acontece no mês de dezembro, ainda deve realizar neste ano a edição referente aos espetáculos de 2022, seguindo seu calendário oficial.

Em novo palco, este ano a celebração virtual teve suas gravações realizadas no Teatro União Cultural, e contou com quatro números musicais, representantes da categoria Destaque Musical Estrangeiro – Versão Brasileira, executados pelo pianista convidado Rodolfo Schwenger, com design de luz de Vini Hideki, captação e mixagem de som de André Cortada, cinegrafia de Carlos Januário, Elaine Cristina, e Thais Conti, e direção geral de Joaquim Araújo.

Kiara Sasso durante apresentando um número de “Barnum” | Foto: Andy Santana

O ator Rodrigo Miallaret, indicado na categoria Destaque Ator Coadjuvante, apresentou seu número “Você e Eu”, de “Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate”, a atriz Kiara Sasso, indicada na categoria Destaque Atriz, apresentou seu solo “As Cores Que Eu Ganhei”, de “Barnum, O Rei do Show”; na sequência os atores Marcel Octavio e Thiago Perticarrari, indicados à Destaque Ator, apresentaram uma versão especial de “Amigão”, de “Assassinato Para Dois”; enquanto a atriz Letícia Soares, indicada à Destaque Atriz, apresentou seu solo “Estou Aqui”, de “A Cor Púrpura”. A cerimônia contou ainda com um número de encerramento exclusivo, com texto e apresentação do dramaturgo Vitor Rocha, indicado na categoria Destaque Roteiro Original.

Atualmente a láurea direciona seu olhar para o universo artístico e já reconheceu o talento de dezenas de profissionais. Nesta edição, ao todo 100 nomes foram destacados pelo time de jurados entre as 10 categorias, e os mais votados formaram a lista final com 50 indicados, que em segundo momento de votação resultou na lista final, que, pela primeira vez em 4 edições, contou com 11 destaques ao invés de 10, isso porque houve um empate técnico na categoria Destaque Musical Brasileiro. Conheça todos os DESTAQUES da edição 20.21:

DESTAQUES DID 20.21

Destaque Coreografia
Alex Martins – Naked Boys Singing! Brasil
Alonso Barros – Barnum, O Rei do Show
Barbara Guerra – Summer – Donna Summer Musical
Floriano Nogueira – Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate
Katia Barros – Conserto para Dois – O Musical

Destaque Roteiro Original
Anna Toledo – Conserto para Dois – O Musical
Caique Oliveira – Hadassa – O Musical
Lucio Mauro Filho – Novos Baianos, O Musical
Marilia Toledo e Emilio Boechat – Silvio Santos Vem Aí – Uma Comédia Musical
Vitor Rocha – Bom Dia Sem Companhia

Destaque Ator Coadjuvante
Adriano Tunes – Silvio Santos Vem Aí – Uma Comédia Musical
Alan Rocha – A Cor Púrpura, O Musical
Ivan Parente – Silvio Santos Vem Aí – Uma Comédia Musical
Matheus Paiva – Barnum, O Rei do Show
Rodrigo Miallaret – Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate

Destaque Atriz Coadjuvante
Analu Pimenta – A Cor Púrpura, O Musical
Daniela Cury – Silvio Santos Vem Aí – Uma Comédia Musical
Flavia Santana – A Cor Púrpura, O Musical
Giulia Nadruz – Barnum, O Rei do Show
Sara Sarres – Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate

Destaque Ator
Jarbas Homem de Mello – Conserto para Dois – O Musical
Marcel Octavio – Assassinato para Dois
Murilo Rosa – Barnum, O Rei do Show
Thiago Perticarrari – Assassinato para Dois
Velson D’Souza – Silvio Santos Vem Aí – Uma Comédia Musical

Destaque Atriz
Claudia Raia – Conserto para Dois – O Musical
Jennifer Nascimento – Summer – Donna Summer Musical
Karin Hils – Summer – Donna Summer Musical
Kiara Sasso – Barnum, O Rei do Show
Letícia Soares – A Cor Púrpura, O Musical

Destaque Direção
Fernanda Chamma e Marilia Toledo – Silvio Santos Vem Aí – Uma Comédia Musical
Gustavo Barchilon – Barnum, O Rei do Show
Jarbas Homem de Mello – Conserto para Dois – O Musical
Tadeu Aguiar – A Cor Púrpura, O Musical
Zé Henrique de Paula – Assassinato para Dois

Destaque Direção Musical
Carlos Bauzys – Summer – Donna Summer Musical
Daniel Rocha – Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate
Fernanda Maia – Assassinato para Dois
Thiago Gimenes – Barnum, O Rei do Show
Tony Lucchesi – A Cor Púrpura, O Musical

Destaque Musical Brasileiro
Bertoleza – Gargarejo Cia. Teatral
Bom Dia Sem Companhia – Encanto Artístico e Enxame Produções Culturais
Conserto para Dois – Raia Produções
Novos Baianos, O Musical – Dueto Produções
Silvio Santos Vem Aí – Uma Comédia Musical – Paris Cultural

Destaque Musical Estrangeiro (Versão Brasileira)
A Cor Púrpura, O Musical – Estamos Aqui Produções
Assassinato para Dois – Morente Forte
Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate – Atelier de Cultura
Barnum, O Rei do Show – Barho Produções
Summer – Donna Summer Musical – Atual Produções e Bárbaro! Produções

SOBRE O DID:

Idealizado e apresentado por Joaquim Araújo, responsável também pela organização junto dos cofundadores Grazy Pisacane, de Pedro de Landa e Wall Toledo, a celebração, em constante crescente e considerada a maior e mais importante no formato digital, surgiu da vontade de unir não apenas os profissionais do gênero, mas também a imprensa online, que se dedica a ele de inúmeras formas, elevando assim sua importância e ampliando o alcance de sua divulgação.

JURADOS EDIÇÃO 2021:

Andreia Bueno – Autora do site Acesso Cultural
Andy Santana
 – Criador e Autor do portal Soda Pop
Bruno Cavalcanti – Crítico e Editor do site Canal My News
Claudio Erlichman – Colunista do site Broadway World
Cristiane Santos – Criadora e Apresentadora do Canal Fileira VIP
Elaine Cristina – Criadora e Autora da rede social Circuito Teatral
Filipe Vicente – Criador e Autor do site Setor VIP
Grazy Pisacane – Sócia e Autora do site A Broadway é Aqui!
Joaquim Araújo – Criador e Apresentador do Canal Acesso Irrestrito
Lucas Müller – Autor do site Balde de Pipoca
Luis Fernando Rodrigues – 
Criador, Autor e Produtor no canal e site Sessão Popular
Miguel Arcanjo Prado
 – Criador e Autor do Blog do Arcanjo
Pedro de Landa – Criador e Autor da rede social Perdido in Sampa
Priscila Ribeiro – Criadora e Autora do site Mundo dos Musicais
Tatiana Cavalcanti – Jornalista, Colunista e Editora-assistente do site F5 (Folha de S. Paulo)
Ubiratan Brasil
 – Criador e Autor do Blog no Estadão
Wall Toledo – Autor do DID News!
William Amorim 
– Repórter do portal Jovem Pan Entretenimento

Musical brasileiro “Nautopia” estreia em São Paulo, no próximo dia 01/abr

Trabalho autoral é o primeiro grande musical do Teatro B32, na Faria Lima, e conta com Beto Sargentelli, Eline Porto, Jonathas Joba e grande elenco.

Estreia no dia 1º de abril um novo espetáculo autoral no Brasil: “Nautopia”. Em grande estilo, coube à primeira produção associada da Pulsar Ideias, Eureka Entretenimento e H Produções Culturais dar início a primeira temporada teatral do espaço cultural mais moderno e tecnológico de São Paulo, o Teatro B32, inaugurado há poucos meses e localizado no nobre endereço da Avenida Brigadeiro Faria Lima, na capital paulista.

Nautopia” é o sétimo musical escrito pelo autor, compositor, performer e produtor paulistano Daniel Salve, que traz no currículo produções que fazem com que seu nome se funda ao processo de revitalização do teatro musical brasileiro em meados da década de 2000. Na obra, o multiartista, que pode ser conhecido ainda por outros marcos de carreira, como integrar o elenco de “Rent”, em 1999, ou pela direção artística de espetáculos da Walt Disney Company no Brasil há 17 anos, assina o texto, o score original (com 24 composições inéditas) e a direção geral da montagem, que conta ainda com direção musical de Diego Salles e direção de movimento de Olívia Branco.

Fotos dos ensaios do espetáculo | Créditos: Caio Galucci

Apresentado por 26 atores acompanhados de 10 músicos, o musical é estrelado pelo veterano Beto Sargentelli, que já esteve à frente de outros espetáculos, como o nacional “Dois Filhos de Francisco”, além das montagens brasileiras de grandes produções como “Billy Elliot”, “A Família Addams”, “Mudança de Hábito”, “Os Últimos 5 Anos” – seu debut como produtor, sendo também por ele eleito Melhor Ator no Prêmio Bibi Ferreira -, e, em breve, em “West Side Story”, no papel protagonista.

A obra narra a trajetória de Tomás (Beto Sargentelli), um jovem navegante que parte de sua terra natal, o idílico Vale da Utopia, no litoral de Santa Catarina, para um exílio em Paraty (RJ) após o misterioso desaparecimento de sua irmã Clara. Na nova vida, o jovem se envolve com a mergulhadora Iara, disposta a abraçar seus sonhos utópicos de um novo futuro.

Os planos de Tomás mudam ao receber a notícia da doença fatídica que acometeu Rocha, seu padrinho e pai de criação, o que o leva de volta ao Vale da Utopia para lidar com seus demônios internos e encontrar antigos fantasmas, como a obstinada Selena, sua namorada da juventude, que ainda mexe com suas emoções.

O passado e o presente se misturam na obra, que estabelece conexões com o clássico “A Utopia” (1516), de Thomas More (1478-1535), para retratar o eterno retorno ao lar do jovem que busca a cura por meio do enfrentamento com seu passado e seus fantasmas internos e externos. 

Projeto de longa data

O musical nasceu bem antes da sua “pré-estreia”, habitando o imaginário de Salve há cinco anos, porém, só em 2020, quando foi apresentado a um público restrito em uma oficina experimental, em São Paulo, é que as personagens e suas tramas, diretas e indiretas, começaram a ganhar vida e camadas mais profundas, dando sentido aos sentimentos e intenções que dialogam com a proposta reflexiva do projeto, lapidado desde então, até tomar a forma que o público poderá conferir no palco.

A ideia é contar uma narrativa genuinamente brasileira, fugindo, contudo, dos clichês mais comuns da nossa identidade cultural. “É comum vermos no Brasil espetáculos com tramas universais, mas que se passam em cenários externos, com referências geográficas distantes da nossa realidade. Com ‘Nautopia’, queremos falar desses anseios universais da humanidade, mas com cores e tons locais”, chama atenção o autor e idealizador.

A obra é considerada pelo próprio autor como seu texto mais maduro até então. “Hoje me sinto mais maduro para contar essa história. Penso que todos os outros projetos que já fiz serviram como um treinamento para trazer ao público essa narrativa tão complexa, que passou por um processo minucioso de cinco anos de pesquisa e desenvolvimento. Ao longo de oficinas, laboratórios e workshops, eu passei a investigar as relações humanas dessa comunidade fictícia estabelecida no litoral de Santa Catarina, encontrando pouco a pouco a trama que queria se apresentar”, explica Daniel, que reitera o desafio atual: “como falar sobre utopias em tempos de distopia?”.

Além desta missão, o espetáculo tem outra grande responsabilidade: ser a primeira obra de temporada a se apresentar no Teatro B32, inaugurado em novembro de 2021 e que desde então vem recebendo eventos pontuais. “O B32 se tornou um grande parceiro na realização desse projeto totalmente independente, sem uso de leis de incentivo ou editais. Estamos seguindo um caminho desafiador, mas que permite acreditar que formas alternativas de produção são possíveis e podem abrir caminhos para que mais projetos autorais e independentes possam surgir no cenário cultural”, expressa Alexandre Bissoli, sócio do projeto e diretor de produção do espetáculo.

Espetáculo colaborativo

Habituado a trabalhar com obras de companhias, Salve escolheu escrever um espetáculo para um grande elenco, deixando margem para que cada um dos membros tenha oportunidade de brilhar no palco. Desse grupo, há participantes, inclusive, envolvidos desde os primeiros workshops realizados, o que leva o idealizador a crer que, a passagem de cada artista ao longo do processo, contribuiu para o resultado final.

Eu acredito que a história do próprio espetáculo se confunde com a trajetória das pessoas que passaram por esse projeto, porque estamos falando de sonho, de perseverança e resiliência para atingir um lugar que muitas vezes nem todo mundo consegue ver, mas que acreditamos que conseguiremos chegar”, explica Salve.

Assim como seu personagem em cena, Beto encontra pontos em comum com sua própria trajetória artística e pessoal.Para mim, está fazendo muito sentido contar essa história, nesse momento da minha carreira. O Tomás passa o espetáculo todo tentando entender qual seu objetivo na vida. Tem sido uma descoberta diária para mim esse personagem e, apesar da pandemia, tudo fluiu de maneira muito natural. E aqui a gente ainda é polivalente, como ator e produtor – o que é muito gostoso e prazeroso, ainda que exaustivo. Acho que todas as produções das quais fiz parte me ensinaram sobre o estilo de produzir que eu queria ter, pois, apesar da pouca idade, foi minha experiência, em mais de 15 anos de carreira, que me ensinou sobre o que fazer e o que não fazer, me levando a ter um olhar mais carinhoso para as pessoas que estão nessa comigo. Tem sido uma troca maravilhosa”, conta Beto.

O elenco, que se divide em dois tempos na trama, traz os “Filhos do Vale”, representados por Beto Sargentelli no papel de Tomás, Sofia Savietto como Clara, Eline Porto como Selena, Gabriel Camillo como Tadeu, José Diaz como Elias, Bia Anjinho como Isabel e Yudchi Taniguti como Cauã, e “Os Pioneiros”, composto por Jonathas Joba como Rocha, Aurora Dias como Lúcia, Neusa Romano como Zara, Max Grácio como João, Nani Porto como Fátima, Bruno Vaz como Jovem Rocha, Elá Marinho como Jovem Zara e Dara Galvão como Jovem Lúcia. Completam o time Luana Zehnun como Iara, Nina Vettá como Helô e Rafael de Castro como Zarolho, Mau Alves, Bel Nobre, Daniella Biancalana, Alessandro Balbi, Gabriela Gonzales, Daruã Góes, Dalia Halegua e Henrique de Paula.

“Estou tendo o privilégio de dar vida a um personagem pela primeira vez, de originar um papel no mundo, e isso é muito especial. Tomás me leva a um grande desafio como ator, na interpretação, por ser extremamente dramático, o que exige muitas potencialidades ao explorar várias nuances, e também vocalmente. Estou ansioso para mostrar esse trabalho, que é diferente de tudo que já fiz, seguindo a linha do que busco na minha carreira, através de construções genuínas e com olhares fora do comum. Acho que esse velejador agregará muito na minha jornada”, conta Sargentelli, que partilha do elo espiritual e da paixão pelo mar com o herói da trama.


Para ver “Nautopia” sair do sonho e virar realidade nos palcos, o trio de produtores e realizadores se uniu à um time de renomados criativos, conhecidos no mercado de teatro musical como Theodoro Cochrane na assinatura dos Figurinos, Duda Arruk na Cenografia, Caetano Vilela no Desenho de Luz, e Fernando Fortes e Tocko Michelazzo no Desenho de Som.

FICHA TÉCNICA:

Texto, Música e Encenação: Daniel Salve

Direção Musical: Diego Salles

Direção de Movimento: Olívia Branco

Assistente de Direção: Roberto Borges

Figurinos: Theodoro Cochrane

Execução do Projeto de Cenografia: Universo Cenotécnica

Direção de Produção: Alexandre Bissoli

Ass. de Produção: Jessyca Rianho e Bianca Ricci

Assessoria de Imprensa: Grazy Pisacane | GPress Comunicação

Produtores Associados: Alexandre Bissoli (Eureka Entretenimento), Daniel Salve (Pulsar Ideias) e Beto Sargentelli (H Produções Culturais).

SERVIÇO:

NAUTOPIA
Local: Teatro B32 | Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3732
Temporada: de 01/04 a 29/05/22
– Sextas às 20h30 | Sábados às 16h e às 20h30 | Domingos às 19h
Duração: aprox. 180min. (com intervalo)
Classificação: 12 anos
Ingressos: A partir de R$50,00 (meia) a R$220,00 (inteira)
Vendas: site do teatro: teatrob32.com.br

Musical “Noites de Verão” reestreia em São Paulo no próximo dia 26

O espetáculo faz parte do projeto “Shakespeare é Pop”, que revisita obras de Shakespeare com releituras modernas, musicais e com tema LGBTQIA+.

O espetáculo “Noites de Verão” reestreia no próximo dia 26/03 e ficará em cartaz por curtíssima temporada aos sábados e domingos no Espaço ao Cubo em São Paulo. Trata-se de um dos espetáculos do projeto “Shakespeare é Pop“, que visa revisitar obras de Shakespeare e fazer releituras modernas, musicais e com linguagem LGBTQIA+.

Noites de Verão” já esteve em cartaz entre 2016 e 2017 e concorreu ao prêmio Guia Gay São Paulo de melhor espetáculo, e ganhou o prêmio Musical Cast de melhor espetáculo independente e nós do Mundo dos Musicais conferimos e gravamos um número com exclusividade que você pode conferir aqui:

Já imaginou “Sonho de uma Noite de Verão” de Shakespeare contado ao som de Britney Spears em uma releitura musical, gay, contemporânea e completamente nova? Pois isso é “Noites de verão”. Nesta trama, os casais Hermes e Lissandro, Heleno e Demétrio vão para Las Vegas, onde os primeiros pretendem se casar. Na cidade encontram a Magic Chapel, capela que pertence a Oberon, um vidente que, junto com sua assistente, Puck, resolve dar uma forcinha na vida amorosa desses garotos. Um engano causado por Puck acaba causando uma grande confusão.

Confira também algumas fotos oficiais dos pernsonagens:

Créditos: Divulgação / Reprodução

EQUIPE CRIATIVA

Texto: Julio Velloso
Direção Geral e Coreografias: Julio Velloso
Direção Musical: Ricardo Taveira
Elenco: Julio Velloso, Gregory Olegario Fernandes, Lucas Gui, Renan Mansur, Arthur Pedroso, Allana Silva, Giulie Tanze, Gi Torelli e Bruno Germano
Figurinos: Julio Velloso e Gi Torelli
Cenografia: Julio Velloso e Arthur Pedroso
Redes Sociais: Arthur Pedroso 

SERVIÇO

Local: Espaço ao Cubo
Classificação: 12 anos
Horários: (De 26/03 a 01/05) Sábados às 21:00 e Domingos às 19:00
Ingressos: De R$ 40,00 a R$ 80,00
Vendas online: Bilheteria Express

ESPETÁCULO DA BROADWAY, 13 – O MUSICAL GANHA NOVA DATA DE ESTREIA E LOCAL DE APRESENTAÇÃO

Espetáculo tem estreia marcada para 02 de abril, agora no Teatro Liberdade.

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Sucesso em São Paulo, “Naked Boys Singing” chega ao Rio de Janeiro em 11/3 com novos integrantes no elenco

O clássico off-Broadway, “Naked Boys Singing!” estreia dia 11 de março no palco do Teatro Claro Rio

Sucesso de crítica e público, com duas temporadas de sucesso em São Paulo, o clássico off-Broadway, “Naked Boys Singing!” estreia dia 11 de março no palco do Teatro Claro Rio, em Copacabana com novidades! Dois novos integrantes passam a fazer parte do elenco, são eles Rodrigo Serphan e Naice (substituindo Raphael Vasconcelos e Luan Carvalho) .

Foto: Caio Galucci

Naked Boys Singing! tem como protagonista o universo masculino e aborda questões como: Circuncisão, masturbação, HIV, ereção involuntária, corpo padrão, gordofobia, e claro, o amor. O espetáculo de teatro musical, ícone da cultura gay, que estreou no Hollywood ‘s Celebration Theatre, em Los Angeles nos Estados Unidos, em 1998, e que posteriormente foi montado em New York, onde se tornou o segundo musical mais longevo off-Broadway. Produzido em mais de 20 países, desde a sua estreia sempre esteve em cartaz em algum lugar do mundo. 

No Brasil, a nova montagem esteve em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (2021) e, devido ao sucesso, retornou em cartaz com nova temporada presencial, em janeiro de (2022), no Teatro Nair Bello. 

Número apresentado na coletiva de imprensa do musical em São Paulo

Com músicas pujantes, tocadas ao vivo por um ator/pianista e defendido com energia e vitalidade por dez atores/cantores/bailarinos, além de uma equipe criativa com nove artistas. O espetáculo é dividido por 15 atos musicados, que abordam temas distintos relacionados ao corpo masculino, do cômico nonsense ao drama.

Segundo o diretor Rodrigo Alfer, a pele exposta, desta vez, no musical tem um significado mais amplo e poético, principalmente pelo momento de pandemia em que fomos obrigados a nos cobrir, e temermos o corpo e contato com o outro. O musical além de libertador é uma celebração à vida.  

Número apresentado na coletiva de imprensa do musical em São Paulo

 O MUSICAL

Naked Boys Singing! Possui a estrutura de um gênero que surgiu na França no século XV, o Vaudeville, nele artistas se apresentavam através de números musicais, de dança, acrobacias, mágicas, atletas, grupos ciganos e números com animais. No seu início, os espetáculos eram apenas dirigidos para homens, pois seus números eram considerados grosseiros e chulos. 

No século XIX nos EUA e Canadá ganhou contornos de comédia ligeira e foi a principal forma de entretenimento da classe média burguesa tornando-se uma diversão para toda a família. No Brasil houve uma junção entre os termos que pode ser encontrada como opereta, variedade e teatro de revista. 

Diferente de seu intuito inicial, que era somente entreter a burguesia, Naked Boys Singing! joga luz em temas como, circuncisão, masturbação, HIV, ereção involuntária, corpo padrão, gordofobia, pornografia e outras surpresas, além, é claro, de falar de amor. 

*Em breve, dia 15 de setembro, Naked Boys Singing! abrirá temporada em Las Vegas – EUA.

Cena do espetáculo durante a temporada paulista | Foto: Caio Galucci

O nu masculino na arte

Na história da arte figurativa, o nu existe desde os primórdios, foi praticado em diversas culturas como egípcias e assírias. Ao buscar um recorte em nossa cultura ocidental para o corpo masculino, é possível encontrarmos a forma de como foi retratado. Na Grécia antiga, berço de nossa civilização, esteve presente tanto nas artes quanto na mitologia, onde encontramos seres com figurações masculinas e fálicas, como é o caso do deus Príapo. 

Com o passar do tempo, o corpo nu masculino entrou para os estudos de anatomia, onde se fortaleceram nas instituições de arte e deixaram de ser algo provocativo, sendo retomado nos anos sessenta através de performances artísticas. 

No Brasil, o espetáculo musical americano Hair, que em 1969 esteve em cartaz na cidade de São Paulo, com atores hoje consagrados, como Ney Latorraca, Antônio Fagundes e Sônia Braga, é considerado o primeiro espetáculo teatral com nu frontal coletivo, seguido por espetáculos do Teatro Oficina e por Raul Cortez que verdadeiramente fez o primeiro nu frontal masculino do teatro brasileiro, no celebrado espetáculo O Balcão, de Jean Genet.

Após esse período, o nu, principalmente o masculino, foi perdendo a sua força no que se diz respeito ao seu uso nas artes, e praticamente se tornou um tabu. Diferente do corpo feminino que sobreviveu, mas a serventia de um mundo patriarcal e machista. 

Muito se fala da nudez gratuita ou de sua conotação mercadológica para se vender ingressos. Também se é dito que o nu ficou no passado e que ninguém mais se interessa. Com o advento da internet e da pornografia a mão de quem quiser, o nu foi atrelado a uma categoria menor, colocado num nível abaixo até mesmo por artistas.

Cena do espetáculo durante a temporada paulista | Foto: Caio Galucci

Ficha Técnica:

Idealização: Robert Schrock
Versionista: Rafael Oliveira
Direção: Rodrigo Alfer
Assistente de Direção: Manu Littiéry
Direção Musical: Ettore Veríssimo
Assistente de Direção Musical: Gabriel Fabbri
Direção Coreográfica: Alex Martins
Assistente de Coreografia: João Hespanholeto
Preparação de Elenco: Érika Altimayer
Cenário e Figurino: Daniele Desierrê
Desenho de Luz e Iluminação: Guilherme Pereira
Desenho de Som: André Omote
Copista: Rafael Gamboa
Produção e Cenotecnia – Alexandre de Marco
Produção: Alexandre de Marco

Produção Bacana Produção Artísticas & Mosaico Produções

Elenco: André Lau, Aquiles, João Hespanholeto, Lucas Cordeiro, Ruan Rairo, Silvano Vieira, Victor Barreto, Naice, Tiago Prates, Rodrigo Serphan e Gabriel Fabbri (ao piano).

Serviço:

Naked Boys Singing!

Teatro Claro Rio (Rua Siqueira Campos, 143 – 2º Piso – Copacabana, Rio de Janeiro – RJ)
Sextas e sábados, às 20h; e domingos, às 19h

Ingressos:

Plateia:  Entre R$:120,00 e R$: 60,00
Frisa: Entre R$:120,00 e R$: 60,00
Balcão: Entre R$: 45,00 e R$: 90,00

Site para vendas: https:  https://bileto.sympla.com.br/event/71507

Temporada de 11 de março a 24 de abril
Duração: 80 min
Classificação indicativa: 16 anos 
Capacidade: 659 Lugares 

Confira os musicais que encerram sua temporada em fevereiro

O MdM separou cada espetáculo com sua respectiva data de término da temporada para que você, não perca nenhum! Confira!

O mês de fevereiro também marca o fim de diversas temporadas dos espetáculos em cartaz nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, encerrando o período de férias e já dando boas vindas para as próximas produções que começaram os ensaios em janeiro e têm suas estreias marcadas para março!

Sendo assim, a gente separou cada espetáculo com sua respectiva data de término da temporada para que você, caro leitor do Mundo dos Musicais, não perca nenhum! Enão se aliga aí na lista:

SÃO PAULO

CARGAS D’ÁGUA – ATÉ 17/02

Parte integrante da mostra “Arte é Progesso” produzida por Luiza Porto e Vítor Rocha através da Encanto Artístico e da Enxame Produções Culturais. O espetáculo faz sua última apresentação no dia 17 de fevereiro, quinta às 20h30 no Teatro Viradalata.
Sessão: Quinta às 20h30

Foto: Victor Miranda

NOITE DE PATROA – ATÉ 18/02

Depois da estreia em Poços de Caldas/MG, o musical “Noite de Patroa“, produção da LAB Cultural. Com canções de Marília Mendonça, Naiara Azevedo, Simone e Simaria entre outras vozes femininas poderosas, o espetáculo traz uma reflexão profunda sobre respeito, amor próprio e empatia de forma leve e divertida e de fácil identificação. O espetáculo faz sua última apresentação no dia 18 de fevereiro, sexta às 20h30.
Sessão: Sexta às 20h30

Compre seu ingresso com 35% de desconto*! Clicando aqui.
*Pra efetivar o desconto váliso somente para o ingresso do tipo inteira e não cumulativo com outras descontos, basta entrar no link acima, selecionar o assento e preço promocionar e digitar no check out da compra o código: MUNDOMUSICAIS35. Ou, apresentar o flyer na bilheteria do Teatro Liberdade.

Divulgação

SE ESSA LUA FOSSE MINHA – ATÉ 18/02

Parte integrante da mostra “Arte é Progesso” produzida por Luiza Porto e Vítor Rocha através da Encanto Artístico e da Enxame Produções Culturais. O espetáculo faz sua última apresentação no dia 18 de fevereiro, sexta às 20h30 no Teatro Viradalata.
Sessão: Sexta às 20h30

Foto: Victor Miranda

O MÁGICO DI Ó – ATÉ 19/02

Parte integrante da mostra “Arte é Progesso” produzida por Luiza Porto e Vítor Rocha através da Encanto Artístico e da Enxame Produções Culturais. O espetáculo faz sua última apresentação no dia 19 de fevereiro, sábado às 20h30 no Teatro Viradalata.
Sessão: Sábado às 20h30

Foto: Victor Miranda

NAKED BOYS SINGING! – ATÉ 20/02

Depois de uma primeira temporada esgotada (literalmente), o musical Naked Boys Singing encerra sua segunda temporada de sucesso já com data marcada para retornar. A partir de 11 de março no Rio de Janeito. Enquanto isso, em São Paulo, o espetáculo se despede no dia 20 de fevereiro.
Sessões: Sexta às 21h, Sábado às 21h e Domingo às 19h.

AS CANGACEIRAS, GUERREIRAS DO SERTÃO – ATÉ 20/02

O musical conta a história de um grupo de mulheres que se rebelam contra mecanismos de opressão que encontravam dentro do próprio cangaço. Além de reflexões sobre o conceito de justiça social que o cangaço representava, o espetáculo reflete sobre as forças do feminino nesse espaço de libertação e sobre nossa ideia de cidadania e heroísmo. A temporada paulista segue até o próximo dia 20 de fevereiro.
Sessões: Sexta às 21h, Sábado às 21h00 e Domingo às 19h

Foto: Priscila Prade

BOM DIA SEM COMPANHIA – ATÉ 20/02

Parte integrante da mostra “Arte é Progesso” produzida por Luiza Porto e Vítor Rocha através da Encanto Artístico e da Enxame Produções Culturais. O espetáculo faz sua última apresentação no dia 20 de fevereiro, domingo às 20h30 no Teatro Viradalata.
Sessão: Domingo às 20h30

Divulgação

BRILHA LA LUNA – ATÉ 22/02

Produzido pelaLAB Cultural e Incena, o musical “Brilha La Luna” se despede de São Paulo no próximo dia 22 de fevereiro, no Teatro Liberdade. E atenção, fãs do Rouge: na sessão do dia 21 de fevereiro a atriz e cantora Li Martins (ex-Rouge) fará uma participação especial no espetáculo como a personagem Theodora!
Sessões: Segundas às 20h30 e Terças às 20h30

Compre seu ingresso com 35% de desconto*! Clicando aqui.
*Pra efetivar o desconto váliso somente para o ingresso do tipo inteira e não cumulativo com outras descontos, basta entrar no link acima, selecionar o assento e preço promocionar e digitar no check out da compra o código: MUNDOMUSICAIS35. Ou, apresentar o flyer na bilheteria do Teatro Liberdade.

Divulgação

ASSASSINATO PARA DOIS – ATÉ 23/02

Produzido pela Morente Forte, com direção de Zé Henrique de Paula e direção musical de Fernanda Maia, a montagem traz Thiago PerticarrariMarcel Octavio no elenco. O musical encerra sua temporada no próximo dia 22 de fevereiro, no Teatro das Artes.
Sessões: Terça às 20h e Quarta às 20h.

Foto: Caio Galucci

CONSERTO PARA DOIS – ATÉ 27/02

Produzido pela Raia Produções, o musical conta apenas com Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello no elenco e participação especial do maestro Guilherme Terra. Sua temporada vai até o dia 27 de fevereiro, no Teatro Procópio Ferreira.
Sessões: Sextas às 21h, Sábados às 21h e Domingos às 18h

Foto: Lucas Ramos | AgNews

A HORA DA ESTRELA OU O CANTO DE MACABÉA – ATÉ 27/02

O espetáculo tem Laila Garin como Macabéa, a mítica protagonista do aclamado romance, ao lado de Claudia Ventura e Claudio Gabriel. Sua temporada paulista segue em cartaz até o dia 27 de fevereiro, no Sesc Santana.
Sessões: Sextas às 21h, Sábados às 21h e Domingos às 18h

Foto: Beto Martins

RIO DE JANEIRO

A COR PÚRPURA – ATÉ 20/02

Depois de temporadas de sucesso no Rio e São Paulo, produzido pela Estamos Aqui Produções, o musical encerra suas aprensentações no Rio de Janeiro em 20 de fevereiro no Teatro Riachuelo e já têm turnê divulgada, passando pelas cidades de Curitiba (PR), Ribeirão Preto (SP), Belo Horizonte (MG), Santos (SP), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Campinas (SP) e Salvador (BA).
Sessões: Quintas às 20h, Sextas às 20h, Sábados às 16h e 20h30 e Domingos às 18h

Foto: Rafael Nogueira

CINDERELLA, O MUSICAL DA BROADWAY – ATÉ 20/02

Com produção da Touchè Entreterimento, o musical Cinderella encerra sua temporada na cidade do Rio de Janeiro no próximo domingo, dia 20 de fevereiro de 2022 no Teatro Multiplan (antigo Teatro Bradesco Rio).
Sessões: Quinta e Sexta às 14h e 19h, Sábado às 11h e 16h e Domingo às 15h e 21h

Cena do musical “Cinderella” | Foto: Priscila Prade

COPACABANA PALACE – O MUSICAL – ATÉ 20/02

Com Suely Franco, Vannessa Gerbelli e Claudio Lins protagonizando o espetáculo, Copacaban Palace – o musical encerra sua temporada também no próximo dia 20 de fevereiro no Teatro Copacabana Palace.
Sessões: Quinta às 19h, Sexta às 19h, Sábado às 19h e Domingo às 19h

Divulgação

Com Laila Garin, musical “A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa” faz temporada no Sesc Santana até 27/fev

A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa tem no elenco Laila Garin, Claudia Ventura e Claudio Gabriel. Direção e adaptação de André Paes Leme, direção musical de Marcelo Caldi e trilha original de Chico César

Musical A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa chega a São Paulo no palco do Teatro do Sesc Santana no dia 4 de fevereiro de 2022. O espetáculo tem adaptação e direção de André Paes Leme, canções especialmente compostas por Chico César e direção musical e arranjos de Marcelo CaldiLaila Garin é Macabéa, a mítica protagonista do aclamado romance, ao lado de Claudia Ventura e Claudio Gabriel.  

A idealização e produção do projeto é de Andréa Alves, da Sarau Agência, responsável por espetáculos como ‘Elza’, ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, ‘Sísifo’ e ‘Macunaíma’. O projeto é apresentado pela BB Seguros e patrocinado pelo Banco do Brasil, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.  

Em 2020, ano do centenário de Clarice Lispector (1920-1977), uma de suas obras mais emblemáticas ganhou uma versão musical para os palcos, absolutamente original. Após estrear no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro em março, “A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa” teve a sua temporada interrompida pela pandemia do Covid-19. Após a pausa, o espetáculo retornou para uma temporada híbrida, entre maio e junho desse ano, seguindo todos os protocolos e lotação limitada, passando também pelo CCBB Brasília e CCBB BH. 

Além da temporada, no dia 28 de janeiro será lançado o single Vermelho Esperança – música tema do espetáculo. O single é uma versão especial, cantada por Chico César e Laila Garin. E, no fim da temporada, o álbum O Canto de Macabéa ou a Hora da Estrela (Chico César e Laila Garin) com as canções da peça também será lançado nas plataformas digitais.

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Descrição gerada automaticamente
Laila Garin e Chico César na capa do single “Vermelho Esperança” – Foto de Nana Moraes 

“O romance veio para minha estante através da minha professora, que por coincidência se chamava Laila. Ainda no percurso de “Gota D`Água”, tive a ideia de propor o projeto para a Laila Garin protagonizar, com a direção do André, que é meu parceiro teatral há 30 anos, e as músicas do Chico César, que tinha feito as canções originais do Suassuna. Essa rede afetiva e a descoberta do centenário foram os motivos perfeitos para dar mais potência ao projeto”, explica Andréa.

A Hora da Estrela” foi o último livro escrito por Clarice, que faleceu pouco tempo após o seu lançamento. Suas páginas narram a saga de Macabéa, imigrante nordestina cuja vida no Rio de Janeiro é marcada pela ausência de afeto e poesia. Vista pela sociedade como uma mulher desprovida de qualquer atrativo, ela se contenta com uma existência medíocre: ganha menos do que um salário, divide um quarto com quatro pessoas, sofre com um chefe rigoroso e não atrai a atenção de ninguém.

Na obra literária, tal história é contada por um escritor, que vê Macabéa na rua e resolve narrar a vida de uma pessoa tão invisível, comum e sem brilho, em um exercício de alteridade. Para esta nova versão teatral, André Paes Leme propõe uma inversão e essa figura do escritor se transforma em uma atriz. Desta forma, Laila Garin tem o desafio de se alternar entre a Macabéa e a Atriz, que não somente narra, mas também comenta e lança uma série de questões ao longo da encenação.

“O trabalho de adaptação não é de reescrever o texto. É o trabalho de transportar o universo sem estar aprisionado a qualquer palavra, através da edição e deslocamentos de episódios. Houve também a recondução dos textos do escritor para a atriz”, conta o diretor, que tem longa experiência na transcrição de livros para o palco, no que se convencionou chamar de ‘romance em cena’. Seguindo essa tradição, ele não somente faz uso de diálogos, mas coloca os atores como narradores, enquanto contracenam, fazendo uso de frases na íntegra do livro original.

André Paes Leme, que já assinou elogiadas adaptações de Guimarães Rosa (‘A Hora e Vez de Augusto Matraga’) e Nelson Rodrigues (‘Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados’), teve ainda a parceria de Chico César no processo de criação. As músicas pontuam toda a dramaturgia e aparecem para ilustrar o estado emocional e o interior de cada personagem. Ao longo da montagem, as canções servem ainda para detalhar algum acontecimento e também para tirar as personagens do sofrido estágio em que se encontram, trazendo alguma fantasia para existências tão opacas.

Chico César vem de outra experiência bem-sucedida, ao ter a literatura como base de uma criação musical para teatro. Em 2017, ele assinou a trilha de ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, ao lado da Cia. Barca dos Corações Partidos. A experiência rendeu uma série de prêmios e indicações, inclusive ao Prêmio da Música Brasileira pelo álbum. ‘A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa’ vai trazer mais um conjunto de canções inéditas do compositor, com trechos musicados do próprio livro e criações livres, com base no original de Clarice Lispector.

O espetáculo marca ainda a primeira vez em que Laila Garin atua em um espetáculo de composições inéditas, produzidas ao longo do processo de ensaios. Após ser recordistas de premiações por seu trabalho em ‘Elis – A Musical’ e ‘Gota D’Água [a seco]’, Laila foi dirigida pela lendária Ariane Mnouckine em ‘As Comadres’, no início de 2019. Enquanto segue com uma série de projetos de TV, Laila se consagrou na última década como uma das grandes vozes do teatro musical brasileiro.

“Interpretar a Macabéa, as canções de Chico e ser dirigida por André já seriam motivos mais do que especiais para estar em cena. Mas fazer “A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa” vai além, é um espetáculo que diz exatamente o que queremos falar neste momento. Estar em cena também como a Atriz é uma afirmação deste ato poético e político que é o teatro. É um grito de indignação com muita poesia, lutando com as armas que temos. “A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa” fala das pessoas supostamente invisíveis, fala de solidariedade, de olhar para o outro com afeto. Além de tudo, é uma peça sobre esperança”, analisa Laila.

O espetáculo tem patrocínio do Banco do Brasil e da BB Seguros. 

FICHA TÉCNICA – A HORA DA ESTRELA OU O CANTO DE MACABÉA

Da obra de Clarice Lispector /
Adaptação e Direção: André Paes Leme
Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves
Música: Canção Original: Chico César
Direção Musical e arranjos: Marcelo Caldi
Com Claudia Ventura, Laila Garin e Cláudio Gabriel
Atores alternantes: Juliana Linhares e Renato Luciano
Músicos: Ajurinã Zwang, Gabriel Gabriel, Pedro Aune e Pedro Franco
Diretor Assistente: Anderson Aragón 
Figurinos: Kika Lopes
Cenário: André Cortez
Iluminação: Renato Machado
Design de som: Gabriel D’Angelo
Preparação Corporal: Toni Rodrigues  
Assistente de figurino: Sassá Magalhães 
Assistente de cenografia: Tuca Mariana 
Assistente de preparação Corporal: Monique Ottati
Coordenação de Produção: Rafael Lydio
Produção Executiva: Raphael Baêta
Assistente de Produção: Paulo Farias 
Produção: Sarau Agência e Ágapa Criação e Produção Cultural
Produção local SP: Flavia Primo
Assessoria de imprensa SP: Pombo Correio
Patrocínio: BB Seguros
Realização: Ágapa Criação e Produção Cultural
Projeto Gráfico: Beto Martins

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A produção adotou todas as medidas previstas na legislação para enfrentamento à disseminação da COVID-19, de forma a zelar pela saúde de toda a equipe contratada e permitir o exercício da profissão com segurança, antes e durante a realização do espetáculo. 

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A HORA DA ESTRELA OU O CANTO DE MACABÉA
Classificação: 16 anos
Duração: 90 minutos
Temporada: 04 a 27 de fevereiro de 2022
Sessões: Sextas e Sábados às 21h; Domingos às 18h
*haverá uma sessão extra em 18/02 às 16h
Local: Sesc Santana
Ingressos: R$40 (inteira) R$20 (meia e credencial plena)

Musical “Silvio Santos Vem Aí” reestreia em São Paulo, a partir de 18/fev

Apresentada pela Paris Cultural, a comédia musical volta em cartaz no dia 18 de fevereiro no palco do Teatro Raul Cortez, em São Paulo.

Foto: Adriano Dória

Com texto de Marília Toledo e Emílio Boechat, direção de Fernanda Chamma (que também assina a coreografia) e Marília Toledo, além de direção musical de Marco França, a comédia musical Silvio Santos Vem Aí faz nova temporada no Teatro Raul Cortez, em São Paulo, de 18 de fevereiro a 10 de abril de 2022. 

O espetáculo faz um recorte na vida do apresentador e empresário Senor Abravanel (vivido pelo ator Velson D’Souza) desde sua infância, quando era camelô no Rio de Janeiro, até a década de 90, logo após a consolidação do SBT. Com personagens icônicos como Gugu Liberato, Hebe, Elke Maravilha, Wagner Montes, Bozo, Pedro de Lara entre outros, a peça promete agradar todas as gerações.

O elenco é formado pelos atores Adriano Tunes (Velha da Praça / Nahim), Bianca Rinaldi (Íris Abravanel), Bruno Kimura (Anestesista / Bailarino Russo), Daniela Cury (Rebeca Abravanel / Hebe Camargo), Giselle Lima (Gretchen / Telemoça / Cantora de Rádio), Gustavo Daneluz (Silvio Jovem), Ivan Parente (Pedro de Lara), Ju Romano (Rosana / Telemoça), Juliana Bógus (Aracy de Almeida), Léo Rommano (Atrasildo / Manoel de Nóbrega Alternante), Lucas Colombo (Bozo), Mari Amaral (Mara Maravilha / Telemoça), Paula Flaibann (Elke Maravilha), Rafael Aragão (Alberto Abravanel / Luiz Caldas / Silvio Alternante), Roquildes Junior (Roque), Thiago Garça (Pablo / Bailarino Russo), Velson D’Souza (Silvio Santos), Verônica Goeldi (Boneca Bolinha de Sabão / Telemoça), Vinícius Loyola (Gugu Liberato / Gilliard / Sérgio Mallandro) e Yasmin Calbo (Boneca Bolinha de Sabão / Telemoça).

Para Marília Toledo, fazer um musical 100% nacional é um dos principais desafios deste trabalho e também o seu maior orgulho. “Falar de uma figura tão emblemática da nossa cultura popular, usando a música como fio condutor da história, nos permite uma boa liberdade estética. Isso se dá porque conhecemos bem os personagens ligados ao Silvio Santos, além dos ritmos e canções que acompanharam a trajetória do apresentador e empresário desde sua ascensão profissional até a década de 90, que é a linha cronológica da dramaturgia, escrita por mim e pelo Emilio Boechat”, comenta Marília.

Já Emilio Boechat conta que a peça foi escrita ao longo de um ano e meio. “Investimos um bom tempo levantando uma timeline de eventos importantes na vida do Silvio. Depois jogamos esses eventos dentro da estrutura clássica de um musical. Foi quando decidimos contar a história do Sílvio por meio de um devaneio, como em ‘All That Jazz’. A partir daí, escrevemos poucas cenas juntos. Como era difícil coincidir nossas agendas de trabalho, eu escrevia algumas cenas quando podia e ela também. Pouco antes do início dos ensaios escrevemos juntos as cenas que faltavam. Mas sabíamos que com a entrada do Marco França muitas cenas com diálogos seriam transformadas em música. Era um desejo dos dois que o espetáculo fosse conduzido pelas canções”, comenta.

O ator Velson D’Souza, de 35 anos, foi o escolhido para interpretar Silvio Santos – ele trabalhou no SBT em novelas como ‘Cristal’, ‘Revelação’ e ‘Vende-se Um Véu de Noiva’, e com o próprio apresentador no Programa Sílvio Santos. Para se preparar para esse papel desafiador, ele conta que tem procurado fugir da caricatura do homenageado, que já foi imitado por tantas personalidades.

“Estou tentando partir da desconstrução. Minha abordagem é olhar as situações da vida dele com o máximo de verdade, da maneira mais próxima de mim, do que eu vivi e me colocar no lugar dele. Acho que a convivência com ele ajudou bastante, sobretudo para perceber que ele é daquela forma que conhecemos mesmo quando não está em cena. E trazer um pouco da voz do Silvio, sobretudo do timbre. Não para ficar aquela coisa carregada, mas para termos uma pequena diferenciação de quando é o showman e quando está conversando com outras pessoas fora de cena, como, por exemplo, com Manoel da Nóbrega. O grande lance é não ficar aquela caricatura do Silvio Santos que todo mundo faz. E isso também funciona para o gestual. Tem a questão da mão, que é muito presente, toda aquela postura altiva e elegante do Silvio. Eu acho que temos que entender isso e atravessar. Quando ele era jovem, provavelmente não era igual ao que é hoje. Mas temos que fazer algo que lembre como ele é hoje”, revela o ator.

Antes do início do espetáculo, haverá um pré-show com diversas atrações do programa Silvio Santos ao longo de décadas no ar, como a “Porta da Esperança”, o “Foguete do sim ou não” e o “Roletrando”, além de um bar com comidas típicas do Domingo no Parque, como salgados, pipoca, refrigerante e algodão doce, entre outros.

É justamente a novidade e o ineditismo que pautam a direção de Fernanda Chamma. “O processo criativo do musical do Silvio está sendo bem bacana. Fechamos um elenco expressivo do teatro musical, então, estou trabalhando com uma liberdade de criação dos personagens de uma maneira bem inusitada e atemporal. Eu não quero rótulos – mesmo que estejamos trabalhando com personalidades bem conhecidas, acho que tudo o que não é previsível será bem aceito. E acho que estamos fazendo um espetáculo com muito ritmo, diversão e um formato diferente. Sempre quero ser diferente e não parar de criar nunca, pois é uma forma de respeito ao público e ao teatro musical. E o Silvio Santos é isto: uma persona única, jamais existiu e nem existirá outra similar. Acho que tem que ter esse ineditismo, humor, alegria e um estilo SBT de se fazer”, explica a diretora.

A trilha sonora é composta por músicas que marcaram a trajetória de Silvio Santos até a década de 1990 e animaram os programas de auditório. “Fazer esse projeto é inevitavelmente olhar para o passado e revisitar minha infância, na qual esse universo não só do programa, mas das músicas – sobretudo da década de 1980 – esteve tão presente. A minha função primeira é ser fiel aos arranjos originais, tentando mudar minimamente, colocando um pouco da minha personalidade, mas sem ferir a identidade dessas canções que estão nesse imaginário e que fizeram parte dessa época. E a outra parte compor canções novas que tenham a ver com a necessidade da dramaturgia. Dentro desse repertório popular que estava presente nas vinhetas do programa do Silvio tem um pouco do jingle publicitário. Para reforçar esse caráter, resolvi trabalhar com o Fernando Suassuna, um grande músico e amigo de infância. Ele escreveu as letras e eu compus todas as canções originais. Acho que todos estão bem felizes com o resultado”, acrescenta o diretor musical Marco França.

Para zelar pela segurança do público e funcionários, Silvio Santos Vem Aí está seguindo as regras determinadas pelas autoridades sanitárias para prevenção da covid-19. O uso de máscara é obrigatório.

SINOPSE
A comédia musical Silvio Santos Vem Aí!, escrita por Marília Toledo e Emílio Boechat e dirigida por Fernanda Chamma e Marilia Toledo, faz um recorte na vida do apresentador e empresário Senor Abravanel de sua infância, quando era camelô no Rio de Janeiro, até a década de 90, logo após a consolidação do SBT. Com personagens icônicos como Gugu Liberato, Hebe, Elke Maravilha, Wagner Montes, Bozo, Pedro de Lara entre outros, e músicas que marcaram essas décadas e animaram os programas de auditório, o espetáculo promete agradar todas as gerações.

FICHA TÉCNICA
Texto: Marilia Toledo e Emílio Boechat
Direção: Fernanda Chamma e Marilia Toledo
Direção Musical: Marco França
Cenografia: Bruno Anselmo
Produção e realização: Paris Cultural

Elenco por ordem alfabética:
Adriano Tunes – Velha da Praça / Nahim
Bianca Rinaldi – Íris
Bruno Kimura – Anestesista / Bailarino Russo
Daniela Cury – Rebeca Abravanel / Hebe Camargo

Giselle Lima – Gretchen / Telemoça / Cantora de Rádio
Gustavo Daneluz – Silvio Jovem
Ivan Parente – Pedro de Lara
Jú Romano – Rosana / Telemoça
Juliana Bógus – Aracy de Almeida
Léo Rommano – Atrasildo / Manoel de Nóbrega Alternante
Lucas Colombo – Bozo

Mari Amaral – Mara Maravilha / Telemoça
Paula Flaibann – Elke Maravilha
Rafael Aragão – Alberto Abravanel / Luiz Caldas / Silvio Alternante
Roquildes Junior – Roque
Thiago Garça – Pablo / Bailarino Russo

Velson D’souza – Silvio Santos
Verônica Goeldi – Boneca Bolinha de Sabão / Telemoça
Vinícius Loyola – Gugu Liberato / Gilliard / Sérgio Mallandro

Yasmin Calbo – Boneca Bolinha de Sabão / Telemoça

SOBRE A PARIS CULTURAL 

Criada pelos sócios Marcio Fraccaroli, Sandi Adamiu e Marilia Toledo, a Paris Cultural é uma empresa cem por cento brasileira dedicada ao desenvolvimento e produção de espetáculos teatrais, musicais e exposições originais focadas em personalidades e temas nacionais. Com a intenção de valorizar dramaturgos, diretores, compositores e outros artistas brasileiros, a primeira estreia foi o musical Silvio Santos Vem Aí, em março de 2019. Acreditando no potencial dos nossos talentos, a Paris Cultural afirma seu compromisso na criação de um legado para a cultura nacional. 

SOBRE O TEATRO RAUL CORTEZ

Site: www.fecomercio.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/teatroraulcortez/
Instagram: @teatroraulcortez

Inaugurado como Teatro Fecomercio em 2005, tornou-se um dos principais espaços dedicados ao meio artístico-cultural. Em razão de sua representatividade e, também, em homenagem a um dos maiores atores brasileiros, ganhou, mais tarde, o nome de Teatro Raul Cortez. A versatilidade de suas instalações permitiu, ainda, que o ambiente fosse utilizado tanto para apresentações de grandes espetáculos como para a realização de importantes eventos corporativos e, hoje, sua identidade reúne a imponência de sua estrutura e a grandiosidade do universo teatral.

O teatro já foi palco de peças clássicas e contemporâneas, como “A Tempestade”, de William Shakespeare, que ganhou uma nova montagem sob a direção de Marcelo Lazzaratto; “Dom Juan de Moliére”, dirigida por William Pereira, com Rodrigo Lombardi; “As favas com os escrúpulos”, dirigida por Jô Soares, com Bibi Ferreira e Juca de Oliveira (autor da peça); “As centenárias”, escrita por Newton Moreno, com as atrizes Andrea Beltrão e Marieta Severo; “A saga da bruxa Morgana e a família real”, um texto de Alonso Alvarez e dirigida por Christiane Tricerri, com Rosi Campos e Tadeu de Pyetro; e “Raimunda, Raimunda”, de Francisco Pereira da Silva, com direção e atuação de Regina Duarte.

SERVIÇO:
SILVIO SANTOS VEM AÍ

Temporada: 18 de fevereiro a 10 de abril de 2022 

Sessões: sextas-feiras às 21h00, sábados às 16h00 e 20h00, domingos às 15h00 e 19h00

Duração do espetáculo: 2 horas e 15 minutos (com 15 minutos de intervalo)

Setores e preços:  Setor I R$150,00 – Setor 2 R$120,00 – Setor 3 75,00

Link de vendas on-line:  www.sympla.com.br
Formas de pagamento: Dinheiro, Cartão de débito e Cartão de crédito.

#ÚLTIMA CHANCE de conferir “A Bela e a Fera, um musical” que encerra sua temporada este domingo em São Paulo

Musical produzido pela Palavra e Som Entreterimento encerra temporada neste final de semana em São Paulo, no Teatro Liberdade.

“A Bela e a Fera – Um Musical” produzido pela Palavra e Som, conta com efeitos especiais, 60 figurinos, sensações em 3D onde a plateia poderá se sentir imersa na história, ilusionismo, cenários grandiosos, além de ser todo cantado ao vivo. Seguindo a linha Family Show, o musical encanta a toda família e se despede de São Paulo em últimas apresentações no próximo sábado (12) e domingo (13), às 16h.

Teaser Oficial do espetáculo | Divulgação

O musical conta a história de Bela, uma inteligente jovem que vive em uma pequena aldeia e é considerada estranha pelos moradores locais. Seu pai, Antônio, é um construtor nada talentoso, porém muito esforçado que perdeu toda sua fortuna ao longo dos anos. Bela é cortejada por Gaspar, o jovem caçador da aldeia que pretende casar com ela. Mesmo sendo desejado por todas na aldeia, Bela não retribui o interesse, pois acha Gaspar uma pessoa primitiva. Quando seu pai decide viajar para apresentar uma de suas invenções em uma famosa feira de inventores, Bela pede para que ele traga uma rosa que encontrar em seu caminho. Antônio segue viagem e se perde em meio a floresta, buscando abrigo em um castelo abandonado, onde coisas estranhas acontecem. Uma Fera monstruosa surge em meio a folhagem e captura o velho, o tornando seu prisioneiro. Quando Bela recebe a notícia, decide embarcar em uma grande aventura pela floresta para salvar seu pai. A jovem descobre que os moradores do castelo foram transformados em objetos que falam, dançam e até cantam. Todos no castelo percebem que este encontro pode ser a grande chance do feitiço ser quebrado. Isto só acontecerá se a Fera amar alguém e ter o amor retribuído. Mas isso deve ser rápido, pois quando a última pétala de uma rosa encantada cair, o feitiço não poderá mais ser desfeito.

O espetáculo tem duração de uma hora e trinta minutos. A montagem nacional é idealizada pelo diretor geral Bruno Souza, direção de cena de Manu Littiéry, com coreografias de Gabriela Evangelista, direção musical do Maestro Ettore Veríssimo, versão do texto de Lucas Cavalaro e roteiro final de Bruno Souza.

Ficha Técnica:

Idealização e Direção Geral: Bruno Souza
Versão: Lucas Cavalaro
Direção de Cena: Manuela Littiéry
Direção Musical: Ettore Veríssimo
Assistente de Direção Musical: Gabriel Fabbri
Coreografias: Gabriela Evangelista
Produção: Palavra & Som Entretenimento
Produção Executiva: Tatiana Veliz
Produção Artística: Daniela Simonassi
Elenco: Beatriz Algranti, Bruno Souza, Lucas Godoy, Gui Giannetto, Marcos Antonelli, Gustavo Mazzei, Lucas Marques, Priscila Cammarosano, Manu Littiery, Carol Cristal, Gabriela Evangelista, Luke Lima, Bruno de Paiva, Caio de Paiva, Giovanna Claboxar

Serviço:

“A Bela e a Fera – Um Musical”
Até 13 de fevereiro
Sábados e Domingos, às 16h00
Teatro Liberdade (R. São Joaquim, 129, São Paulo – São Paulo)
Ingressos de R$25,00 a R$150,00
Venda pelo site: https://bileto.sympla.com.br/event/70782/d/120457
Duração: 100 minutos
Classificação: Livre

[EXCLUSIVO] Confira “Popstar” com Li Martins, em Brilha La Luna

No dia 01 de fevereiro, o Mundo dos Musicais gravou com exclusividade uma cena de “Brilha La Luna” com a participação especial da ex-rouge Li Martins,

No dia 01 de fevereiro, o Mundo dos Musicais gravou com exclusividade uma cena de “Brilha La Luna” com a participação especial da ex-rouge Li Martins, confira a seguir. Lembrando que o espetáculo está em cartaz no Teatro Liberdade com sessões às segundas (20h30) e terças (20h30) e você pode comprar seus ingressos clicando aqui.

Além de sua trajetória no RougeLi Martins participou de programas de TV e foi campeã do reality show “Famosas em Apuros”. Também participou de quadros do Programa Raul Gil, Power Couple e muitos outros. No teatro musical, destacam-se trabalhos relevantes nos musicais “Miss Saigon“, como a protagonista Kim sobre produção da Time For Fun, “A Bela e a Fera” como o papel-título Bela, também da produtora T4F e “Jekyll & Hyde – O Médico e o Monstro“, como Emma Carrew cover.

FICHA TÉCNICA

IDEIA ORIGINAL: Diego Montez
TEXTO: Juliano Marceano
DIREÇÃO DE REMONTAGEM: Ana Elisa Mattos e Diego Montez
BASEADO NA DIREÇÃO ORIGINAL DE: Pedro Rothe
DIREÇÃO MUSICAL ORIGINAL: Tony Lucchesi
COREOGRAFIAS: Victor Maia
FIGURINOS: Ana Elisa Schumacher
CENOGRAFIA: Higor Valentini
DIREÇÃO DE ARTE Eduardo Ekermann
RELAIZAÇÃO: LAB CULTURAL 

ELENCO: Marcella Bartholo, Pamella Machado, Robson Lima, Julia de Aquino, Carol Vanni, Amanda Doring, Diego Martins, Bruno Boer, Matheus Paiva, Fernanda Gabriela, João Felipe Saldanha, Guilherme Lopez, Alicio Zimmerman, Laura Loup, Ísis Mendonça, João Lucas Martins, Yasmin Lifer, Luke Lima e Larissa Noel.

“DISNEY IN CONCERT’’ AS MÚSICAS DE SEUS FILMES FAVORITOS VOLTA AO BRASIL EM MARÇO NO TEATRO BRADESCO (SP)

Espetáculo apresenta as músicas de filmes Disney tocadas pela Orquestra Sinfônica Villa Lobos e interpretadas por grandes nomes do Teatro Musical Brasileiro.

As melodias inesquecíveis de filmes da Disney fazem parte da vida de diversas gerações de adultos e crianças. E, a partir de 10 de março, fãs de todas as idades poderão experimentar essas músicas em um formato mágico, com a temporada de Disney in Concert – As Músicas de Seus Filmes Favoritos ao vivo em São Paulo no Teatro Bradesco (Bourbon Shopping).

As 20 músicas do espetáculo são executadas pela Orquestra Sinfônica Villa Lobos, que conta com 66 músicos, músicas e cantores (as) líricos (as) regidos (as) pelo maestro Adriano Machado. Além das versões orquestradas das canções clássicas da Disney, o espetáculo conta também com imagens dos filmes projetadas em um telão LED, levando o público por uma viagem aos filmes mais queridos da Disney e passando por trilhas de A Bela e a Fera, A Pequena Sereia, Aladdin, O Rei Leão, Mary Poppins e também pelos mais atuais como Frozen e Frozen 2, Moana, Enrolados e Piratas do Caribe.

O público entrará em uma verdadeira sinfonia da imaginação, com uma cenografia mágica,
que permite diversos espaços para as projeções, criando uma sensação de imersão no
mundo mágico Disney. Estrelando o espetáculo, o elenco de solistas é formado por grandes nomes do teatro musical como:

Os ingressos, que custam a partir de R$50,00 e podem ser adquiridos pelo site da uhuu.com e bilheterias dos Teatros Bradesco e Opus Frei Caneca.

O espetáculo está seguindo todos os protocolos de segurança e higiene da OMS e do Estado
de São Paulo. A quantidade de pessoas deve respeitar as recomendações de distanciamento
social e uso de máscaras.

SOBRE MAESTRO ADRIANO MACHADO E ORQUESTRA SINFÔNICA VILLA LOBOS

Fundada em 2002 pelo Maestro Adriano Machado, a Orquestra Sinfônica Villa Lobos completa 22 anos de existência, reafirmando o compromisso que lhe deu origem: interpretar a músicas sinfônicas de forma inovadora com o objetivo de aproximar novos públicos da música de concerto. Hoje o maestro Adriano conta com o respeito do cenário musical através de uma carreira bem diversificada como maestro, violinista e arranjador, e sua formação se espalha pelos campos da música e empreendedorismo. Ao longo dos anos, conduziu muitas produções em alguns dos teatros mais prestigiados do Brasil. Sua tecnicidade o levou não só às maiores produções da música clássica, mas também aos palcos musicais da cena popular, incluindo grandes concertos cinematográficos, onde a orquestra sinfônica é protagonista na performance ao vivo de grandes filmes.

SERVIÇO
MINISTÉRIO DO TURISMO E GRUPO ZAFFARI APRESENTAM
DISNEY IN CONCERT
DISNEY IN CONCERT – AS MÚSICAS DE SEUS FILMES FAVORITOS AO VIVO EM SÃO PAULO
Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 – Bourbon Shopping São Paulo – Perdizes)
http://www.teatrobradesco.com.br
Lei Federal de Incentivo à Cultura
Apresentação: Grupo Zaffari
Planejamento Cultural: Opus Entretenimento
Realização: Off Broadway e Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo
Federal – Pátria Amada Brasil
Sessão acessível em Libras e Audiodescrição – 13/03, às 11h
Ingressos a partir de R$ 50,00 – valor inteiro
Estreia 10 de março
Consulte sessões e horários em teatrobradesco.com.br
Duração: aprox. 100min.

Classificação: Livre. Menores de 15 anos somente poderão entrar acompanhados dos pais
ou mães ou responsáveis. Crianças com até 24 meses de idade que ficarem no colo dos pais
o mães, não pagam.
Acessibilidade
Ar-condicionado
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
Uhuu.com – com taxa de serviço
Bilheterias físicas – sem taxa de serviço

Teatro Bradesco (Shopping Bourbon)
Teatro Opus Frei Caneca (Shopping Frei Caneca)
De segunda a domingo, das 12h às 20h (pausa almoço: 15h às 16h)
Formas de pagamento: Bilheterias dos teatros: dinheiro, cartão de crédito e cartão de débito
Site da Uhuu.com e outros pontos de venda oficiais: cartão de crédito
Cartões de créditos aceitos: Visa, Mastercard, Diners, Hipercard, American Express e Elo
Cartões de débito aceitos: Visa, Mastercard, Diners, Hipercard, American Express e Elo


Estacionamento Bourbon Shopping
Isento até 15 minutos
Compras no Záffari acima de R$ 50,00 = 3h de isenção (exceto para Valet, Sem Parar e
Conectcar).
Self: Primeiras 2 horas = R$ 16,00
Hora adicional = R$ 5,00
Valet Parking: 1a hora = R$ 20,00
Hora adicional = R$ 12,00
Motos: Primeiras 2 horas = R$ 16,00
Hora adicional = R$ 5,00

EX-ROUGE LI MARTINS FARÁ PARTICIPAÇÃO ESPECIAL NO MUSICAL “BRILHA LA LUNA” EM 01 e 21 DE FEVEREIRO

O musical Brilha la Luna, inspirado nas músicas do grupo Rouge, contará com a participação especial da atriz e cantora Li Martins, uma das ex-integrantes do grupo, nas sessões dos dias 01 e 21 de fevereiro.

Foto: Divulgação

O musical Brilha la Luna, inspirado nas músicas do grupo Rouge, contará com a participação especial da atriz e cantora Li Martins, uma das ex-integrantes do grupo, nas sessões dos dias 01 e 21 de fevereiro

O espetáculo está em cartaz no Teatro Liberdade desde o dia 24 de janeiro com sessões às segundas (20h) e terças (20h30) e os ingressos podem ser adquiridos pela Sympla no link: https://bileto.sympla.com.br/event/70833/d/120869.  

Além de sua trajetória no Rouge, Li Martins participou de programas de TV e foi campeã do reality show “Famosas em Apuros”. Também participou de quadros do Programa Raul Gil, Power Couple e muitos outros. No teatro musical, destacam-se trabalhos relevantes nos musicais “Miss Saigon“, como a protagonista Kim sobre produção da Time For Fun, “A Bela e a Fera” como o papel-título Bela, também da produtora T4F e “Jekyll & Hyde – O Médico e o Monstro“, como Emma Carrew cover.

SOBRE O ESPETÁCULO

O musical, que fez uma temporada de sucesso em 2019 no Rio de Janeiro (Teatro Prudential), é  uma produção da Lab Cultural, tem texto de Juliano Marceano, direção original de Pedro Rothe (Elis – A Musical), direção musical e arranjos de Tony Lucchesi (Bibi – Uma Vida em Musical) e coreografias de Victor Maia (Meu Destino é Ser Star). Os figurinos são assinados por Ana Elisa Schumacher (Noite de Patroa) e a cenografia por Higor Valentini. A ideia, segundo os idealizadores, nasceu antes mesmo da volta do grupo em 2013.

A ideia surgiu faz tempo. Uma das minhas melhores amigas, que é atriz e estava fazendo novela comigo na época, viveu em uma comunidade hippie até seus 16 anos sem acesso algum à tecnologia ou à cultura pop. Aquela história ficou tanto na minha cabeça que comecei a rascunhar a ideia de uma peça sobre essa garota que passa uma vida em uma aldeia afastada da cidade e cai de paraquedas no mundo frenético da televisão. No café onde eu escrevia o nome das primeiras personagens tocou Ragatanga. Foi ali que me ocorreu que “Aserejé” é um nome ótimo para uma comunidade alternativa e que esse tal ‘Diego’ que vira a esquina podia ser um mochileiro que apresenta todo esse universo a essa garota. Me juntei com o Juliano (Marceano, autor do texto) e começamos a desenvolver a dramaturgia em cima do repertório que a gente conhecia de cor: éramos fãs da banda de dormir na porta do estádio para ir no show”, diz Diego Montez, um dos idealizados do espetáculo. 

Foi um dos momentos mais tocantes da trajetória da peça. Apresentamos, em 2017, uma leitura para elas e foi um momento muito lindo de troca. Elas se emocionaram, agradeceram o carinho e homenagem e se demonstraram muito abertas na época. Ter a bênção das cinco seria essencial”, completa Diego.   

Uma das razões do Rouge ser a escolha para o espetáculo foi que, além de ser um dos maiores grupos pop do Brasil, é também o motivo que torna tão fácil escrever uma dramaturgia sobre, elas falavam para todos e por todos.

O espetáculo tem como premissa convidar a família toda, fãs do grupo e fãs de musicais a refletirem de maneira leve sobre sonoridade, diversidade e o poder dos sonhos. Tudo que as meninas passaram em suas músicas e a que são causas tão urgentes hoje em dia. A maioria dos hits do Rouge estará presente em 1h30 de espetáculo.

O elenco de Brilha la Luna é composto por nomes conhecidos de teatro musical em seu elenco protagonista e jovens talentos estreantes que ajudam a contar a peça. A protagonista, Marcella Bartholo, foi selecionada por meio de um reality show, assim como as Rouge, entre quase 700 garotas.

SINOPSE

A história tem como base a personagem Luna, que dá nome ao espetáculo, uma jovem que viveu toda sua vida na Comunidade de Arerejé, um refúgio hippie criado por seus pais escondido das grandes metrópoles. Ela vive uma vida tranquila, mas ao completar 18 anos, se vê órfã e sente que falta algo em toda aquela perfeição. É aí que ele vira a esquina…

Diego, um mochileiro que está de passagem pela comunidade encanta Luna levando-a a acreditar que finalmente encontrou a última parte que precisava pra completar a vida perfeita.

Quando Diego parte de Aserejé, ela descobre que o endereço do garoto na cidade grande é o mesmo estampado em cartas que seu pai, então líder da comunidade, recebia enquanto vivo. Luna decide segui-lo atrás de respostas com a ajuda de Pedro, seu melhor amigo secretamente apaixonado por ela.

Luna continuará em busca de respostas sobre quem ela realmente é ou irá se esquecer de tudo para se tornar a nova estrela da música.

Confira o Instagram de Brilha la Luna: https://www.instagram.com/brilhalalunaomusical/

FICHA TÉCNICA

IDEIA ORIGINAL: Diego Montez

TEXTO: Juliano Marceano

DIREÇÃO DE REMONTAGEM: Ana Elisa Mattos e Diego Montez

BASEADO NA DIREÇÃO ORIGINAL DE: Pedro Rothe

DIREÇÃO MUSICAL ORIGINAL: Tony Lucchesi

COREOGRAFIAS: Victor Maia

FIGURINOS: Ana Elisa Schumacher

CENOGRAFIA: Higor Valentini

DIREÇÃO DE ARTE Eduardo Ekermann

RELAIZAÇÃO: LAB CULTURAL 

ELENCO: Marcella Bartholo, Pamella Machado, Robson Lima, Julia de Aquino, Carol Vanni, Amanda Doring, Diego Martins, Bruno Boer, Matheus Paiva, Fernanda Gabriela, João Felipe Saldanha, Guilherme Lopez, Alicio Zimmerman, Laura Loup, Ísis Mendonça, João Lucas Martins, Yasmin Lifer, Luke Lima e Larissa Noel.

Conheça o elenco de “A Família Addams”, que retorna ao Teatro Renault após 10 anos

Conheça o elenco da nova produção da T4F (Time For Fun) que estreia em 10 de março, no Teatro Renault, A Família Addams.

Os Addams e seus ancestrais se preparam para invadir São Paulo novamente, dez anos após sua estreia nos palcos do então Teatro Abril. Com estreia já marcada para o dia 10 de março, a T4F Entretenimento revelou o elenco do espetáculo.

Continue Lendo “Conheça o elenco de “A Família Addams”, que retorna ao Teatro Renault após 10 anos”

Musical “A Bela e a Fera”, no Teatro Liberdade, é opção para toda a família

Em cartaz no Teatro Liberdade, em São Paulo, a adaptação musical de um dos maiores sucessos da história, “A Bela e a Fera”, de Madame de Beaumont é opção de passeio para toda a família.

O espetáculo conta com efeitos especiais, 60 figurinos, sensações em 3D onde a plateia poderá se sentir imersa na história, ilusionismo, cenários grandiosos, além de ser todo cantado ao vivo. Seguindo a linha Family Show o musical promete encantar a toda família, aos sábados e domingos, sempre às 16h.

Fotos: Helena Mello

O musical conta a história de Bela, uma inteligente jovem que vive em uma pequena aldeia e é considerada estranha pelos moradores locais. Seu pai, Antônio, é um construtor nada talentoso, porém muito esforçado que perdeu toda sua fortuna ao longo dos anos. Bela é cortejada por Gaspar, o jovem caçador da aldeia que pretende casar com ela. Mesmo sendo desejado por todas na aldeia, Bela não retribui o interesse, pois acha Gaspar uma pessoa primitiva. Quando seu pai decide viajar para apresentar uma de suas invenções em uma famosa feira de inventores, Bela pede para que ele traga uma rosa que encontrar em seu caminho. Antônio segue viagem e se perde em meio a floresta, buscando abrigo em um castelo abandonado, onde coisas estranhas acontecem. Uma Fera monstruosa surge em meio a folhagem e captura o velho, o tornando seu prisioneiro. Quando Bela recebe a notícia, decide embarcar em uma grande aventura pela floresta para salvar seu pai. A jovem descobre que os moradores do castelo foram transformados em objetos que falam, dançam e até cantam. Todos no castelo percebem que este encontro pode ser a grande chance do feitiço ser quebrado. Isto só acontecerá se a Fera amar alguém e ter o amor retribuído. Mas isso deve ser rápido, pois quando a última pétala de uma rosa encantada cair, o feitiço não poderá mais ser desfeito.

O espetáculo tem duração de uma hora e trinta minutos. A montagem nacional é idealizada pelo diretor geral Bruno Souza, direção de cena de Manuela Littiéry, com coreografias de Gabriela Evangelista, direção musical do Maestro Ettore Veríssimo, versão do texto de Lucas Cavalaro e roteiro final de Bruno Souza. A produção do espetáculo fica a cargo da Palavra & Som Entretenimento.

Ficha Técnica:

Idealização e Direção Geral: Bruno Souza
Versão: Lucas Cavalaro
Direção de Cena: Manuela Littiéry
Direção Musical: Ettore Veríssimo
Assistente de Direção Musical: Gabriel Fabbri
Coreografias: Gabriela Evangelista
Produção: Palavra & Som Entretenimento
Produção Executiva: Tatiana Veliz
Produção Artística: Daniela Simonassi
Elenco: Beatriz Algranti, Bruno Souza, Lucas Godoy, Gui Giannetto, Marcos Antonelli, Gustavo Mazzei, Lucas Marques, Priscila Cammarosano, Manu Littiery, Carol Cristal, Gabriela Evangelista, Luke Lima, Bruno de Paiva, Caio de Paiva, Giovanna Claboxar

Serviço:

“A Bela e a Fera – Um Musical”
Curta temporada até 13 de fevereiro
Sessões: Sábados e Domingos às 16h00
Teatro Liberdade (R. São Joaquim, 129, São Paulo – São Paulo)
Ingressos de R$25,00 a R$150,00
Venda pelo site: https://bileto.sympla.com.br/event/70782/d/120457
Duração: 100 minutos
Classificação: Livre

Premiado musical As Cangaceiras reestreia no Teatro TUCA, de 21 de janeiro a 20 de fevereiro.

Com texto e letras de Newton Moreno, direção de Sergio Módena e direção musical de Fernanda Maia, espetáculo é livremente inspirado em depoimentos de mulheres envolvidas no Cangaço e exalta a força feminina

Sucesso de crítica e público, o musical original As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão ganha uma nova temporada no Teatro TUCA, entre 21 de janeiro a 20 de fevereiro de 2022. O espetáculo tem texto e letras de Newton Moreno, direção de Sergio Módena, direção musical de Fernanda Maia e elenco formado por Amanda Acosta, Marco França, Vera Zimmermann, Luciana Ramanzini, Luciana Lyra, Rebeca Jamir, Jessé Scarpellini, Marcello Boffat, Milton Filho, Pedro Arrais, Nábia Villela, Carol Bezerra e Eduardo Leão.

As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão estreou em 2019 no Teatro do SESI e é uma fábula inspirada nas mulheres que seguiam os bandos nordestinos atuantes contra a desigualdade social da região. A trama narra a história de um grupo de mulheres que se rebelam contra mecanismos de opressão encontrados dentro do próprio Cangaço, e encontram, umas nas outras, a força para seguir. Além de reflexões sobre o conceito de justiça social que o Cangaço representava, o espetáculo também reflete sobre as forças do feminino nesse espaço de libertação e sobre a ideia de cidadania e heroísmo.

Foto: Adriano Dória

Um pouco sobre a encenação

As canções originais foram compostas por Fernanda Maia (música) e Newton Moreno (letras), inspirados em ritmos da cultura nordestina. “Nas canções usei várias referências da música nordestina e tive uma abordagem afetiva desse material, por ser filha de paraibano e por ter morado no Nordeste enquanto fazia faculdade de música. Nessa época, pude entrar mais em contato com a cultura do Nordeste, que é de uma riqueza ímpar, cheia de personalidade, identidade, poesia e, ao mesmo tempo, muito paradoxal. Esse trabalho foi a união das vozes de todos. Não há como receber um texto de Newton Moreno nas mãos e não se encantar com o universo que existe ali”, conta Fernanda Maia.

Além dos atores cantarem em cena, o espetáculo traz cinco músicos para completar a parte musical (baixo, violão, guitarra, violoncelo e acordeão). Texto e música se misturam, palavra e canto se complementam, como se tudo fosse uma única linha dramatúrgica. “Optamos por uma narrativa que realmente seja uma continuação da cena e não um momento musical que pare para celebrar, ou para criar umas aspas dentro da história. Isso só é possível com canções compostas para o espetáculo. Buscamos um DNA totalmente brasileiro para a peça, tanto na embocadura, na fala, na construção do texto, como na interpretação dos atores. Não tem um modelo importado, não tem uma misancene importada, é uma investigação a partir de códigos que pertencem a uma estética do nosso país e do teatro brasileiro”, comenta o diretor Sergio Módena.

Como tudo começou

O produtor Rodrigo Velloni, o diretor Sergio Módena e o dramaturgo Newton Moreno queriam fazer uma parceria no teatro há tempos. Em 2018, o produtor Rodrigo Velloni sugeriu que colocassem um projeto no edital do Sesi-SP, juntos decidiram falar do feminino dentro do Cangaço. Assim nasceu As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão: um musical brasileiro inédito autoral.

Tanto a questão do protagonismo feminino como a questão da cultura e da história do Nordeste sempre foram muito presentes na dramaturgia e no teatro feitos por Newton Moreno. “Eu achei que falar sobre as Cangaceiras unia essas duas fontes. Uma escuta sensível a várias vozes femininas, quebrando o silêncio e falando sobre tantas violências, isso me fez pensar sobre os espaços onde não imaginamos que existam lutas silenciosas ou que não são mostradas. Simultaneamente, acessamos documentários, materiais de internet, notícias de jornal e o livro “Maria Bonita: Sexo, Violência e Mulheres no Cangaço”, da Adriana Negreiros, que discute a trajetória de Maria Bonita, falando que, apesar de o Cangaço ser um espaço de liberdade para algumas mulheres, era também um lugar violento. O cangaço reproduzia alguns mecanismos de violência do Sertão – abusos, estupros, desmandos. Enfim, ficou relativizado esse lugar de liberdade. Então, o Cangaço acabou virando um trampolim, uma janela, para falarmos sobre a situação de hoje. Por isso, fizemos a opção de não contar – elas são inspiração, mas não contamos a biografia de nenhuma dessas mulheres. Não há registro histórico de um bando dessa natureza. Mas, e se houvesse?”, explica Newton.

Foto: Adriano Dória

Um pouco da trama

Uma das grandes características dessa dramaturgia é seu caráter fabular e não de uma reprodução histórica e factual do que foi o Cangaço e o próprio Nordeste brasileiro da época.

O enredo começa quando Serena (personagem de Amanda Acosta) descobre que seu filho, que ela acreditava ter sido morto a mando do marido, Taturano (personagem de Marco França), está vivo. Ela, então, larga seu grupo do Cangaço, chefiado por Taturano, para partir em busca de seu bebê. Neste momento ela não tem a dimensão de que sua luta para encontrar o filho se tornará uma luta coletiva, maior que seu problema pessoal. Outras mulheres que formavam o bando se engajam nessa batalha, além de futuras companheiras que cruzam seu caminho.

Segundo a atriz Amanda Acosta, a peça  “é o grito de libertação que estas mulheres não puderam dar, mas que darão agora através desta obra escrita pelo nosso grande dramaturgo Newton Moreno. Grito que fala sobre coragem, amor, empatia, união, insurreição e liberdade”.

“A partir do momento que essa dramaturgia traz um bando de mulheres, que é algo que nunca ocorreu, temos uma liberdade para abrir várias janelas de reflexão, inclusive, fazendo um paralelo com o que estamos vivendo hoje. É uma reflexão sobre o sistema de opressão, no caso a mulher, mas você pode estender para qualquer camada social que está ali sendo historicamente oprimida”, completa o diretor.

Foto: Adriano Dória

FICHA TÉCNICA

Apresenta: Atlas Schindler. Patrocínio: Magnus e Lukscolor. Apoio: Autoluks, Arte e Atitude, Tuca, PUC, Competition e EPA química.  Uma produção original do Sesi-SP, encenado em 2019, no Teatro do Sesi-SP, Centro Cultural Fiesp. Co-produção: Calla Produções Artísticas. Realização: Velloni Produções Artísticas. Promoção: Nova Brasil FM.

Elenco: Amanda Acosta, Marco França, Vera Zimmermann, Luciana Ramanzini, Luciana Lyra, Rebeca Jamir, Jessé Scarpellini, Marcello Boffat, Milton Filho, Pedro Arrais, Nábia Villela, Carol Bezerra e Eduardo Leão. Músicos: Pedro Macedo (contrabaixo), Clara Bastos (contrabaixo), Daniel  Warschauer (acordeon), Dicinho Areias (acordeon), Carlos Augusto (violão), Abner Paul (bateria), Pedro Henning (bateria), Felipe Parisi (violoncelo), Samuel Lopes (violoncelo),  | Dramaturgia: Newton Moreno | Direção: Sergio Módena | Produção: Rodrigo Velloni | Direção Musical: Fernanda Maia | Canções Originais: Fernanda Maia e Newton Moreno | Coreografia: Erica Rodrigues | Figurino: Fabio Namatame | Cenário: Marcio Medina | Iluminação: Domingos Quintiliano | Assistente de Dramaturgia: Almir Martines | Diretor Assistente: Lurryan Nascimento | Pianista Ensaiador e Assistente de Direção Musical: Rafa Miranda | Designer Gráfico e Ilustrações: Ricardo Cammarota | Fotografia: Priscila Prade | Produção Executiva: Swan Prado | Assistente de Produção: Adriana Souza e Bruno Gonçalves | Gestão Financeira: Vanessa Velloni | Administração: Velloni Produções Artísticas | Assessoria de imprensa: Pombo Correio. 

Prêmios e indicações:

Vencedor do prêmio APCA 2019 de melhor dramaturgia (Newton Moreno)

10 indicações ao prêmio Bibi Ferreira 2019 (Pedro Arrais – vencedor na categoria de melhor ator) 

Indicado ao Prêmio Shell 2019, na categoria de melhor dramaturgia

8 indicações ao Prêmio Destaque Imprensa Digital 2019

2 indicações ao Prêmio Aplauso Brasil 2019

Indicado como melhor musical em 2019 pelos críticos da Folha de S. Paulo

8 indicações ao Prêmio Brasil Musical 2019

SERVIÇO

As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão

Teatro TUCA – Rua Monte Alegre, 1024, Perdizes
Temporada: de 21 de janeiro a 20 de fevereiro de 2022
Horários: sextas e sábados, às 21h, e domingos, às 19h
Ingressos: R$ 100 
Telefone Bilheteria: (11) 3670-8455
Duração: 120 minutos
Classificação: 12 anos
Capacidade: 115 lugares

Após temporada de sucesso, “Naked Boys Singing” reestreia no Teatro Nair Bello no próximo dia 21

Sucesso de crítica e público, com todas as sessões esgotadas, o musical “Naked Boys Singing!” está de volta, a partir do dia 21 de janeiro, agora no Teatro Nair Bello, no Shopping Frei Caneca, em São Paulo.

Naked Boys Singing! é um espetáculo de teatro musical, ícone da cultura gay, que estreou no Hollywood´s Celebration Teatre, em Los Angeles nos Estados Unidos, em 1998, e que posteriormente foi montado em New York, onde se tornou o segundo musical mais longevo off-Broadway. Produzido em mais de 20 países, desde a sua estreia sempre esteve em cartaz em algum lugar do mundo.

No Brasil, a nova montagem esteve em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno, e devido ao sucesso terá nova temporada presencial, que estreia no dia 21 de janeiro, sábado, às 21 horas, e os ingressos para as novas sessões já estão à venda pelo site Sympla ou na bilheteria do teatro.

Naked Boys Singing! é um musical, com músicas pujantes, tocadas ao vivo por um ator/pianista e defendido com energia e vitalidade por dez atores/cantores/bailarinos, além de uma equipe criativa com nove artistas. O espetáculo é dividido por 15 atos musicados, que abordam temas distintos relacionados ao corpo masculino, do cômico nonsense ao drama.

Segundo o diretor Rodrigo Alfer, a pele exposta em 2021 no musical tem um significado mais amplo e poético, principalmente pelo momento de pandemia em que fomos obrigados a nos cobrir, e temermos o corpo e contato com o outro. O musical além de libertador é uma celebração à vida. 

Ficha Técnica

Idealização: Robert Schrock

Versionista: Rafael Oliveira

Direção: Rodrigo Alfer

Assistente de Direção: Manu Littiéry

Direção Coreográfica: Alex Martins

Assistente de Coreografia: João Hespanholeto

Direção Musical: Ettore Veríssimo

Assistente de Direção Musical: Gabriel Fabbri

Preparação de Elenco: Érika Altimayer

Cenário e Figurino: Daniele Desierrê

Desenho de Luz: Guilherme Andrade

Desenho de Som: André Omote

Copista: Rafael Gamboa

Produção e Cenotecnia – Alexandre de Marco

Produção: Bacana Produção Artísticas

Elenco: André Lau, Aquiles, João Hespanholeto, Luan Carvalho, Lucas Cordeiro, Raphael Mota, Ruan Rairo, Silvano Vieira, Victor Barreto, Tiago Prates e Gabriel Fabri – Pianista

Fotos: Caio Gallucci

Serviço:

Naked Boys Singing!

Teatro Nair Bello (Rua Frei Caneca, 569 – 3º Piso, Shopping Frei Caneca, São Paulo – SP)

Temporada: 21 de janeiro a 20 de fevereiro

Sábados, às 21h; e domingos, às 19h

Ingressos: R$40,00 e R$80,00

Vendas online: https://bileto.sympla.com.br/event/70174/d/116096/s/681405

Vendas presenciais na Bilheteria do Teatro ou nos Totens de Venda no Shopping Frei Caneca

Duração: 80 min

Classificação indicativa: 16 anos

Ao som das músicas do grupo Rouge, musical “Brilha La Luna” estreia em São Paulo no dia 24 de janeiro

Os fãs da música pop têm mais uma razão para comemorar. Em curtíssima temporada, no Teatro Liberdade (SP), o espetáculo Brilha la Luna estreia ao som das músicas do grupo Rouge.

O musical, que fez uma temporada de sucesso em 2019 no Rio de Janeiro (Teatro Prudential), é  uma produção da Lab Cultural, tem texto de Juliano Marceano, direção original de Pedro Rothe (Elis – A Musical), direção musical e arranjos de Tony Lucchesi (Bibi – Uma Vida em Musical) e coreografias de Victor Maia (Meu Destino é Ser Star). Os figurinos são assinados por Ana Elisa Schumacher (Noite de Patroa). A ideia, segundo os idealizadores, nasceu antes mesmo da volta do grupo em 2013.

A ideia surgiu faz tempo. Uma das minhas melhores amigas, que é atriz e estava fazendo novela comigo na época, viveu em uma comunidade hippie até seus 16 anos sem acesso algum à tecnologia ou à cultura pop. Aquela história ficou tanto na minha cabeça que comecei a rascunhar a ideia de uma peça sobre essa garota que passa uma vida em uma aldeia afastada da cidade e cai de paraquedas no mundo frenético da televisão. No café onde eu escrevia o nome das primeiras personagens tocou Ragatanga. Foi ali que me ocorreu que “Aserejé” é um nome ótimo para uma comunidade alternativa e que esse tal ‘Diego’ que vira a esquina podia ser um mochileiro que apresenta todo esse universo a essa garota. Me juntei com o Juliano (Marceano, autor do texto) e começamos a desenvolver a dramaturgia em cima do repertório que a gente conhecia de cor: éramos fãs da banda de dormir na porta do estádio para ir no show”, diz Diego Montez, um dos idealizados do espetáculo. 

Brilha la Luna acontece no Teatro Liberdade, às segundas (20h), a partir de 24 de janeiro. Os ingressos da curta temporada custam a partir de R$40 e estão disponíveis para venda pela Sympla – https://bileto.sympla.com.br/event/70833/d/120868 – e bilheteria do teatro. Mais informações no serviço.

A história tem como base a personagem Luna, que dá nome ao espetáculo, uma jovem que viveu toda sua vida na Comunidade de Arerejé, um refúgio hippie criado por seus pais e escondido das grandes metrópoles. Ela vive uma vida tranquila, mas ao completar 18 anos, se vê órfã e sente que falta algo em toda aquela perfeição. É aí que ele vira a esquina, vê Diego e toda a história começa. O espetáculo passou pelo aval das integrantes do Rouge em 2017 e foi aprovado de cara.

Foi um dos momentos mais tocantes da trajetória da peça. Apresentamos, em 2017, uma leitura para elas e foi um momento muito lindo de troca. Elas se emocionaram, agradeceram o carinho e homenagem e se demonstraram muito abertas na época. Ter a bênção das cinco seria essencial”, completa Diego.   

Uma das razões do Rouge ser a escolha para o espetáculo foi que, além de ser um dos maiores grupos pop do Brasil, é também o motivo que torna tão fácil escrever uma dramaturgia sobre, elas falavam para todos e por todos.

O espetáculo tem como premissa convidar a família toda, fãs do grupo e fãs de musicais a refletirem de maneira leve sobre sonoridade, diversidade e o poder dos sonhos. Tudo que as meninas passaram em suas músicas e a que são causas tão urgentes hoje em dia. A maioria dos hits do Rouge estará presente em 1h30 de espetáculo.

O elenco de Brilha la Luna é composto por nomes conhecidos de teatro musical em seu elenco protagonista e jovens talentos estreantes que ajudam a contar a peça. A protagonista, Marcella Bartholo, foi selecionada por meio de um reality show, assim como as Rouge, entre quase 700 garotas.

Sinopse

A história tem como base a personagem Luna, que dá nome ao espetáculo, uma jovem que viveu toda sua vida na Comunidade de Arerejé, um refúgio hippie criado por seus pais escondido das grandes metrópoles. Ela vive uma vida tranquila, mas ao completar 18 anos, se vê órfã e sente que falta algo em toda aquela perfeição. É aí que ele vira a esquina…

Diego, um mochileiro que está de passagem pela comunidade encanta Luna levando-a a acreditar que finalmente encontrou a última parte que precisava pra completar a vida perfeita.

Quando Diego parte de Aserejé, ela descobre que o endereço do garoto na cidade grande é o mesmo estampado em cartas que seu pai, então líder da comunidade, recebia enquanto vivo. Luna decide segui-lo atrás de respostas com a ajuda de Pedro, seu melhor amigo secretamente apaixonado por ela.

Luna continuará em busca de respostas sobre quem ela realmente é ou irá se esquecer de tudo para se tornar a nova estrela da música.

Confira o Instagram de Brilha la Luna: https://www.instagram.com/brilhalalunaomusical/

Ficha Técnica (Temporada São Paulo):

ELENCO: Marcella Bartholo, Pamella Machado, Robson Lima, Julia de Aquino, Carol Vanni, Amanda Doring, Diego Martins, Bruno Boer, Matheus Paiva, Fernanda Gabriela, João Felipe Saldanha, Guilherme Lopez, Alicio Zimmerman, Laura Loup, Ísis Mendonça, João Lucas Martins, Yasmin Lifer, Luke Lima e Larissa Noel.

IDEIA ORIGINAL: Diego Montez
TEXTO: Juliano Marceano
DIREÇÃO DE REMONTAGEM: Ana Elisa Mattos e Diego Montez
BASEADO NA DIREÇÃO ORIGINAL DE: Pedro Rothe
DIREÇÃO MUSICAL ORIGINAL: Tony Lucchesi
COREOGRAFIAS: Victor Maia
FIGURINOS: Ana Elisa Schumacher
CENOGRAFIA: Higor Valentini
DIREÇÃO DE ARTE Eduardo Ekermann
RELAIZAÇÃO: LAB CULTURAL 

Serviço
Data: 24/01/22 – Estreia – Curta Temporada
Horário: 20h
Duração: 100 min
Gênero: Teatro Musical
Classificação: Livre
End: Rua São Joaquim nº129 – Liberdade – São Paulo
Local: Teatro Liberdade
Abertura da casa: 1h antes do início do evento

Musical “Noite de Patroa” estreia no Teatro Liberdade com hits do feminejo como Marília Mendonça, Naiara Azevedo e outras

Montagem estreia em São Paulo dia 27 e promete levantar a plateia com músicas dos principais nomes femininos da música sertaneja.

Do modão ao universitário, quem curte o estilo sertanejo não pode ficar fora dessa. No dia 27 de janeiro, estreia, em curtíssima temporada, o musical Noite de Patroa. A montagem conta uma historia original costurada por grandes sucessos de Marília Mendonça, Maiara e Maraísa, Simone e Simaria, Naiara Azevedo entre outras. 

As protagonistas Bruna Pazinato (Grandes Encontros da MPB) e Pamella Machado (2 Filhos de Francisco) serviram de inspiração para Diego Montez na construção do texto.

Eu sou do interior. Fui criado ouvindo muito sertanejo raiz e frequentando muita festa junina. Sempre tive uma ligação forte com o sertanejo e depois de trabalhar com as meninas, elas me apresentaram novas vozes, vozes potentes, inspiradoras e motivacionais que fazem verdadeiras cenas de suas músicas. Meu trabalho foi muito fácil aqui, foi colocar em ordem em um álbum essas histórias cruzadas que dão força a mulher moderna“, comenta Diego Montez – criador do musical.

Noite de Patroa acontece no Teatro Liberdade, às quintas e sextas (21h), a partir de 27 de janeiro. Os ingressos da curta temporada custam a partir de R$40 e estão disponíveis para venda pela Sympla – https://bileto.sympla.com.br/event/70834/d/120877 – e bilheteria do teatro. Mais informações no serviço.

O musical tem produção da Lab Cultural, texto de Diego Montez, direção de Fabiana Tolentino (M.O.T.I.M), direção musical de Andrei Presser (2 Filhos de Francisco) e Thiago Perticarrari (Assassinato para Dois) e coreografias de Mariana Barros (Heathers). Os figurinos são assinados por Ana Elisa Schumacher e o cenário é de Higor Valentini.

Bruna Pazinato (Marina) e Pamella Machado (Larissa) | Foto: Luís França

O enredo do espetáculo conta a história da dona de bar Marina e da popstar Larissa Fernandes, que têm algo em comum: foram traídas pelo mesmo cara. Em um dia místico, elas realizam uma simpatia que transforma Adão…em EVA! Por isso, Noite de Patroa trata de empatia. O espetáculo convida a refletir como é estar no lugar do outro e aprender com isso.

Queria muito que a direção fosse feita por uma mulher, a Fabi é uma grande interessada nas discussões que o texto levanta e junto com a Ana Elisa formaram uma dupla que passa uma mensagem poderosa através de um material popular“, completa Diego.

O espetáculo tem como premissa convidar a família, estudantes universitários, fãs de sertanejo e fãs de musicais a refletirem sobre empoderamento, empatia e respeito. Essas artistas sempre retrataram nossa geração de uma forma fácil de se relacionar, não tem como não cantar junto com uma música como “50 Reais”.

O elenco de Noite de Patroa é composto por nomes conhecidos de teatro musical em seu elenco protagonista e jovens talentos estreantes que ajudam a contar a peça. A protagonista, Bruna Pazinato, tem uma sólida carreira no feminejo que leva em paralelo com sua carreira de atriz.

Cena do espetáculo | Foto: Luís França

Sinopse

Nesse musical original costurado com hits do feminejo, quem manda são elas. Depois de pegar o marido a traindo no dia de seu casamento, Marina se vê mãe solteira com dois empregos para sustentar o filho pequeno que Adão deixou para nunca mais voltar a ver. O que poderia ser a história de qualquer mulher brasileira, tem uma guinada fantástica quando Larissa Fernandes, a popstar com quem pegou o marido naquele fatídico dia, vai ao seu encontro no bar e conta que o mesmo aconteceu com ela. Elas começam a perceber outras similaridades e percebem que são bem mais parecidas do que pensavam. É noite de lua-de-sangue, um fenômeno que acontece uma vez a cada 100 anos e elas brindam a vida, aos seus relacionamentos e ao ex que as uniu: “Que ele sinta na pele por uma noite o que nos fez sentir”…

No dia seguinte, Adão acorda um pouco diferente…em um corpo diferente! Agora no corpo de uma mulher, ele vai se aventurar numa viagem com essas duas mulheres fantásticas e aí sim passar pela verdadeira transformação: a interna.

Com canções de Marília Mendonça, Naiara Azevedo, Simone e Simaria entre outras vozes femininas poderosas, o espetáculo traztrás uma reflexão profunda sobre respeito, amor-próprio e empatia de forma leve e divertida e de fácil identificação. São mais de 15 atores no palco cantando ao vivo e com coreografias de tirar o fôlego que vão te fazer levantar da cadeira para cantar junto. E é isso que a gente quer!

Confira o Instagram de Noite de Patroa: https://www.instagram.com/noitedepatroaomusical/

Robson Lima e Pamella Machado | Foto: Luís França

Ficha Técnica:

REALIZAÇÃO: Lab Cultural

ELENCO: Bruna Pazinato, Pamella Machado, Ana Elisa Schumacher, Robson Lima, Gabi Camisotti, Thadeu Torres, Guilherme Lopez, Alicio Zimmerman, Laura Loup, Ísis Mendonça, João Lucas Martins, Yasmin Lifer, Luke Lima.

EQUIPE CRIATIVA E DE PRODUÇÃO
DIEGO MONTEZ – Roteiro
FABIANA TOLENTINO – Direção
ANA ELISA MATTOS – Direção Residente e Assistente de Direção
THIAGO PERTICARRARI E ANDREI PRESSER – Direção Musical
MARIANA BARROS – Coreografia
LETÍCIA VASCONCELOS – Assistente de direção de movimento
ANDREI PRESSER – Produção Musical
HIGOR VALENTINI – Cenografia
ANA ELISA SCHUMACHER – Figurinista
ANDRÉ BEZERRA – Light Design
JOSÉ TORO E ROBERT LIMA – Direção de Produção

SERVIÇO
Data: 27/01/22 – Estreia – Curta Temporada
Horário: 21hrs
Duração: 140 min
Gênero: Teatro Musical
Classificação: Livre
End: Rua São Joaquim nº129 – Liberdade – São Paulo
Local: Teatro Liberdade
Abertura da casa: 1h antes do início do evento

#VEM AÍ: Confira +30 musicais que estão previstos para o ano de 2022

O ano de 2022 promete! Veja +30 musicais que possuem previsão de estreia para esse ano novo que vai chegar.

2021 chega ao fim e com um novo ano, chegam também os novos musicais. Confira 40 produções que devem estrear em 2019 em São Paulo e no Rio de Janeiro e entre no ano novo com muitos musicais planejados!

Ainda em janeiro:

CHICAGO

Anunciado desde antes do início da pandemia, o musical Chicago retorna ao Brasil já a partir de 26 de janeiro de 2022 pelas mãos da IMM Entreterimento no palco do Teatro Santander, em São Paulo. Encabeçam o trio de protagonistas Emanuelle Araújo (como Velma), Carol Costa (como Roxie) e Paulo Szot (como Billy). Os ingressos já podem ser adquiridos.

Divulgação

CINDERELLA, O MUSICAL DA BROADWAY

Também com produção da Touchè Entreterimento, o musical Cinderella está confirmado na cidade do Rio de Janeiro a partir de 13 de janeiro de 2022 no Teatro Multiplan (antigo Teatro Bradesco Rio). O elenco permanece o mesmo da temporada paulista, encabeçados por Fabi Bang (Cinderella), André Loddi (Príncipe), Helga Nemetik (Fada Madrinha) e Gottsha (Madrasta). Os ingressos já estão à venda.

Cena do musical “Cinderella” | Foto: Priscila Prade

NAKED BOYS SINGING!

Depois de uma primeira temporada esgotada (literalmente) de sucesso, o musical Naked Boys Singing retorna no palco do Teatro Nair Bello (no Shopping Frei Caneca) a partir de 21 de janeiro. Não foi divulgado alterações no elenco.

Número apresentado na Coletiva de Imprensa do musical em 2021

SILVIO SANTOS VEM AÍ

Após enorme sucesso da temporada em 2021 a comédia musical Silvio Santos Vem Aí retorna no Teatro Raul Cortez, em São Paulo, a partir de 18 de fevereiro de 2022. Produzido pela Paris Cultural, texto de Marília Toledo Emílio Boechat, direção de Fernanda Chamma (que também assina a coreografia) e Marília Toledo e direção musical de Marco França.

Divulgação

ASSASSINATO PARA DOIS

Produzido pela Morente Forte, com direção de Zé Henrique de Paula e direção musical de Fernanda Maia, a montagem brasileira traz Thiago Perticarrari como o policial que investiga esse assassinato e Marcel Octavio, que assume o papel de todos os suspeitos e outros personagens que permeiam a história. O musical retorna no Teatro das Artes (no Shopping Eldorado), a partir de 25 de janeiro de 2022, com sessões às terças e quartas e os ingressos já estão à venda.

Foto: Caio Galucci

CONSERTO PARA DOIS

Produzido pela Raia Produções, o musical conta apenas com Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello no elenco, com participação especial do maestro Guilherme Terra e é encenado no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo, com retorno a partir de 21 de janeiro.

Foto: Lucas Ramos | AgNews

CARGAS D’ÁGUA

Parte integrante da mostra “Arte é Progesso” produzida por Luiza Porto e Vítor Rocha através da Encanto Artístico e da Enxame Produções Culturais, a ideia é ocupar os palcos depois de tanto tempo fora deles com histórias brasileiras a fim de destacar a importância de se produzir espetáculos autorais, que falem para e sobre o nosso povo. As sessões acontecerão no dias 27/01 e 03, 10 e 17/02, sempre às quintas às 20h30 no Teatro Viradalata.

Foto: Victor Miranda

SE ESSA LUA FOSSE MINHA

Parte integrante da mostra “Arte é Progesso” produzida por Luiza Porto e Vítor Rocha através da Encanto Artístico e da Enxame Produções Culturais, a ideia é ocupar os palcos depois de tanto tempo fora deles com histórias brasileiras a fim de destacar a importância de se produzir espetáculos autorais, que falem para e sobre o nosso povo. As sessões acontecerão no dias 28/01 e 04, 11 e 18/02, sempre às sextas às 20h30 no Teatro Viradalata.

Foto: Victor Miranda

BOM DIA SEM COMPANHIA

Parte integrante da mostra “Arte é Progesso” produzida por Luiza Porto e Vítor Rocha através da Encanto Artístico e da Enxame Produções Culturais, a ideia é ocupar os palcos depois de tanto tempo fora deles com histórias brasileiras a fim de destacar a importância de se produzir espetáculos autorais, que falem para e sobre o nosso povo. As sessões acontecerão no dias 30/01 e 06, 13 e 20/02, sempre aos domingos às 20h30 no Teatro Viradalata.

Divulgação

O MÁGICO DI Ó

Parte integrante da mostra “Arte é Progesso” produzida por Luiza Porto e Vítor Rocha através da Encanto Artístico e da Enxame Produções Culturais, a ideia é ocupar os palcos depois de tanto tempo fora deles com histórias brasileiras a fim de destacar a importância de se produzir espetáculos autorais, que falem para e sobre o nosso povo. As sessões acontecerão no dias 29/01 e 05, 12 e 19/02, sempre aos sábados às 20h30 no Teatro Viradalata.

Foto: Victor Miranda

A COR PÚRPURA

Depois de temporadas de sucesso no Rio e São Paulo, produzido pela Estamos Aqui Produções, o musical retorna ao Rio de Janeiro a partir de 20 de janeiro no Teatro Riachuelo para uma nova temporada e há previsão de retomada da turnê nacional anunciada em 2020, mas que não aconteceu devido a pandemia da Covid-19.

Foto: Rafael Nogueira

NOITE DE PATROA

Depois da estreia em Poços de Caldas/MG, o musical “Noite de Patroa“, produção da LAB Cultural, chega à São Paulo no Teatro Liberdade para um temporada curtíssima de 27 de janeiro até 18 de fevereiro, às quintas e sextas sempre às 21h. Com canções de Marília Mendonça, Naiara Azevedo, Simone e Simaria entre outras vozes femininas poderosas, o espetáculo traz uma reflexão profunda sobre respeito, amor próprio e empatia de forma leve e divertida e de fácil identificação. São mais de 15 atores no palco, cantando ao vivo e com coreografias de tirar o fôlego que vai te fazer levantar da cadeira pra cantar junto.

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BRILHA LA LUNA

A história tem como base a personagem Luna, que dá nome ao espetáculo, uma jovem que viveu toda sua vida na Comunidade de Aserejé, um refúgio hippie criado por seus pais escondido das grandes metrópoles. Ela vive uma vida tranquila, mas ao completar 18 anos, se vê órfã e sente que falta algo em sua vida, e é aí que alguém vira a esquina… Depois do sucesso na temporada carioca, com produção da LAB Cultura e Incena, o musical “Brilha La Luna” estreia em São Paulo para uma CURTA TEMPORADA entre 24 de janeiro e 22 de fevereiro, com sessões às segundas às 20h e terças às 20h30 no Teatro Liberdade.
E atenção, fãs do Rouge: nos dias 01 e 21 de fevereiro a atriz e cantora Li Martins (ex-Rouge) fará uma participação especial no espetáculo como a personagem Theodora!

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COPACABANA PALACE – O MUSICAL

Com texto de Ana Velloso e Vera Novello e direção de Gustavo Wabner e Sergio Módena, a peça conta a história do hotel desde a sua idealização, passando por momentos marcantes que se confundem com a própria história do Rio de Janeiro. No elenco Suely Franco, Vannessa Gerbelli e Claudio Lins encabeçam o time de 15 atores em cena. O espetáculo retorna a partir de 27 de janeiro de 2022 no Teatro Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

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RUA AZUSA, O MUSICAL

A obra, criada por Caique Oliveira, retrata a trajetória da segregação racial nos EUA, no início do século XX. Trazendo a história do avivalista William Seymour, que é interpretado pelo Pr. Adhemar de Campos, junto a um grande elenco da música gospel. Toda renda do espetáculo é revertida para o Projeto Aldeia Nissi na Angola (@aldeianissi). O musical retorna em 06 de janeiro no Teatro Nissi (antigo Teatro Brigadeiro, em São Paulo) e depois segue em turnê já com data de estreia para 21 de janeiro em São José dos Campos/SP.

Foro: Divulgação

AS CANGACEIRAS, GUERREIRAS DO SERTÃO

Depois de duas temporadas em São Paulo, o espetáculo retorna ao Teatro Tuca a partir de 21 de janeiro e depois segue para o Teatro Riachuelo, no Rio de Janeiro, a partir de 10 de março e os ingressos já estão a venda. O musical conta a história de um grupo de mulheres que se rebelam contra mecanismos de opressão que encontravam dentro do próprio cangaço. Além de reflexões sobre o conceito de justiça social que o cangaço representava, o espetáculo reflete sobre as forças do feminino nesse espaço de libertação e sobre nossa ideia de cidadania e heroísmo. Canções originais foram compostas para a produção, inspirando-se em ritmos da cultura nordestina.

Foto: Priscila Prade

UM DIA NA BROADWAY

Depois de temporadas de sucesso em São Paulo e no Rio de Janeiro, o musical Um Dia na Broadway volta para a temporada de 2021 no Teatro Claro, em São Paulo, a partir de 08 de janeiro. O espetáculo assinado pelo diretor italiano Billy Bond faz uma homenagem a grandes musicais da Broadway: Grease, Mamma Mia, Chicago, Les Miserables, Priscilla, Evita, Cats e Mary Poppins.

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CINDERELLA

Depois de temporadas de sucesso em São Paulo e no Rio de Janeiro, o musical Cinderella, de Billy Bond volta para a temporada de 2021 no Teatro Claro, em São Paulo, a partir de 08 de janeiro

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A partir de março:

A FAMÍLIA ADDAMS

Com produção da T4F (Time For Fun) o musical retorna ao Brasil depois de 10 anos no palco do Teatro Renault, em São Paulo. Dessa vez, a produção confirmou que o espetáculo não será réplica, ou seja, toda a parte criativa da peça será feita no Brasil de maneira inédita. Diferente da primeira produção do musical no ano de 2012. No elenco, estão confirmados os nomes de Marisa Orth e Daniel Boaventura reprisando seus papéis de Morticia e Gomez Addams. As audições ainda estão acontecendo para definir os novos integrantes do elenco. A previsão de estreia é para março de 2022.

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SWENEEY TODD

A adaptação para o país conta com direção musical de Fernanda Maia e direção geral de Zé Henrique de Paula. A produção geral é de Adriana Del Claro, da Del Claro Produções, e da Firma de Teatro, de Zé Henrique. A expectativa é de que a première aconteça ainda em março de 2022, no 033 Rooftop, em São Paulo, e já foram confirmados os nomes de Rodrigo Lombardi, Andrezza Massei e Mateus Ribeiro no elenco.

Logo do espetáculo | Reprodução

13 – O MUSICAL

O musical original da Broadway pela primeira vez no Brasil a partir de 26 de março no Teatro Arthur Rubinstein, no Clube Hebraica. A produção é a cargo da Bway Brasil.

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CINDY, É ELE – O MUSICAL

E se o clássico de Charles Perrault ocorresse no século XXI ? E se o romance contasse a história de um jovem sonhador que tem sua vida transformada após um garoto influente da sociedade promover uma grande festa. Com roteiro original de Allan Oliver , o espetáculo têm canções de divas POP versionadas pelo Rafael Oliveira, Cindy é Ele chegará aos palcos do Espaço ao Cubo em março.

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Musicais ainda em 2022:

ANYTHING GOES

O próximo musical do Atelier de Cultura em parceria com a Bic Produções é “Anything Goes”, musical produzido originalmente em 1931 que conta a história de Billy Crocker, que entra de gaiato a bordo de um navio e tenta conquistar o coração da herdeira Hope Harcourt, contando com a ajuda de seus amigos, a cantora de boate Reno Sweeney e Moonface Martin. Foram abertas audições para os personagens protagonistas e para o ensemble, ainda sem nomes definidos. Também não foi divulgada previsão de estreia.

Anything Goes no West End, em Londres | Foto: Divulgação

WEST SIDE STORY

Depois da espera que dura desde o ano de 2020, foi anunciado pelo jornal O Estado de São Paulo que a nova produção brasileira de “West Side Story” estreia em 08 de julho de 2022 no Theatro São Pedro com apenas 25 récitas entre julho e agosto e direção de Claudio Botelho e Cláudio Cruz. O elenco deve manter-se o mesmo já anunciado para 2020, encabeçados por Giulia Nadruz e Beto Sargentelli (Maria e Tony, respectivamente), e Ingrid Gaigher como Anita.

Foto dos ensaios em 2020| Créditos: instagram west_side_story_brasil

BARNUM – O REI DO SHOW

Ainda não divulgada oficialmente, a temporada de Barnum na cidade do Rio de Janeiro irá acontecer! O musical segue em processo de montagem, mas segue sem informações de teatro ou alterações no elenco.

Foto: Andy Santana

ONCE

O espetáculo gira em torno de um músico de rua, identificado apenas como “Ele/Garoto”, que se sente inseguro em apresentar suas próprias canções, até que um dia conhece uma jovem tcheca, identificada como “Ela/Garota”, uma vendedora de flores e aspirante à compositora, que enfrenta uma fase de adaptação na cidade de Dublin, Irlanda. Juntos eles acabam descobrindo formas de se encaixar naquilo que desejam e passam a se ajudar para que seus sonhos se tornem reais, unindo seus talentos e descobrindo novos sentidos e sentimentos. A produção ficará por conta da parceria entre as empresas Rega Início, sob o comando de Renata Alvim, Palco 7Solo Entretenimento e ainda não há informações como data de estreia ou elenco.

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PETER PAN, O MUSICAL DA BROADWAY

Foi divulgado pelas redes sociais do espetáculo o retorno do musical Peter Pan nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, pelas maõs da produtora Touché Entretenimento. O ator Mateus Ribeiro reprisará o papel de Peter e outros nomes ainda não foram confirmados.

Número apresentado na Coletiva de Imprensa do musical em 2018, no Teatro Alfa

BEETLEJUICE

Ainda nos planos da Touchè Entreterimento, no meio da pandemia, a produtora Renata Borges anunciou em seu perfil a produção do musicla Beetlejuice no Brasil para o ano de 2022, saindo até na página oficial do espetáculo de Nova York. Ao que tudo indica, a produção inicia-se em 2022, mas a estreia deve demorar mais um pouquinho… Também foi anunciado os nomes de Alexandre Nero e Kiara Sasso como protagonistas e Tadeu Aguiar como diretor.

Publicação no perfil da produtora Renata Borges

TARSILA – A BRASILEIRA

Divulgado pelo site Metrópole, o musical “Tarsila – A Brasileira” contará a história da pintora por meio de suas obras, no contexto da Semana de Arte de 1922 e será protagonizado por Claudia Raia. Seu parceiro, o ator Jarbas Homem de Mello, interpretará Oswald de Andrade. A previsão é que o musical tenha 46 apresentações em São Paulo, com um elenco de mais de 30 artistas e canções compostas especialmente para o musical. Ainda sem mais informações.

Foto: Site Metrópole | Reprodução

MARROM – O MUSICAL

Escrito e dirigido por Miguel Falabella, o musical sobre a cantora Alcione vai acontecer e contará com um curso preparatório de Teatro Musical e uma oficina de produção em São Luís/MA (cidade natal da cantora) e o elenco será escolhido a partir disso. Os cursos terão início no primeiro semestre de 2022 e a data de estreia do espetáculo ainda não foi divulgada.

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CLARA NUNES, A TAL GUERREIRA – O MUSICAL

Vanessa da Mata protagonizará o musical “Clara Nunes – A Tal Guerreira, o musical” sob produção da Paco 7 e direção de Jorge Farjala. A estreia está prevista para 2022, sem data e teatro definidos.

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O JOVEM FRANKSTEIN

Depois do anuncio em 2019 sobre a estreia em 2020, o musical com produção da Moeller e Botelho não aconteceu e com chegada da pandemia da Covid-19, tudo ficou paralisado mesmo, até que ainda em 2020, os nomes de Marcelo Serrado, Maria Clara Gueiros, Totia Meireles e Fernando Caruso foram confirmados no elenco do musical com estreia prevista para dezembro de 2021, mas não aconteceu. As espectativas seguem para o ano de 2022.

Foto: Whats On Stage | Reprodução

MAMMA MIA

Divulgado nos perfis oficiais da Moeller & Botelho, o espetáculo deve retornar ao Brasil, ainda sem Teatro definido, ainda em 2022. O revival está prometido pela M&B desde 2019 e Botelho, ao lamentar a morte do ator Eduardo Galvão em seu instagram, mencionou que ele seria um dos três possíveis pais de Sophie Sheridan na nova montagem de Mamma Mia, mas mais informações ainda não foram reveladas.

Foto da montagem de 2010-2011 no Teatro Abril. Foto: Dede Fedrezzi/Divulgação

KISS ME KATE, O BEIJO DA MEGERA

Ainda sobre promessas da Moeller e Botelho, o site Observatório do Teatro anunciou a reestreia do musical “Kiss me Kate“, que já cumpriu temporada em 2015 no Rio de Janeiro, agora em São Paulo no palco do Teatro Procópio Ferreira. Dessa vez, Daniel Boaventura será Fred Graham e Alesssandra Verney reprisa o papel de Lili Vanessi.

Foto: Leo Aversa

SÓ SE FOR A DOIS, O MUSICAL

Com roteiro e direção geral de Allan Oliver, Danilo é um jovem músico que recebe uma proposta irrecusável para tocar na Suíça e iniciar sua carreira internacional. Os planos, entretanto, vão por água abaixo quando sua namorada descobre um câncer terminal. Ele então busca apoio em um grande amigo, mas a relação entre os dois se transforma em um romance. “Só Se For a Dois” retornará a São Paulo ainda em 2022, porém sem mais informações.

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MdM ENTREVISTA #2: Adriano Tunes (em cartaz com Silvio Santos Vem Aí)

O MdM Entrevista dessa vez é com Adriano Tunes, em cartaz atualmente com “Silvio Santos Vem Aí” que retorna para uma nova temporada em 2022.

1) Recentemente, você esteve em cartaz como a Velha Surda em “Silvio Santos – Vem Aí” que precisou interromper sua temporada em 2020 devido a pandemia da Covid-19 e só retomou quase 1 ano e meio depois e ano que vem retorna no palco do Teatro Raul Cortez, em São Paulo. Como foi ter que “guardar” o personagem e trazê-lo depois de tanto tempo?

Foi uma angústia se perceber interrompendo uma temporada depois de um longo processo de criação. O processo de montagem de Silvio foi tão divertido quanto é sua execução, e quando recebemos a notícia de ter que parar e sem previsão de retorno foi um balde de água fria. Porém, quando soubemos do retorno, o desejo, a ansiedade, a euforia tiveram a mesma intensidade e voltamos com tanta sede que o espetáculo foi um sucesso nessa nossa primeira temporada e não será diferente no Raul Cortez.

2) Ainda em “Silvio Santos – Vem Aí” você interpreta uma personagem que originalmente era interpretada pelo ator Roni Rios. A construção de um papel que mesmo não sendo real, mas fruto da concepção de outra pessoa, é mais difícil?

Sempre! Ainda mais se tratando de um personagem de sucesso como é a Velha Surda. Não há quem não conheça a personagem e por esse motivo há uma cobrança para que a reprodução seja digna. O público sempre espera ver aquela mesma personagem que está na sua memória, então a responsabilidade é enorme.

Adriano Tunes como a Velha Surda em “Silvio Santos Vem Aí” | Foto: Kassius Trindade

3) Durante a temporada aconteceu alguma história engraçada sua nos bastidores? Conta pra gente!

Nos bastidores é uma “bagaceira”. Estamos sempre nos divertindo uns com os outros. Não me aconteceu nada especificamente, mas todos os dias estamos brincando quando não estamos em cena. O gostoso é que isso ajuda para a execução do espetáculo, pois entramos em cena com muita energia.

4) Nós também já podemos te assistir em outros grandes espetáculos como “Hebe – O Musical” e “Mamonas Assassinas”, onde em ambos você interpretou personagens biográficos. O que muda nesse caso?

A liberdade de criar. Quando criamos um personagem fictício temos a liberdade de explorar, diferente de um biográfico que você se limita em respeitar a personalidade daquela pessoa que está interpretando. Também é possível explorar esse caminho, porém com muito cuidado para não ultrapassar a barreira do bom senso.

Cena do musical “Musical Mamonas” | Divulgação / Reprodução

5) E além do Teatro Musical você participou da série de Miguel Falabella “Eu, a Vó e a Boi” interpretando Sapore, uma travesti elegante e sorridente que foi concebida especialmente pra você. Como isso aconteceu?

Segundo o Miguel, o convite surgiu de uma gargalhada minha. Quando fazíamos “Os Produtores”. Eu tenho o riso frouxo, e um dia, quase para acabar a peça, Miguel tinha que sair de uma cena e correr para colocar uma roupa de presidiário, era o tempo que eu e meus amigos do coro dançavamos vestidos também de presidiários. O Miguel entra em cena, e quando percebi ele estava tentando colocar a calça como camisa, enfiando os braços nas pernas da mesma. Quando ele percebeu, fez um de seus improvisos que eu solei numa gargalhada. Miguel me disse que nunca mais esqueceu aquela minha gargalhada e por isso quis me dar essa personagem. Claro que ele não disse com essas palavras, mas foi o que entendi. Quando li a Sapore, vi que ela representava um outro lugar. Não era uma travesti de estereótipos, era por sinal a mais sensata no meio de tantos personagens loucos na série.

Personagem Sapore em “Eu, a Vó e a Boi” | Foto: Victor Pollak.Globo

6) Depois de já ter trabalhado nos palcos e na televisão, se eu te pedisse pra escolher um formato para dedicar-se pelo resto da carreira, você conseguiria?

Impossível! E eu ainda não realizei todos os meus desejos que são muitos. Ainda quero fazer cinema, séries, novelas… vish! Quero tudo!

7) Só ao observar seu currículo sabemos, claramente, que existe uma veia cômica em você. Quando percebeu que tinha uma certa facilidade com a comédia?

A gente não percebe, a gente vai fazendo.

Fazer comédia é prática! Não se aprende o ‘fazer’ rir, se entende! É quase um sentimento que vem, uma respiração que você intuitivamente sabe que tem que dar, para na sequência fazer uma plateia inteira vir abaixo de gargalhar.

8) Mas nem só de humor se vive… Você também é o idealizador e roteirista da peça “Aos Domingos” que aborda outras camadas mais sensíveis. Foi justamente para quebrar o estigma do Adriano Tunes comediante que o espetáculo surgiu?

Estou sempre desejando algo novo, diferente. Sou inquieto neste sentido. O espetáculo surgiu do desejo de fazer algo diferente, independente do humor. Precisamos nos desafiar para adquirir bagagem e aprendizado. Além disso, é muito prazeroso sair da zona de conforto. Me cobro muito!

9) Se pudesse dar um conselho pro Adriano do passado, tendo seus primeiros contatos com as artes, o que você diria?

É isso! está no caminho certo! Vai ser difícil e demorado, mas será sólido.

10) E um conselho para o Adriano de hoje?

Continue a nadar! (rs)

SERVIÇO:
SILVIO SANTOS VEM AÍ!
Temporada: 21 de janeiro a 20 de março de 2022

Sessões: sextas-feiras às 21h00, sábados às 16h00 e 20h00, domingos às 15h00 e  19h00
Duração do espetáculo: 2 horas e 15 minutos (com 15 minutos de intervalo)

Abertura das vendas: 22 de novembro de 2021
Setores e preços:  Setor I R$150,00 – Setor 2 R$120,00 – Setor 3 75,00
Link de vendas on-line:  www.sympla.com.br
Formas de pagamento: Dinheiro, Cartão de débito e Cartão de crédito.

Núcleo de Teatro da Fundação Lia Maria Aguiar apresenta novo espetáculo natalino em Campos do Jordão/SP

Apresentada por crianças e jovens da fundação Lia Maria Aguiar, o espetáculo conta com Marcos Lanza e Ubiracy Brasil e é apresentado gratuitamente em Campos do Jordão/SP.

Completando a programação natalina e cultural de Campos do Jordão, a Fundação Lia Maria Aguiar apresenta seu espetáculo musical de fim de ano, o original ‘Ele é o Amor”, realizado pelo Núcleo de Teatro, de produções como “A Princesinha”, “Uma Luz Cor de Luar” e “Além do Ar – Um Musical Inspirado em Santos Dumont”. Escrito por Viviane Santos e Thiago Gimenes – o responsável também pelas composições inéditas e direção musical -, a atração, que tem a direção geral colaborativa da equipe do Núcleo, será encenada gratuitamente na Concha Acústica, na Praça do Capivari, nas noites de 10, 11, 12, 17, 18 e 19 de dezembro.

Trata-se de um espetáculo ao estilo “pocket”, estrelado pelos alunos do curso teatral, e que conta com uma sinopse bastante familiar, conectada com a realidade: um professor precisa desenvolver um espetáculo natalino com jovens de origens distintas e diferentes histórias de vida. Enquanto tenta conduzir esse projeto, o docente tem a importante missão de ressignificar a mensagem do Natal para seus alunos e torná-lo ainda mais especial.

“Quando a gente sente falta de alguma coisa, passa a dar mais valor para aquilo que perdemos. Esse é o sentimento que experimentamos agora ao voltar a produzir espetáculos presenciais. Sempre foi maravilhoso, gostamos muito dessa troca de energia com o público, levando nossas mensagens e nossa Arte. Depois de ficarmos privados, percebemos agora que tem um valor ainda maior. Os alunos estão muito animados e estão até mais seguros e com perspectivas de futuro a partir desse retorno”, celebra Viviane Santos, Coordenadora do Núcleo de Teatro.

Ao todo, 100 crianças e jovens estão envolvidos na produção, que conta com as coreografias de Keila Fuke, além de muito circo, assinado por Jeisel Bomfim, e muito sapateado, por Alessandra Dimitriou. Além da participação dos alunos, dois convidados especiais foram convocados para a celebração: os atores Marcos Lanza e Ubiracy Brasil, ambos com vasta experiência no teatro musical brasileiro, experiência essa que é partilhada com os alunos da instituição durante todo o processo do trabalho, seguindo a linha de outros projetos realizados.

Lanza esteve em diversas produções, incluindo o recém-encerrado “Barnum – O Rei do Show”, musical que encantou e surpreendeu plateias em São Paulo, além de em 2019 ter feito parte do elenco da segunda montagem de “O Fantasma da Ópera” no Brasil. Já Ubiracy integrou o elenco de clássicos da Broadway no país durante a última década, entre eles “Alô, Dolly!” e “O Homem de La Mancha”, além de espetáculos nacionais como “Merlim e Arthur – Ao Som de Raul Seixas”.

Serviço – Musical Natalino “Ele é o Amor”

Onde: Concha Acústica – Praça do Capivari
Av. Macedo Soares, 1 – J Elizabete, Campos do Jordão – SP

Agenda:

Dia 10/12 – 19h30 à 21h30
Dia 11/12 – 22h
Dia 12/12 – 19h30
Dia 17/12 – 19h30
Dia 18/12 – 19h30 e 21h30
Dia 19/12 – 18h30

Ingressos: Gratuito

Classificação: LivreÉ necessária a apresentação do comprovante de vacinação e uso de máscaras no local.

Amor, Sublime Amor: Tudo o que você precisa saber sobre esse clássico musical

Hoje, 09, estreia nos cinemas a nova versão do clássico “West Side Story”, no Brasil traduzido para “Amor, Sublime Amor” e aqui você vai ler tudo o que precisa saber antes de assistir ao filme.

Hoje (09) estreia nos cinemas brasileiros Amor, Sublime Amor, releitura do icônico filme de 1961 e do musical da Broadway de 1957. Dirigido por Steven Spielberg, o longa se passa na Nova York de 1957 e explora a rivalidade entre duas gangues que tentam controlar o bairro de Upper West Side: os Jets, formados por estadunidenses brancos, e os Sharks, grupo de porto-riquenhos e descendentes. No meio disso, está o amor proibido entre Tony (Ansel Elgort), ex-líder dos Jets, e María (Rachel Zagler), irmã do líder dos Sharks.

A versão atual da produção conta com nomes novatos e veteranos no elenco, como: Ansel Elgort, Rachel Zegler, Rita Moreno, David Alvarez, Ariana Debose, Brian D’Arcy James, Corey Stoll, entre outros. Confira abaixo mais informações sobre os personagens e os atores do musical que, assim como sua primeira versão, promete emocionar o público.

AS ORIGENS DO MUSICAL

O musical Amor, Sublime Amor é mais do que apenas um filme clássico e uma produção histórica e de referência da Broadway. É um símbolo cultural americano, amado por um grande público internacional e que já ganhou diversos revivals,tanto profissionalmente quanto em produções amadoras em países do mundo inteiro.

Criado por quatro indiscutíveis gênios – o diretor e coreógrafo Jerome Robbins, o compositor Leonard Bernstein, o letrista Stephen Sondheim e o dramaturgo Arthur Laurents –, o espetáculo estreou na Broadway em 26 de setembro de 1957, no Winter Garden Theater, e teve 732 apresentações.

Já o filme de Robert Wise e Jerome Robbins, de 1961, foi um sucesso monumental. Ele venceu em dez categorias do Oscar®, incluindo a de Melhor Direção para Robbins e Wise, Melhor Atuação para Rita Moreno e George Chakiris, além de outras categorias como Fotografia, Edição, entre outras.

RELEITURA: Expertise Spielberg

O filme é dirigido por ninguém menos que o aclamado cineasta Steven Spielberg, responsável por clássicos como TubarãoE.T – O ExtraterrestreJurassic Park, a franquia Indiana Jones e muitos outros.

Homem em pé em frente a televisão

Descrição gerada automaticamente com confiança média
O diretor Steven Spielberg e a atriz Rita Moreno no set de Amor, Sublime Amor | Reprodução

De acordo com Spielberg, Amor, Sublime Amor foi um filme “assustador” de se fazer. “É muito intimidante pegar uma obra-prima e fazê-la através de um olhar e sensibilidades diferentes, sem comprometer a integridade do que é comumente considerado a melhor música já composta para o teatro”, afirmou o diretor. “Mas acredito que excelentes histórias devem ser contadas e recontadas ao longo dos anos, em parte para poder refletir diferentes perspectivas e períodos na obra”.

O personagem Riff, interpretado por Mike Faist, e os Jets, em cena de Amor, Sublime Amor | Repdrodução

Ele complementa: “O risco deste empreendimento não foi despercebido por nenhum de nós. Mas todos os envolvidos entraram neste projeto com amor e respeito enormes, que beiravam a reverência pelo espetáculo e, obviamente, por seus lendários criadores. Mas também sabíamos que tínhamos que fazer um filme para a nossa época e fazê-lo com uma compreensão contemporânea e com os valores contemporâneos que assumimos”.

Mulher com vestido de noiva

Descrição gerada automaticamente
Ilda Mason (Luz), Ariana DeBose (Anita) e Ana Isabelle (Rosalia) | Reprodução

O cineasta acredita que, não importa o quanto o mundo tenha mudado, as lições e insights que o filme oferecem permanecem as mesmas. “É uma história que tem cativado o público por décadas porque não é somente uma história de amor, mas também é uma obra culturalmente significativa, com uma premissa central que não perdeu sua relevância ao longo do tempo: que o amor transcende o preconceito e a intolerância”.

Homem olhando para o lado

Descrição gerada automaticamente com confiança média
Rachel Zegler (María) e Ansel Elgort (Tony) | Reprodução

PRODUÇÃO ORIGINAL NA BROADWAY DE 1957

Fonte: Playbill | Reprodução

A produção original da Broadway de 1957, foi dirigida e coreografada por Jerome Robbins e produzida por Robert E. Griffith e Harold Prince, marcou a estréia de Sondheim na Broadway. Realizou 732 performances antes de sair em turnê. A produção foi indicada para seis Tony Award, incluindo Melhor Musical em 1957, mas o prêmio de Melhor Musical foi para The Music Man. Robbins ganhou o Tony por sua coreografia e Oliver Smith ganhou por suas criações cênicas. O show teve uma produção de Londres que ficou mais tempo em execução.

O título West Side Story traduzido no sentido literal é “História da Zona Oeste” e faz referência ao fato de que o filme é ambientado na zona oeste da cidade de Nova York.

Ouça aqui a trilha sonora com o elenco original da Broadway, disponível no Spotify:

ADAPTAÇÃO CINEMATOGRÁFICA DE 1961

Cena do filme | Reprodução

O filme foi adaptado por Ernest Lehman do bem-sucedido musical da Broadway. Tanto o musical teatral e o filme, são uma adaptação livre, ambientada na década de 1950, de Romeu e Julieta de William Shakespeare. Lançado nos cinemas em 18 de outubro de 1961, o filme foi sucesso de crítica e público. É o musical mais premiado da história do cinema com 11 indicações ao Oscar, tendo ganho 10 delas (Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Trilha Sonora, Melhor Fotografia Colorida, Melhor Direção de Arte Colorida, Melhor Figurino Colorido, Melhor Edição, Melhor Som), 3 Globos de Ouro e 2 Grammys em 1962, além do Directors Guild of America, o National Board of Review e o New York Film Critics Circle Awards em 1961.

PRODUÇÃO BRASILEIRA DE 2008

Fonte: Marra Comunicação | Reprodução

“West Side Story” chegou ao Brasil pela primeira vez sob as mãos do diretor Jorge Takla que manteve o espetáculo o mais fiel possível ao original, lançado há 50 anos. As versões das mpusicas ficaram a cargo de Claudio Botelho e a complexa partitura de Leonardo Bernstein foi mantida intacta. A coreografia também foi original, com pequenas adaptações por causa do espaço e ficou a cargo da coreógrafa Tânia Nardini.

Elenco brasileiro (2008): Frederico Silveira (Tony), Bianca Tadini (Maria), Sara Sarres (Anita), Francarlos Reis, Adalberto Halvez, Luciano Andrey, Gabriel Malo, Carlos Leça, Renata Bardazzi, Arízio Magalhães, Gianna Pagano, Andressa Corso, Carolina Kimie, Ciça Simões, Daniel Caldini, Daniela Vegga, Diego Meija Neves, Fábio Porto, Fernando Zuben, Gisele Gonçalves, Guilherme Logulo, Guilherme Pereira, Gustavo Lassen, Hélcio Mattos, Julia Duarte, Leandro Benedicto, Leonardo Pace, Leonardo Wagner, Marcelo Pereira, Mariana Barros, Paulo de Melo, Priscila Sanches, Rafael Marão, Renata Sampaio, Ricardo C. Barbosa, Roberto B., Ronnie Oliveira, Thiago Jansen, Uiliam Amaral, Vanessa Costa, Welton Nascimbene.

O espetáculo ficou em cartaz no primeiro semestre de 2008 no Teatro Alfa, em São Paulo. Veja algumas fotos espetáculo abaixo.

Fonte: Marra Comunicação | Reprodução

NOVA MONTAGEM BRASILEIRA

Beto Sargentilli (Tony) e Giulia Nadruz (Maria) nos ensiaos do revival brasileiro de West Side Story | Reprodução

Passados 13 anos da primeira montagem brasileira, ‘West Side Story’ poderá ser visto novamente no país em numa montagem que ficará a cargo da dupla consagrada Charles Möeller e Claudio Botelho. A dupla se junta ao maestro Cláudio Cruz, responsável pela direção musical, conhecido por reger importantes títulos como ‘”Don Giovanni”, “La Belle Hélène” e “Sonho de uma Noite de Verão”.

Inicialmente, a temporada entraria em cartaz a partir do dia 17 de abril em curta temporada no palco do Theatro São Pedro, em São Paulo, mas devido a pandemia da Covid-19 a produção teve que paralisar os ensaios e ainda não anunciou uma nova data de estreia, mas ainda está previsto agora para o ano de 2022.

O elenco será encabeçado por Giulia NadruzBeto Sargentelli, como Maria e Tony. Ingrid Gaigher será Anita, André Torquato , Guilherme Logullo, Pedro Navarro, Carol Botelho, Matheus Paiva, Conrado Helt, Maryana Montenegro, Dante Paccola, Thadeu Torres, Larissa Leão, Diego Martins, Guilherme Pereira, entre outros compõem o time.

CONHEÇA MAIS SOBRE O ELENCO DO FILME

Cindy Tolan, que liderou o casting, afirma: “Steven me disse que a única maneira de fazermos este filme era com a escolha adequada do elenco, e ele e Kristie me deram tudo o que eu precisava para fazê-la desta maneira. Eu também tinha um incrível grupo me apoiando, especialmente meu sócio Nicholas Petrovich, que trabalhou muito próximo a mim”.

“Senti que a minha função era muito clara: todos os Sharks, Maria, Anita, Bernardo e Chino devem ser latinos”, diz Tolan. “E eles também devem ter os três pilares, ou seja, devem saber cantar, dançar e atuar. Na verdade, os quatro pilares, porque há uma quarta dimensão: a câmera deve amá-los”

TONY (Ansel Elgort)

Uma imagem contendo pessoa, azul, segurando, homem

Descrição gerada automaticamente
Fonte: 20th FOX | Divulgação

Tony é um ex-membro dos Jets e ex-presidiário que trabalha em uma drogaria. O menino, que é melhor amigo de Riff, se apaixona por María, que está ligada aos Sharks, o grupo rival dos Jets. Tony é interpretado por Ansel Elgort, ator criado em Nova York e que frequentou a LaGuardia High School for Performing Arts. Ansel já participou de filmes de sucesso, como: Baby Driver (2017) – o qual foi indicado ao Globo de Ouro®, A Culpa é das Estrelas (2014) e a série Divergente (2014).

MARÍA (Rachel Zegler)

Mulher com vestido rosa

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Fonte: 20th FOX | Divulgação

María é uma menina de 18 anos porto-riquenha e irmã mais nova de Bernardo, líder dos Sharks. Ela trabalha na loja de departamentos Gimbels com Rosalía e Luz. Recém-chegada ao continente, acaba se apaixonando por Tony. Quem interpreta a personagem é a atriz Rachel Zegler, que foi a escolhida para o papel entre as 30.000 inscrições em vídeos recebidas. Amor, Sublime Amor é seu primeiro trabalho no cinema.

BERNARDO (David Alvarez)

Homem em pé ao lado de uma mulher

Descrição gerada automaticamente com confiança média
Fonte: 20th FOX | Divulgação

Líder dos Sharks e ex-boxeador, Bernardo é irmão mais velho de María e namorado de Anita, e é interpretado por David Alvarez, que já ganhou o Tony Award® de Melhor Ator por sua interpretação no musical da Broadway Billy Elliot (2008).

ANITA (Ariana Debose)

Mulher com as mãos no rosto

Descrição gerada automaticamente com confiança média
Fonte: 20th FOX | Divulgação

Anita é uma porto-riquenha de 21 anos que namora Bernardo e serve de figura materna para María. A atriz já brilhou em musicais da Broadway como Hamilton (2015) e Summer: The Donna Summer Musical (2017)pelo qual foi indicada ao Tony Award®. Recentemente, ela esteve no elenco da adaptação cinematográfica do musical The Prom (2020).

RIFF (Mike Faist)

Homem com a boca aberta

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Fonte: 20th FOX | Divulgação

Líder dos Jets e melhor amigo de Tony, Riff é inimigo de Bernardo. O ator que o interpreta se chama Mike Faist e já participou de musicais da Broadway como Dear Evan Hansen (2015)o qual foi indicado ao Tony Awards®, e Newsies (2011).

VALENTINA (Rita Moreno)

Menina de vestido azul

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Fonte: 20th FOX | Divulgação

Valentina é uma porto-riquenha com 70 anos que é dona da loja onde Tony trabalha, o qual a considera como uma figura materna. Valentina é interpretada por Rita Moreno, atriz que participou da primeira versão cinematográfica de Amor, Sublime Amor em 1961 e também estrelou outras produções de sucesso, como: One Day At a Time (2017) e Singin’ in the Rain (1952). Rita, que também atua como produtora executiva no longa, é uma das três artistas no mundo a Rita Moreno, que participou do elenco do filme de 1961 como a personagem Anita, integra o novo elenco como a personagem Valentina. A atriz, que também atua como produtora executiva no longa, é uma das três artistas no mundo a serem homenageadas com um Oscar®, Emmy®, GRAMMY® e Tony®.

CHINO (Josh Andrés Rivera)

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Chino é um membro dos Sharks, leal ao Bernardo e apaixonado por María. Quem interpreta o personagem é o ator Josh Andrés Rivera, que também participou de Hamilton (2015). Sua primeira aparição na tela dos cinemas é em Amor, Sublime Amor.

ROSALÍA (Ana Isabelle)

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Porto-riquenha de 21 anos, Rosalía trabalha com María e é amiga de Anita. A atriz que a interpreta, Ana Isabelle, também é porto-riquenha e uma famosa cantora em seu país.

POLICIAL KRUPKE (Bryan D’Arcy James)

Policial irlandês-americano na casa dos 50 anos que monitora os Sharks e os Jets. Ele é interpretado por Bryan D’Arcy James, ator que já participou de séries televisivas como Smash (2012) e 13 Reasons Why (2017); e musicais da Broadway como Sweet Smell of Success (1998) e Shrek: The Musical (2008), no qual foi indicado ao Tony Award®.

TENENTE SCHRANK (Corey Stoll)

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Schrank é um detetive que supervisiona o policial Krupke e as atividades da gangue nas ruas de Nova York. Quem o interpreta é o ator Corey Stoll, que já participou de filmes como Meia-Noite em Paris (2011), Homem-Formiga (2015); e séries como House of Cards (2013) e Law & Order (1990).

ANYBODYS (Ezra Menas)

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Anybodys é um menino ansioso para ser aceito pelos Jets. O personagem é interpretado pelo ator transgênero Ezra Menas, que estreia nas telas do cinema com essa produção.

Amor, Sublime Amor está em cartaz nos cinemas brasileiros a partir de HOJE, 09, exclusivamente nos cinemas.

”Sweeney Todd” chega a São Paulo em Março de 2022

Criada por Stephen Sondheim, o mestre do teatro musical que nos deixou recentemente, a clássica obra musical da Broadway ganha sua primeira versão brasileira profissional. A estreia de “Sweeney Todd” já tem nova previsão de estreia. A expectativa é de que a première aconteça ainda em março de 2022, no 033 Rooftop.

A adaptação para o país conta com direção musical de Fernanda Maia e direção geral de Zé Henrique de Paula. A produção geral é de Adriana Del Claro, da Del Claro Produções, e da Firma de Teatro, de Zé Henrique. O trio é conhecido por produções de sucesso recentes do teatro musical brasileiro como “Chaves – Um Tributo Musical” e “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812”.

O casal macabro da rua Fleet já foi escolhido e contará com Rodrigo Lombardi, como Sweeney Tood, e Andrezza Massei, como Dona Lovett. A abertura de audições para escolha do elenco completo será divulgada em breve nas redes socias do musical em http://www.instagram.com/sweeneytoddbrasil.

MdM Entrevista: JEFFERSON FERREIRA (Barnum – O Rei do Show)

Pra celebrar o início desse novo quadro no site, o Mundo dos Musicais Entrevista bateu um papo com Jefferson Ferreira, que está em cartaz com o espetáculo “Barnum – O Rei do Show”,

Pra celebrar o início desse novo quadro no site, o Mundo dos Musicais Entrevista bateu um papo com Jefferson Ferreira, que está em cartaz com o espetáculo “Barnum – O Rei do Show”, no Teatro Opus (SP), encerrando sua temporada de grande sucesso amanhã (28). Jefferson enfrenta o desafio de desempenhar a função de ‘swing’, cobrindo todos os atores e atrizes do ensemble, ao todo 18 artistas, e agora se prepara para retomar a vida em alto mar em 2022, como o primeiro Dance Captain brasileiro na Royal Caribbean, onde navegará entre o Canadá e o Alasca comandando as grandes apresentações à bordo.

Atualmente, você está em cartaz com “Barnum – O Rei do Show” que encerra sua temporada esse final de semana. Como foi poder retornar aos palcos depois de mais de um ano com os teatros fechados devido a pandemia da Covid-19?

Foi absolutamente inesquecível. O mundo em geral passou por transformações e reflexões que nós jamais achávamos que iríamos encarar um dia, mas os artistas especificamente tiveram um dos maiores desafios nessa pandemia, pois tudo que se julgou “não essencial” teve que ficar de lado. Com isso, foi inevitável a ansiedade e o receio de não conseguir mais estar de volta onde a gente mais desejava. Então, a retomada representou também um recomeço para todos nós e, ao mesmo tempo, uma gana de se encontrar novamente fazendo o que a gente ama.

E em “Barnum” você desempenhava a função de swing que, simplesmente, é responsável por cobrir todos os personagens (no caso, um total de 18) do ensemble caso algum ator tenha que faltar. Como fazer pra aprender todas as marcas/falas/canções de cada um?

Pra esse projeto especificamente, tive que estudar muito. Me dedicar principalmente na época dos ensaios. Estar literalmente ao lado e observando todas as ideias do nosso querido coreógrafo Alonso Barros pra entender exatamente como seria a disposição dos números musicais e de cada ator e atriz na história. Tive uma ajuda fundamental de todos ao meu redor e me familiarizei com o App do incrível Jeff Whiting, chamado Stage Write – onde pude criar um fluxograma completo de todas as marcas e cenas do espetáculo para que eu pudesse acompanhar mais detalhadamente o que cada personagem faria.

Foto: Caio Galucci

Quando você fica sabendo que vai entrar em cena? É sempre no susto?

Agora no final da temporada, posso dizer que tive até poucos momentos de susto, onde precisei substituir alguém em cima da hora. Tivemos uma comunicação imprescindível (principalmente com a nossa diretora residente Vanessa Costa) para conseguir ao menos focar no trajeto do artista que eu iria substituir por conta de alguma indisposição ou por ser cover de alguma personagem. Nada disso excluiu o fato de ser sempre um desafio, principalmente quando é o único swing de um espetáculo tão grandioso e complexo como Barnum.

Durante a temporada, aconteceu alguma história engraçada sua nos bastidores? Conta pra gente!

Várias. O swing sempre é alvo de histórias inusitadas. Seja nas correrias que a gente dá, seja no entrelace de personagens que deixa a gente louco. Mas uma história em específico foi quando tivemos que fazer um ensaio só de covers e eu precisei cobrir um monte de gente. Eu corria de um lado para o outro na coxia e ficava desnorteado em vários momentos. Todos começaram a rir e eu gritava que eu estava sem personalidade nenhuma pois precisava contracenar como personagens diferentes sem nenhum fôlego por conta da agitação (rs). Sem contar também nos ensaios acrobáticos de circo ainda nos estúdios onde aconteceram todos os tombos possíveis! Foi um processo divertido demais.

Nós também já podemos te assistir em outros grandes musicais como “Alô, Dolly”, “Crazy For You” e “We Will Rock You” e ao lado de nomes de peso, como Marília Pêra e Claudia Raia. Teve algum te marcou mais de alguma forma?

Pode ser que seja clichê, mas todos me marcaram de forma única e juntos foram essenciais pra minha formação artística. O “Alô, Dolly!” me deu um desafio imenso de me focar como bailarino pelo seu alto nível técnico, além de me fazer aprender muito ao observar (todos os dias) o brilho de Marília Pêra e Miguel Falabella juntos em cena; o “Crazy for You” foi um musical super grandioso, com uma temporada e turnês incríveis e que me deu a super oportunidade de ser Swing pela primeira vez e sapatear em um musical , além claro de poder estar ao lado de grandes nomes do teatro musical, como Claudia Raia, Jarbas e o nosso inesquecível Tumura; e o “We Will Rock You” me desafiou como artista completo com um repertório intenso de músicas do Queen, coreografias energéticas e uma personagem que me permitiu aprender muito com artistas muito especiais. Mas se tiver mesmo que escolher um pra destacar, o primeiro sempre terá um lugar especial no coração – “Alô, Dolly!” foi um marco na minha vida.

Jefferson Ferreira em cena nos musicais Crazy For You, Alô Dolly e We Will Rock You, respectivamente | Créditos: Caio Galucci, Carla de Conti e Catharina Figueiredo.

E depois de “Barnum”, você está zarpando rumo a outros mares, literalmente. Vai atuar como Dance Captain da Royal Caribbean e não vai ser sua primeira vez em espetáculos em navios cruzeiros. Tem alguma diferença entre estar em cartaz em alto mar ou no continente?

Sim, com certeza. Eu costumo dizer que a vida a bordo é maravilhosa, mas não é para todos. Existem especificações e um lifestyle totalmente diferente dentro de um cruzeiro. E trabalhar numa companhia de entretenimento internacional também te atinge em um outro nível. Além de claro, o maior desafio, conviver com pessoas de culturas e com idiomas totalmente diferentes e, nesse caso, ter o privilégio de liderar um time super talentoso de cantores e bailarinos em shows americanos de alta performance .

Mas antes de conseguir viver de arte, no início da sua jornada você pôde contar com o apoio da família pra seguir com o sonho de ser artista?

Minha família nunca se opôs ao fato de eu querer ser artista, a preocupação sempre foi de eu conseguir vencer na vida da melhor forma possível, principalmente por vir de uma base bem simples e humilde. Como a arte entrou tarde na minha vida, eu já tinha uma maturidade e determinação de focar no que eu realmente queria. Portanto, tudo foi muito rápido. As coisas foram acontecendo e eu fui abraçando da melhor forma possível. Quando a dança apareceu pra mim, eu já tinha tudo “estruturado”, faculdades iniciadas e uma vida de certa forma planejada. Foi aí que tudo mudou e eu fiz minhas escolhas pra estar onde eu estou hoje. Acho que foi essa segurança que eu transmitia que fez minha família não ficar preocupada com o que aconteceria no futuro.

E agora um artista premiado, você tem um carinho muito especial em transmitir seu talento para outros prodígios do mercado. Qual a importância pra você em estar no meio acadêmico das artes, principalmente em tempos tão difíceis para o setor como o que vivemos atualmente?

Eu sou completamente apaixonado pelo o que eu faço no meio acadêmico. Ver olhinhos de crianças brilharem ou aquela dúvida que surge em jovens bailarinos e bailarinas de seguir em frente me instigam muito a trabalhar e dar o meu melhor para servir como espelho pra alguém. Toda a dedicação (e pouca facilidade na dança) que eu tinha no início da minha carreira me fazem contar essa história para os alunos de que, com foco e força de vontade, eles podem conseguir atingir seus objetivos da melhor forma possível. O mundo das artes já é cruel por si só, por isso eu prefiro levar tudo com leveza e amor, sem tirar a seriedade e determinação exigidas pra se atingir o sucesso.

Se pudesse dar um conselho pro Jefferson de 14 anos, tendo seus primeiros contatos com as artes, o que você diria?

Além de gritar “estica o pé” toda vez que passasse por ele (rs), eu diria pra ele nunca perder a essência de ser um ser do bem e de fazer o bem a todos. E que muitas vezes isso não iria retornar como esperado, mas que ele insistisse ao máximo porque, de alguma forma, no final o bem sempre sobressai e o carisma é capaz de conquistar tudo ao redor, aliado sempre aos estudos e dedicação.

E um conselho para o Jefferson de hoje?

Saber conviver com as inseguranças, mas nunca deixar de ser inseguro. O mundo mudou, nada mais será 100% certo de qualquer forma, então precisamos aprender a lidar com os monstrinhos que existem ao redor e dentro da gente para que consigamos viver e fazer tudo o que a gente deseja.

E lembrando que Barnum – O Rei do Show encerra sua temporada amanhã, dia 28, no Teatro Opus – Shopping Villa Lobos.

Premiado musical “A Cor Púrpura” reestreia em São Paulo no Teatro Sérgio Cardoso no próximo dia 12 de novembro

O espetáculo iniciou sua temporada em setembro de 2019, fazendo um extremo sucesso de público e crítica, recebendo 74 prêmios e 85 indicações. Foram 82 apresentações, distribuídas entre Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, alcançando um público de 54.445 espectadores.

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Estrela dos musicais, Thais Piza está na 10º temporada do The Voice Brasil

Sem nunca abrir mão da faceta de cantora e colecionando indicações a prêmios importantes como Atriz Coadjuvante, a artista integra o time de Lulu Santos na nova temporada do reality.

foto: Thiago Almeida

Conhecida dos musicais ‘We Will Rock You’ e ‘Escola do Rock’, que lhe renderam duas indicações ao Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Atriz Coadjuvante, Thais Piza agora pode ser vista soltando a voz na 10ª edição do The Voice Brasil.

Foi com “Dress for Success”, de Roxette, na apresentação da noite de terça, 02, que ela virou a cadeira de Lulu Santos e conquistou sua vaga na edição especial do reality musical, onde inicia uma jornada inédita em sua carreira, de cantora e atriz.

Ela é a cara do Rock’n’roll e este fato não está ligado apenas a alguns personagens nos palcos. A piracicabana Thais Piza tem uma conexão antiga e direta com a música, caminho que já trilha há muito tempo em paralelo ao gênero que lhe trouxe maior reconhecimento nos últimos anos: os musicais. Sempre conciliando a vida de atriz com a de cantora, entre uma personagem e outra, a artista já liderou bandas, lançou singles, gravou clipes, e agora pode ser vista entre as candidatas do programa‘The Voice Brasil’, que chega à sua 10ª edição, em formato especial.

Escolhida por Lulu Santos, o famoso hitmaker será o responsável por orientar e acompanhar de perto a jornada da artista no reality, e que deve ser embalada por muito pop-rock, nacional e internacional, seguindo o estilo pessoal e profissional já conhecido de Thais, que não deixa faltar em sua playlist o rock clássico e a pop disco, representados em sucessos internacionais de Alanis Morissette, Blondie, Pink, David Bowie, Lady Gaga, Aerosmith, Jon Bon Jovi, Paramore, The Interrupters, Miley Cyrus entre outros.

Influenciada pelos pais, extremamente culturais, a candidata do “Time Lulu” é filha de professora de Arte e Música, com quem aprendeu um pouco da magia da teoria, para além da prática, e de um pai ‘elvismaníaco’ e amante do Show do Rod Stewart. Juntos, o casal despertou nela, ainda criança, as melhores afinidades com bandas como Beatles, Creedence Clearwater, Bee Gees, The Rolling Stones, Abba, e uma série de outras estrelas da música que hoje fazem parte do seu repertório, com espaço ainda para vozes femininas como Kelly Clarkson, Mariah Carey e Whitney Houston.

Profissionalmente Thais viajou pelo Brasil em turnê com a Banda Viva Noite e há alguns anos vem se dedicando a trabalhos autorais, lançando canções que caracterizam seu estilo rocker e com uma pitada de POP, com letras reais que falam de decepções amorosas, medo das angústias da vida e do próprio cotidiano, a exemplo de ‘Nightmare’, que virou clipe, e de ‘Afraid of Love’, lançadas em 2019 e disponíveis no Spotify. Mais recentemente, a artista lançou seu novo single, ‘Falling’, criado durante o isolamento social, e que pode ser ouvido em seu canal do YouTube.

Além do Som

Junto com a paixão pela música, Thais alimenta também uma paixão pela dança e pelo teatro, universo este que adentrou cedo, de forma amadora, e que a levou a buscar por um maior aperfeiçoamento aos 19 anos, ao se mudar para São Paulo, matriculada no curso de Teatro da Faculdade Paulista de Artes, e ser aprovada em seu primeiro musical profissional, ‘Aida’,  produção que ficou em cartaz no Teatro Cultura Artística e se tornou uma porta de entrada para outros trabalhos no gênero como ‘Into the Woods’, ‘New York, New York’, ‘O Primeiro Musical A Gente Nunca Esquece’ e ‘Cinderella – O Musical da Broadway’.

Mas foi em duas superproduções, bem ‘rock’n’roll’, consideradas pontos altos em sua carreira, que Thais conquistou seu espaço, além de muitos elogios, dentro do teatro musical: ‘We Will Rock You’, com canções da banda Queen, onde interpretou a personagem Oz, e ‘Escola do Rock’, onde deu vida à Patty Di Marco, ambas personagens que lhe renderam importantes indicações ao Prêmio Bibi Ferreira, na categoria Melhor Atriz Coadjuvante, sendo a mais recente celebrada há poucos meses, servindo como um alento em meio à pandemia, e como um combustível poderoso para essa retomada.

[AUDIÇÕES] T4F abre audições para revival de “A Família Addams”

Depois de uma pausa em suas produções por conta da pandemia, a T4F abre audições para o musical A Família Addams, em São Paulo. As audições acontecem de 14 a 20 de novembro, no Espaço 7.8. 

Depois de uma pausa em suas produções por conta da pandemia, a T4F abre audições para o musical A Família Addams, em São Paulo. As audições acontecem de 14 a 20 de novembro, no Espaço 7.8. 

Os interessados devem se inscrever através do link bit.ly/AudicoesAddams, onde é solicitado o currículo, uma foto e um vídeo onde o profissional deve cantar 16 compassos de uma canção de teatro musical, no estilo da música do musical A Família Addams. O material deve ser enviado até o dia 10/11.

Serão selecionados aproximadamente 400 candidatos. Depois de uma triagem serão escolhidos os artistas para as audições presenciais. Foi reduzido o processo de seleção presencial como medida de segurança. Só poderão participar da audição candidatos vacinados e os testes de dança serão realizados com pequenos grupos e agendamento de horário para não acontecerem aglomerações. O local escolhido para as audições também foi selecionado por questões de segurança, com janelas grandes e bem ventilado.

Gomez Addams – Cover/ 35 a 55 anos/ Tessitura vocal Bb2-G4 – Orgulhoso em ser um Addams, pai apaixonado por sua esposa e família. Na trama se coloca entre Mortícia e Wandinha sendo forçado a guardar segredos, se envolvendo em confusões repletas de humor. Ator com excelente tom de comédia e aptidão para dança.

Morticia Addams – Cover/ 35 a 55 anos/ Tessitura vocal G3-Bb5 – Linda, elegante e misteriosa líder da família. Acredita fortemente na tradição familiar. Confiante, sexy e dona de humor ácido. Atriz com excelente tom de comédia, e ótima aptidão para dança.

Wandinha Addams – 18 a 25 anos/ Tessitura vocal A3 -E5 – A irmã mais velha, gótica que tem o coração do seu pai e a sensibilidade da sua mãe, apaixona-se por um rapaz “normal” que ela traz para casa para conhecer os Addams. Wandinha demonstra compaixão, um pouco de teimosia e vontade forte. Excelente cantora (belt)

Feioso Addams – 10 a 14 anos/ Tessitura vocal A3 -F5 – O mais novo da Família Addams, Feioso adora ser torturado pela sua irmã mais velha. Na trama ele está tentando descobrir o seu lugar, agora que a irmã tem um novo namorado e as dinâmicas familiares estão se alterando. Feioso é encantador e engraçado.

Tio Fester – 30 a 50 anos/ Tessitura vocal C3-G4 (opcional C5) – Servindo como narrador do espetáculo, tio Fester é adorável, infantil e entusiasta. Tenor com um grande timing cómico. Habilidades de ukulele adicionais.

Vovó – 40 a 60 anos/ Tessitura vocal G4-F5 – Divertida e sabia, a avó tem sempre um truque na manga. Atriz com grande timing cômico e aptidão física.

Tropeço – 25 a 50 anos/ Tessitura vocal Eb2-E4 – Um homem de poucas palavras, Tropeço é o mordomo da Família Addams. Sua presença é acentuada por grunhidos, gemidos e movimentos deliberados. Deve ter grande capacidade de contar histórias de forma não verbal (expressões faciais e sons).

Mal Beineke – 35 a 55 anos/ Tessitura vocal C3-A4 – Rigoroso, pai de Lucas e marido de Alice. Conhece os Addams com ceticismo, os acha demasiado bizarros para o seu gosto, não consegue aceitar o fato de sua família estar se relacionando com eles.

Alice Beineke – 35 a 55 anos/ Tessitura vocal Ab3-G#5 – Mãe de Lucas e esposa de Mal, Alice é fortemente dedicada à sua família. Ela apresenta-se como reservada e recolhida (mesmo quando fala em rima) até aprender a soltar o seu lado selvagem ao jantar com os Addams. Atriz com excelente tom de comédia e cantora (belt).

Lucas Beineke – 18 a 25 anos/ Tessitura vocal C3-C5 – O romântico e esperançoso filho de Alice e Mal, Lucas apaixonou-se por Wandinha e pretende casar com ela. É otimista, e luta para encontrar o equilíbrio entre as famílias Beineke e os Addams.

Antepassados – Ensemble Feminino e Masculino – 18+/ Todas os registros vocais – Os antepassados Addams de várias épocas servem de coro para o espetáculo e ajudam a trazer a história à vida. Atores, cantores e bailarinos.A Família Addams estreia dia 10 de março, no Teatro Renault. A Direção Geral e Set Designer é de Federico Bellone, Supervisão Musical; Miguel Briamonte, Direção Musical; Thiago Rodrigues e figurinos; Fabio Namatame.

“A Família Addams” retorna ao Teatro Renault em 2022

Após espantar e encantar o público do então Teatro Abril em 2012, os Addams retornam a São Paulo.

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Sheakespeare ao som de Divas POP! “Royals – o musical” uma releitura LGBTQIA+ da obra “A Megera Domada” estreia amanhã, 05, no Teatro West Plaza (SP)

“Royals” é a releitura contemporânea, musical e de temática LGBTQIA+ do clássico de Shakespeare “A Megera Domada”. Aqui temos a história de Katherine e Edward, os filhos do Rei Anthony. Quando Edward conta a seu pai que é gay e tem um namorado, o Rei resolve intervir pelos interesses da coroa e decreta que Edward só poderá ter um relacionamento depois de sua irmã, e para se certificar de que será obedecido, contrata Marcel como segurança de seus filhos. Em meio a tudo isso Patrick chega ao reino e pede ajuda e abrigo a seu primo Heitor, namorado do Príncipe Edward, que aceita ajudá-lo. E quando menos esperam, Patrick e Katherine estão interessados um pelo outro. Será que agora o caminho estará livre para Edward e Heitor? A história é costurada por músicas de divas do Pop como Madonna, Britney Spears, Katy Perry, Ariana Grande, entre outras.

O espetáculo estreia dia 05/11 no Teatro West Plaza em São Paulo e ficará em cartaz por curtíssima temporada todas as sextas feiras de Novembro às 21:00. Trata-se da segunda peça do projeto “Shakespeare é Pop”, que visa revisitar obras de Shakespeare e fazer releituras modernas, musicais e com linguagem LGBTQIA+, o primeiro musical do projeto “Noites de Verão” ficou em cartaz entre 2016 e 2017 concorreu ao prêmio Guia Gay São Paulo de melhor espetáculo, e ganhou o prêmio Musical Cast de melhor espetáculo Independente. Confira abaixo algumas fotos de divulgação do espetáculo:

Fotos: Divulgação/Reprodução

EQUIPE CRIATIVA

Texto: Julio Velloso
Direção Geral e Coreografias: Julio Velloso
Direção Musical: Nina Felice
Elenco: Bruna Maselle, Julio Velloso, Renan Mansur, Arthur Pedroso, Jhony Silvano, Allana Silva, Giulie Tanze, Weslley Potrafke, Nicole Tacques, Herbert Brito
Direção de Produção: Amanda Bertoncini
Figurinos: Julio Velloso

SERVIÇO

Teatro West Plaza (Sala Laura Cardoso)
Temporada: de 05 a 26 de novembro de 2021)
Sessões: Sextas-Feiras às 21:00
Valores: De 30,00 a 70,00
Ingressos: clique aqui
Indicação: 14 anos

Confira 5 musicais que farão sessão amanhã (02/11) no feriado de Finados em São Paulo

Para quem optou por não viajar nesse feriadão, nós elencamos 5 musicais que farão sessão extra amanhã em São Paulo!

Especialmente amanhã, 02 de novembro (feriado de Finados), alguns espetáculos farão sessões extras e são uma ótima opção para quem não foi viajar e optou em ficar por São Paulo mesmo, e o Mundo dos Musicais elencou todos para que você possa escolher onde curtir o fim desse feriadão:

1- BOM DIA SEM COMPANHIA

O musical foi criado pelo escritor Vitor Rocha (de “Cargas D’Água – Um Musical de Bolso” e “O Mágico Di Ó ”) e pelo compositor Elton Towersey (de “Se Essa Lua Fosse Minha”). Com direção de Alonso Barros (de “Meu Amigo, Charlie Brown”), o espetáculo produzido pela Encanto Artístico e Enxame Produções Culturais conta a história de Vini e Lara, dois ex-apresentadores mirins que são convidados a reviver seu antigo programa em um especial que será gravado ao vivo 10 anos depois do fim da atração. Entre memórias boas e ruins, alegrias e frustrações, eles relembram os tempos em que eram amados pelo país inteiro e enfrentam as marcas que o sucesso deixou na história de cada um e na amizade deles também. Com criatividade e músicas originais até mesmo uma sessão de terapia pode ser divertida enquanto passeia por temas tão temidos e atuais como a síndrome do impostor, ansiedade, insegurança e comparação.

E o MdM invadiu os bastidores do espetáculo e você pode conferir tudinho aqui no vídeo:

Foto: Victor Miranda

SESSÃO EXTRA
Terça, 02/11 às 21h00
Teatro Viradalata
Ingressos: clique aqui

2 – SUMMER, DONNA SUMMER MUSICAL

Donna Summer Musical estreou na Broadway em março de 2018, com enorme sucesso de público e crítica. Sua montagem no Brasil tem o mesmo status de superprodução. Além das três atrizes principais e do elenco com 23 atores e bailarinos, escolhidos em audições, o espetáculo tem um imponente cenário de 260m² e 13 toneladas, construído com muitos espelhos e um impressionante jogo de iluminação. Para recriar as muitas fases da vida da cantora, o elenco usa mais de 50 perucas e cerca de 200 diferentes peças de figurino.

Karin Hils em Summer – Foto: Divulgação

SESSÃO EXTRA
Terça, 02/11 às 20h00
Teatro Santander
Ingressos: clique aqui

3 – SILVIO SANTOS VEM AÍ

O espetáculo faz um recorte na vida do apresentador e empresário Senor Abravanel (vivido pelo ator Velson D’Souza) desde sua infância, quando era camelô no Rio de Janeiro, até a década de 90, logo após a consolidação do SBT. Com personagens icônicos como Gugu Liberato, Hebe, Elke Maravilha, Wagner Montes, Bozo, Pedro de Lara entre outros, a peça promete agradar todas as gerações.

Foto: Adriano Dória 

SESSÃO EXTRA
Terça, 02/11 às 14h00 (sessão gratuita) – ESGOTADA
Terça, 02/11 às 19h00 (sessão popular) – ESGOTADA
033 Rooftop
Ingressos: clique aqui

4 – RUA AZUSA, O MUSICAL

A obra retrata a trajetória da segregação racial nos EUA, no início do século XX. Trazendo a história do avivalista William Seymour que teve um importante papel na luta pela unidade social. Negro, descendente de escravo, filho de um homem que lutou na guerra civil Americana, em uma época nos Estados Unidos onde brancos e negros não podiam conviver, diante de tantos preconceitos e privações sofridos apenas por sua origem, ele traz à vida um local onde não existe distinção, brancos e negros se misturam esquecendo de suas diferenças e quebrando barreiras raciais através de uma força invisível que estremeceu o estado da Califórnia mais do que o grande terremoto em São Francisco. A história é contada em narrativa contemporânea, o que faz com que seus espectadores sintam diversas emoções ao longo do espetáculo.

Foto: Wendy Vatanabe Cruz/Divulgação

SESSÃO EXTRA
Terça, 02/11 às 14h00
Teatro Nissi (antigo Teatro Brigadeiro)
Ingressos: clique aqui

5 – ASSASSINATO PARA DOIS

Esse não é exatamente uma sessão extra, uma vez que a estreia do espetáculo acontecerá amanhã (02/11) e segue em cartaz sempre às terças e quartas. O musical é uma comédia de suspense policial de Kellen Blair e  Joe Kinosian, que nos remete à narrativa de Agatha Christie.  Escrito para dois atores, cantores e pianistas excepcionais, faz a plateia acompanhar atentamente os acontecimentos, rindo em vários momentos, ficando extasiada em outros e, sobretudo, se entretendo com o crime que acontece numa festa, onde todos envolvidos são suspeitos. Com direção de Zé Henrique de Paula e direção musical de Fernanda Maia, a montagem brasileira traz Thiago Perticarrari como o policial que investiga esse assassinato e Marcel Octavio, que assume o papel de todos os suspeitos e outros personagens que permeiam a história. 

'Assassinato para dois' estreia em São Paulo
Foto: Caio Calucci

ESTREIA AMANHÃ
Terça, 02/11 às 20h00
Teatro das Artes (Shopping Eldorado)
Ingressos: clique aqui

Renata Ricci homenageia Carmen Miranda em “Pra Você Gostar de Mim”

Em cartaz com “Barnum – O Rei do Show”, a atriz lança projeto pessoal e apresenta monólogo teatral musical em forma de média-metragem, com sessões gratuitas e on-line.

Foto Lua Fioli

Foi durante o assustador, porém encorajador, hiato provocado pela pandemia, que a atriz e cantora Renata Ricci, conhecida de diversos trabalhos nos palcos e na TV, encontrou forças para tirar do papel um desejo antigo do coração: homenagear Carmen Miranda, a estrela que fincou uma bandeira verde e amarela no exterior. Construído há poucas, porém cuidadosas mãos, o espetáculo-show “Pra Você Gostar de Mim”, que faz recortes da vida e obra da famosa luso-brasileira, realiza apresentações gratuitas nos dias 29 e 30 de outubro, às 20hrs, no YouTube.

O projeto, que deriva de uma ideia ainda maior, pensada para celebrar a história das talentosas irmãs Carmen e Aurora, em “As Irmãs Miranda”, previsto para 2022, é fruto de uma conexão antiga, que começou ainda na infância, entre Renata e a dona das mais de 300 canções registradas no Brasil e EUA, e que ganhou força na adolescência, quando a artista passou a se interessar por teatro e conhecer as obras da “Pequena Notável” para o cinema, porém, foi através de um mergulho em sua biografia, que ela descobriu motivos que mereciam os palcos.

“Me apaixonei primeiro por sua figura, depois por sua história. Quando pensava na Carmen, antes de estudá-la, naturalmente me vinha em mente os chapéus e as frutas, mas depois de conhecê-la, penso primeiro nela como uma mulher à frente do seu tempo, muito apaixonada pelo que fez, desbravadora e que abriu caminho não só para as mulheres – ainda que principalmente para elas –, mas para um país. Fiquei anos gestando essa ideia, de fazer algo sobre essa pessoa extremamente carismática e com uma história pessoal incrível”, diz.

Criado para ser apresentado com público presente e em formato de show, o projeto, dirigido por Celso Correia Lopes e Ricci, e com direção musical e arranjos de Reinaldo Sanches, ganhou novos contornos com o texto de Guilherme Gonzales, e precisou ser adaptado para o audiovisual em decorrência do momento atual. Avessa ao conceito do teatro filmado, Renata optou por aderir a um novo formato, com linguagem própria e que se aproximasse mais do cinema, o que resultou em um média-metragem, de 40 minutos de duração.

A história parte de uma passagem da artista pelo Brasil, em 1940, quando foi vaiada pelo público durante um show no Cassino da Urca, levando-a a crer que o motivo era o desgosto do povo brasileiro, em se ver estereotipado em sua representação, mas na verdade, o movimento contrário a ela fora motivado por questões políticas, em função da 2ª Guerra Mundial. Deste ponto em diante, o público acompanha Renata, solo em cena, em um encontro fictício, entre Carmen e um psicólogo, onde ela vai contando e cantando sobre emoções e sensações da estrela, apoiada em canções, por vezes responsivas, como “Disseram que Voltei Americanizada”.

Embalado por hits como “Adeus Batucada”, “Tico-Tico no Fubá” e “South American Way”, o musical, que deve chegar ao palco em 2022 como um monólogo teatral, conta com quatro músicos, Mica Matos, Rayra Maciel, Reinaldo Sanches e Samuel Morales, o visagismo de Anderson Bueno, e o figurino da So Croppeds com toques da própria Renata, que também assina a produção geral junto de Michele Narcizo.

Entre a tela e o palco

Em paralelo ao mergulho na vida de Carmen Miranda, Renata celebra a retomada da Cultura e a reabertura dos teatros abrilhantando o elenco de “Barnum – O Rei do Show”, musical em cartaz no Teatro Opus, em São Paulo, onde pôde resgatar o prazer diferente que é fazer parte de um projeto não realizado e produzido por ela, como os mais recentes “French Kiss” e “Cantrix canta Gil”, que exigem um olhar cuidadoso ampliado e uma versão multitarefa. O musical sobre a vida de P.T Barnum se une à lista de outros títulos do circuito Broadway e Off-Broadway que permeiam a carreira da atriz, como “Sweet Charity”, “Avenida Q”, “Gypsy”, “As Bruxas de Eastwick”, “Xanadu”, “Como Vencer na Vida Sem Fazer Força” e “Forever Young”. Produções brasileiras como “S’imbora, O Musical – A História de Wilson Simonal” e “Hebe – O Musical”, onde deu vida à Lolita Rodrigues, também marcam sua trajetória.

Em meio às cores e movimentos do lúdico universo circense de “Barnum”, com o qual não mantinha relação até então, ela chegou a questionar se ainda saberia “fazer teatro” antes do início dos ensaios, considerando o impacto sentido pela paralisação do Coronavírus, que se estendeu por 18 meses. Mas bastaram os primeiros encontros com colegas e a rotina necessária na construção de um espetáculo, para descobrir que o seu saber estava intacto, e que ainda poderia ir além, enfrentando o medo do desconhecido e encarando aulas de trapézio para entrar em cena como cover da personagem Jenny Lind, uma das mais famosas cantoras do século XIX.

“Está sendo muito bom resgatar esse pedaço de mim, lembrar como era, e em ‘Barnum’, especificamente, pois estamos tendo uma recepção da plateia que, para mim, era inesperada. Então, além de estar voltando para o ao vivo, pós pandemia, é especial estar em um espetáculo que não é qualquer espetáculo, que está muito amarradinho e tem conquistado o público. Desde ‘Avenida Q’ não vejo rostos tão arrebatados e entregues na plateia, e isso é muito gostoso, ver adulto com cara de criança torna tudo muito mais mágico”, finaliza.

SERVIÇO:

Exibições: 29 e 30 de outubro, 20h

Acesso: youtube.com/renatinharicci

Gratuito

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Renata Ricci

Texto: Guilherme Gonzalez

Direção: Celso Correia Lopes e Renata Ricci

Direção Musical e Arranjos: Reinaldo Sanches

Banda: Mica Matos, Rayra Maciel, Reinaldo Sanches e Samuel Morales

Direção de Fotografia, Montagem e Edição Finalização: Lua Fioli

Assistente: Marcio Carneiro

Captação de áudio: Isaac Medeiros

Visagismo: Anderson Bueno

Figurino: So Cropped e Renata Ricci

Edição Musical: Mica Matos

Assistência de Palco: Marcos Lanza

Auxiliares: Henrique Queiroz e Lucca Villas Boas

Produção Geral: Michele Narcizo e Renata Ricci

*via edital de incentivo da Lei Aldir Blanc (Lei 14.017/2020) – São Bernardo do Campo

Conheça os vencedores do Prêmio Bibi Ferreira 2021

Pela primeira vez desde o fechamento dos teatros, os maiores nomes do teatro musical paulista puderam se reunir e celebrar os melhores talentos da temporada 2019/2020.

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Prêmio Bibi Ferreira 2021: As Apostas da Noite!

Depois de um hiato forçado de dois anos, a maior premiação do teatro musical brasileiro está de volta. A oitava edição do ”Bibi” ocorrerá nesta quarta, dia 20 de Outubro, no Teatro Sérgio Cardoso. A noite ajudará ainda mais o sentimento de reabertura dos palcos da capital paulista, premiando artistas que estiveram em cartaz entre julho de 2019 até março de 2020.

Foram considerados, no total, 14 musicais para o ciclo citado anteriormente. Dos quais, 11 receberam ao menos uma indicação na edição. As produções mais amadas foram ”Escola do Rock” e ”Chaves – Um Tributo Musical”, com 10 indicações cada. A montagem de ”A Cor Púrpura”, que retorna aos palcos no mês de novembro, veio logo em seguida com 9 indicações.

Foto: Divulgação

Dos 18 atores indicados aos prêmios de atuação, apenas 4 já tinham o privilégio de terem sido indicados previamente. São eles: Maurício Xavier (Ator Coadjuvante em 2013 por ”New York, New York”), Totia Meirelles (Atriz Coadjuvante por ”Cinderella” em 2016), Thaís Piza (Atriz Coadjuvante em 2016 por ”We Will Rock You”) e Mateus Ribeiro (Ator Coadjuvante em 2016 por ”Meu Amigo Charlie Brown” e Ator em 2018 por ”Peter Pan”). Dentre os atuais concorrentes nas altamente poderosas categorias de Ator e Atriz, é provável que as vitórias se encaminhem para as mãos de Arthur Berges por ”Escola de Rock” e Letícia Soares por ”A Cor Púrpura”, respectivamente.

A atuação elétrica de Berges acabou por ser a marca registrada de ”Escola”, e sendo o show o mais indicado da noite, sua vitória parece destinada a acontecer. Porém, Mateus Ribeiro está em sua terceira indicação e em um show igualmente amado, será que a vitória vai sorrir para o ator? O caso de Letícia aponta com ainda mais vigor, não só seu show é o mais indicado entre as concorrentes, mas a mesma foi indicada também ao Prêmio Shell e venceu o Prêmio Cesgranrio pelo papel. Afinal, como não se acabar em lágrimas com o ”Eu Estou Aqui” da atriz?

As categorias de atores em papéis coadjuvantes tem um sentimento de vitória em dobradinha das crianças da vila: Diego Velloso (Quico) e Carol Costa (Chiquinha) devem levar seus troféus para a casa. O trabalho de atuação belíssimo de dois personagens icônicos do imaginário popular chamou a atenção de qualquer espectador de ”Chaves”, o tanto de indicações que a produção recebeu também indica uma boa vantagem deles. Mas, o Harpo de Alan Rocha também foi muito popular com quem viu ”A Cor Púrpura”, uma vitória do ator não seria surpresa, e seria igualmente merecida.

Foto: Divulgação

Nicole Rosemberg está indicada em Atriz e Revelação, então apostar em uma vitória na categoria Revelação é algo bem sensato, e seria uma boa forma de premiar ”Zorro” em uma das categorias mais especiais da premiação, mas o fabuloso elenco infantil de ”Escola do Rock” pode surpreender. Na categoria de direção, um fato interessante é que Mariano Detry (”Escola do Rock”) e Zé Henrique de Paula (”Chaves – Um Tributo Musical) já competiram juntos em 2015, mas ambos acabaram perdendo para Miguel Falabella em ”O Homem de La Mancha”, será que dessa vez o final será diferente ou a vitória irá para Felipe Hirsch (”Lazarus”)?

Dado que essa é a quarta indicação de Zé Henrique (”Lembro Todo Dia de Você”, ”Urinal – O Musical” e ”O Grande Cometa”), e que ”Chaves” é um dos grandes indicados da noite, apostaríamos nele para a vitória. Só que com os triunfos recentes na categoria de musicais como ”Cantando na Chuva” e ”My Fair Lady”, talvez apostar em Detry seja uma melhor escolha. Já em Direção Musical, nós acreditamos que o atual vencedor da categoria, Daniel Rocha, irá repetir o feito, esse ano por ”Escola do Rock”.

Foto: Victor Miranda

Chaves – Um Tributo Musical” deve vencer as duas categorias de trabalho original que está concorrendo, tanto de ”Arranjo” quanto de ”Roteiro”, premiando duplamente a talentosíssima Fernanda Maia. Como único corrente da categoria, ”Letra e Música Original” será a vitória de Caique Oliveira e Paulo Ocanha por ”Hadassa – o Musical”. Já em ”Melhor Versão”, nós acreditamos que Artur Xexéo vencerá de forma póstuma por ”A Cor Púrpura”. Os prêmios técnicos parecem caminhos mais claros: Em ”Cenografia” o prêmio deve ficar com Natalia Lana por ”A Cor Púrpura”, Theodoro Cochrane vencerá ”Figurino” por ”Zorro”, Anderson Bueno ganhará ”Visagismo” por ”Madagascar”, Beto Bruel vencerá ”Desenho de Luz” por ”Lazarus” e Gaston Birski parece o mais certo em ”Desenho de Som” por ”Escola de Rock”. É muito difícil apostar em ”Coreografia” contra Alonso Barros, que já venceu o prêmio algumas vezes, mas a dupla Bárbara Guerra e Johnny Camolese parece irresistível com o ritmo entregue em ”Zorro”.

Sentimos que os dois grandes prêmios da noite também tem um destino certo: ”Melhor Musical Brasileiro” será de ”Chaves – Um Tributo Musical”, e dado as últimas vitórias em ”Melhor Musical”, é ”Escola do Rock” que mais parece ser a escolha perfeita. Será que ”A Cor Púrpura” consegue surpreender? Ou ”Chaves” seria capaz do feito inédito de levar as duas categorias? Ou vai dar ”Pippin”, ”Zorro” ou ”Lazarus”?

Foto: Divulgação

Ah, o prêmio abrange também teatro de prosa, mas comentamos somente os de musicais, que é mais a nossa área. E, além disso, a categoria de Melhor Musical Voto Popular continua aberta e você é quem decide. Só ir em http://www.premiobibiferreira.com.br e dar seu voto. Quem será que leva essa? Tudo isso a gente descobre nesta quarta, se liga, hein!

Abaixo, todos os indicados do 8º Prêmio Bibi Ferreira nas categorias musicais:

MELHOR MUSICAL
A COR PÚRPURA – O MUSICAL – Estamos Aqui Produções
CHAVES – UM TRIBUTO MUSICAL – Del Claro Produções
ESCOLA DO ROCK – O MUSICAL – Atelier de Cultura
LAZARUS – Dueto Produções
PIPPIN – Möeller & Botelho
ZORRO, NASCE UMA LENDA – Atual Produções e Bárbaro Produções

MELHOR MUSICAL BRASILEIRO
CHAVES – UM TRIBUTO MUSICAL – Del Claro Produções
DONA IVONE LARA – O MUSICAL – Fato Produções Artísticas e Correia Cultural Produtoras Associadas
HADASSA – Cia Nissi
SAMBA FUTEBOL CLUBE – Coisas Nossas Produções Artísticas e Tema Eventos Culturais

MELHOR ATOR EM MUSICAIS
ARTHUR BERGES – Escola do Rock – O Musical
JESUÍTA BARBOSA – Lazarus
JOÃO FELIPE SALDANHA – Pippin
MATEUS RIBEIRO – Chaves – Um Tributo Musical
MAURÍCIO XAVIER – Madagascar – Uma Aventura Musical

MELHOR ATRIZ EM MUSICAIS
FERNANDA JACOB – Dona Ivone Lara – O Musical
LETÍCIA SOARES – A Cor Púrpura – O Musical
NICOLE ROSEMBERG – Zorro, nasce uma lenda
TOTIA MEIRELES – Pippin

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MUSICAIS
ALAN ROCHA – A Cor Purpura – O Musical
DIEGO VELLOSO – Chaves – Um Tributo Musical
LUCAS CÂNDIDO – Madagascar – Uma Aventura Musical
SERGIO MENEZES – A Cor Púrpura – O Musical

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MUSICAIS
ANALU PIMENTA – A Cor Púrpura – O Musical
CAROL COSTA – Chaves – Um Tributo Musical
ISABEL FILLARDIS – Dona Ivone Lara – O Musical
MIRA HAAR – Pippin
THAIS PIZA – Escola do Rock – O Musical

REVELAÇÃO EM MUSICAIS
ELENCO INFANTIL – Escola do Rock – O Musical
HADASSA MAZARÃO – Hadassa – O Musical
LARISSA NOEL – Dona Ivone Lara – O Musical
NICOLE ROSEMBERG – Zorro, nasce uma lenda
NICOLAS AHNERT – Isso que é o Amor

MELHOR DIREÇÃO EM MUSICAIS
FELIPE HIRSCH – Lazarus
MARIANO DETRY – Escola do Rock
ZÉ HENRIQUE DE PAULA – Chaves – Um Tributo Musical

MELHOR DIREÇÃO MUSICAL EM MUSICAIS
CARLOS BAUZYS – Zorro, nasce uma lenda
DANIEL ROCHA – Escola do Rock – O Musical
MARIA BERALDO E MARIÁ PORTUGAL – Lazarus

MELHOR COREOGRAFIA EM MUSICAIS
ALONSO BARROS – Pippin
BÁRBARA GUERRA E JOHNNY CAMOLESE – Zorro, nasce uma lenda
GABRIEL MALO – Chaves – Um Tributo Musical

MELHOR CENOGRAFIA EM MUSICAIS
NATALIA LANA – A Cor Púrpura – O Musical
DANIELA THOMAS E FELIPE TASSARA – Lazarus

MELHOR FIGURINO EM MUSICAIS
FAUSE HATEN – Madagascar – Uma Aventura Musical
NEY MADEIRA E DANI VIDAL – A Cor Púrpura – O Musical
THEODORO COCHRANE – Zorro, nasce uma Lenda

MELHOR VISAGISMO EM MUSICAIS
ANDERSON BUENO – Madagascar – Uma Aventura Musical
FÁBIO NAMATAME – Chaves – Um Tributo Musical
FELICIANO SAN ROMAN – Escola do Rock – O Musical

MELHOR ARRANJO ORIGINAL EM MUSICAIS
FERNANDA MAIA – Chaves – Um Tributo Musical
MARIA BERALDO E MARIÁ PORTUGAL – Lazarus
NANDO DUARTE – Samba Futebol Clube

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL EM MUSICAIS
ELISIO LOPES JR. – Dona Ivone Lara – O Musical
FERNANDA MAIA – Chaves – Um Tributo Musical

MELHOR LETRA E MÚSICA ORIGINAL EM MUSICAIS
CAIQUE OLIVEIRA E PAULO OCANHA – Hadassa – O Musical

MELHOR VERSÃO EM MUSICAIS
ARTUR XEXÉO – A Cor Púrpura – O Musical
DANIEL SALVE – Madagascar – Uma Aventura Musical
MARIANA ELIZABETSKY E VICTOR MÜLETAHLER – Escola do Rock – O Musical

MELHOR DESENHO DE LUZ EM MUSICAIS
BETO BRUEL – Lazarus
MIKE ROBERTSON – Escola do Rock – O Musical
ROGÉRIO WILTGEN – A Cor Púrpura – O Musical

MELHOR DESENHO DE SOM EM MUSICAIS
GASTON BIRSKI – Escola do Rock – O Musical
TOCKO MICHELAZZO – Lazarus
TOCKO MICHELAZZO – Zorro, nasce uma lenda

Agora nós queremos saber a opinião de vocês! Quem serão os grandes vencedores da noite? Faça suas apostas no nosso bolão! Quem acertar todos os vencedores irá ganhar um presente surpresa.

Musical autoral “Brenda Lee e o Palácio das Princesas”, do Núcleo Experimental, estreia temporada online e conta a história da ativista que fundou a primeira casa de apoio para pessoas com HIV/Aids do Brasil

O espetáculo conta a história da travesti Caetana, também conhecida como Brenda Lee, que se tornou um marco na luta por direitos LGBTQIA+. Brenda Lee e o Palácio das Princesas tem dramaturgia, letras e direção de Fernanda Maia, direção e figurinos de Zé Henrique de Paula e música original de Rafa Miranda.

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Após grande sucesso em São Paulo, “Madagascar, uma aventura musical” chega ao Rio a partir de 08/out.

Musical entra em cartaz a partir de 08 de outubro, no Teatro Multiplan-Village Mall

Depois de se tornarem astros no cinema, a Zebra Marty, o Leão Alex, Glória (uma hipopótamo fêmeo) e Melman (uma girafa macho) viraram um fenômeno entre os públicos de todas as idades. A adaptação para os palcos foi um caminho natural. Assim, nasceu “Madagascar, Uma Aventura Musical”, que ganhou uma versão brasileira e fez temporada de grande sucesso em São Paulo, em 2019. A superprodução com 16 atores chega finalmente ao Rio, a partir de 08 de outubro, no Teatro Multiplan – Village Mall, com direção artística de Marllos Silva, direção geral, idealização e cenografia de Renata Borges, versão de Daniel Salve, direção musical de Natan Bádue e direção residente de Carina Gregorio. A produção é da Touché Entretenimento“BB Seguros Apresenta o espetáculo, que tem como “Patrocinadores”:  BNY MELLOW, Bauducco, LATAM Pass, Drogaria Pacheco, Util e Lorenzetti, com “Apoio” da PremieRPet, Guarani Everest e Giovanna Baby.

O musical chega ao Rio com elenco totalmente escolhido por audições: Leonam Moraes (Alex), José Diaz (Marty), Thalita Pertuzatti (Glória), Rhuan Santos (Melman), Tauã Delmiro (Rei Julien), Giovanna Sassi (Capitão/ensemble), Estêvão Souz (Kowalsky, Melmann cover, ensemble), Léo Araujo (recruta, Marty cover, ensemble), Leonardo Rocha (Rico, Julien cover, ensemble), Leandro Massaferri (Mason, Alex cover, ensemble), Danilo Santana (Maurice, ensemble), Amanda Döring (senhora do metrô, ensemble), Martina Blink (Dulce Napaforte), Bia Passos (Zookeper, ensemble), Luiza Francabandiera (swing, dance captain) e Talihel (swing).

Fotos: Leo Aversa

“Madagascar – Uma Aventura Musical” é inspirado na animação realizada pela Dreamworks, em 2005, e desenvolvido pela divisão teatral do estúdio (DreamWorks Theatricals), escrito por Kevin Del Aguila, com músicas originais e letras de George Noriega e Joel Someillan.  O espetáculo conta a divertida história dos animais criados no Zoológico de Nova York, que organizam um plano de fuga, com o objetivo de conhecer o que existia fora dos muros do local que sempre viveram. Entretanto, algo dá errado e eles embarcam em um navio e acabam acidentalmente na ilha que dá nome ao espetáculo. O sucesso do filme foi tamanho que deu origem a duas continuações no cinema e ao musical.

Renata Borges, Diretora Executiva da Touché Entretenimento, que já trouxe ao país grandes musicais, como “Cinderella” (de Rodgers & Hammerstein´s), “Sim! Eu Aceito”“Como Eliminar Seu Chefe” e por último, “Peter Pan, O Musical”, todos originais da Broadway, ressalta a importância de se incentivar a cultura. “É fundamental o patrocínio da BB Seguros e de todos os patrocinadores de ‘Madagascar’ que enxergam a cultura como uma ferramenta de mudança positiva, apostando em conteúdo para toda a família, de uma forma leve, que consegue atingir todas as classes sociais”, celebra.

“A BB Seguros acredita no poder da cultura como meio de transformação social, por isso, avalia e identifica projetos de qualidade, que visam contribuir para a disseminação da cultura em todo território nacional”, comenta Fábio Mourão, superintendente executivo Marketing e Planejamento Comercial da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

A ficha técnica do musical traz ainda Fause Haten (figurinos), Toninho Miranda (manutenção de figurinos), Caio Loureiro (direção musical residente), Vivien Fortes (coreografia), Bruno Junqueira e Maze FX (conteúdo digital), Gabriel D´Angelo André Breda (designer de som) e Cris Fraga (stage manager, adaptado a partir do original de Rafael Reis),  Russinho (designer de luz, adaptado da partir do original de Túlio Pezzoni).

Touché Entretenimento

Tendo à frente Renata Borges, a Touché Entretenimento (antiga Fábula Entretenimento) vem se consolidando como uma das grandes produtoras de musicais do país: “Sim! Eu Aceito” – com Diogo Vilela e Sylvia Massari; “Como Eliminar Seu Chefe”, além das superproduções “Cinderella, O Musical”, que foi vista por mais de 100 000 pessoas, entre Rio de Janeiro e São Paulo e fez turnê por Porto Alegre, Florianópolis, Natal, Fortaleza, Recife, Brasília e Belo Horizonte. O sucesso foi tamanho que o espetáculo retornou a São Paulo com apenas um ano de intervalo e agora faz nova temporada na capital paulista, com Fabi Bang encabeçando o elenco. Outro êxito foi “Peter Pan, O Musical”, que foi visto por mais de 200 mil pessoas, entre Rio de Janeiro e São Paulo.  

‘Madagascar, Uma Aventura Musical’

Local: Teatro Multiplan – Shopping Village Mall – Av. Das Américas, 3900 – Piso SS1

Estreia: 08 de outubro

Horários:

Quintas e sextas: 18h

Sábados e Domingos: 14h e 18h

Preços:

Plateia Vip – R$ 320,00

Plateia – R$ 280,00

Plateia superior nobre – R$ 80,00

Plateia superior – R$ 80,00

Frisas – R$ 210,00

Camarote superior – R$ 280,00

Camarote inferior – R$ 280,00

Classificação etária: Livre

Duração: 85 minutos

Vendas: www.sympla.com.br

Produção: Touché Entretenimento

Gerente de Produção:  Mayara Estrella  

Diretora de Produção: Mayara Saul

Coordenação de Produção:  Roberta Juricic 

Idealização, Realização e Direção Geral:  Renata Borges 

Conheça os vencedores do Tony Awards 2021

Quase um ano após a revelação dos indicados, a Broadway finalmente pode se reunir para celebrar os melhores musicais e peças que estrearam entre 2019 e 2020. Conheça todos os vencedores da cerimônia deste ano.

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Aberta a venda de ingressos para o musical Naked Boys Singing! espetáculo ícone da cultura gay apresentado em mais de 20 países


O musical ‘Naked Boys Singing!’ estreia no dia 16 de outubro, na Sala Paschoal Carlos Magno, no Teatro Sérgio Cardoso, seguindo as normas sanitárias do Estado de São Paulo. Os ingressos já estão à venda pelo Sympla.

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Musical “Cabaret dos Bichos”, adaptação do Núcleo Experimental para o romance de George Orwell, estreia de forma online em outubro

Com dramaturgia, letras e direção de Zé Henrique de Paula e música original e direção musical de Fernanda Maia, a linguagem utilizada se inspira nos cabarés alemães, fortemente referenciados em Bertolt Brecht e Kurt Weil.

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Veja as apresentações do primeiro dia do West End LIVE 2021

Apresentado pela Sociedade de Teatro de Londres e pela Cidade de Westminster, o West End LIVE é um evento onde os elencos de diversos musicais que estão em cartaz em Londres se apresentam parar celebrar a qualidade e diversidade dos musicais londrinos. A 16ª edição, primeira realizada desde o retorno das apresentações teatrais, acontece hoje e amanhã (19), na Trafalgar Square.

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#REVIEW: TODOS ESTÃO FALANDO SOBRE JAMIE

Max Harwood // Foto: Divulgação/Amazon

Quem diria que um musical sobre um jovem que quer ser uma ‘’drag queen’’ seria um dos filmes mais família do ano? Vivo, alegre e, absolutamente, contagiante, ‘’Todos Estão Falando Sobre Jamie’’ (Everybody’s Talking About Jamie) é, exatamente, sobre isso e algo mais. A adaptação da sensação britânica, que estreou nos palcos da terra da rainha em 2017, é mais uma vitória dos musicais em 2021, depois da bem-sucedida versão de ‘’ Em um Bairro de Nova York’’ (In the Heights).

Jamie tem 16 anos, sonha em ser drag, está em seu último ano escolar e tem uma relação conturbada com o mundo que vive, tendo que lidar com uma professora linha dura, um colega de sala que faz um fortíssimo bullying, e um pai ausente e preconceituoso. Porém, ele também tem o apoio da melhor mãe do mundo, uma melhor amiga pronta para tudo e uma mentora drag queen que surge para levar seu sonho adiante. Toda essa história não tem um novo viés, mas é feita com muita honestidade e o coração no lugar, o que nos tempos atuais é o que mais precisamos. ‘’Jamie’’ é sobre pode criar essas conexões e conseguir enfrentar o mundo através delas. E se o personagem principal é capaz de sonhar com isso, todos nós podemos.

Max Harwood e Richard E. Grand // Foto: Divulgação/Amazon

O filme não é só uma vitória enquanto obra, mas em discurso. É o impulso de que todos os nossos desejos podem ser reais, que fazer parte de uma minoria não irá te impedir de alcançar lugares altos. E, acima de tudo, que é você quem escolhe qual é a sua família. O musical, com letras e melodias de Dan Gillespie Sells e Tom MacRae (que também assina o libreto) foi originalmente concebido para o palco por Jonathan Butterell. No filme, MacRae volta como roteirista e Butterell é responsável pela direção. E essa feliz escolha é muito notável no produto final, que demonstra se conhecer de dentro para fora. O trabalho de direção é sempre muito esperto em não ter medo de criar números musicais que demonstrem a exuberância do gênero, desde os excelentes e extravagantes momentos de “And You Don’t Even Know It” ou ‘’Work of Art’’, até os mais íntimos como ‘’He’s My Boy’’. E o roteiro consegue transpor todo o amor, afeto e carinho que essa trajetória requer da forma mais singela possível.

Tudo isso, claro, não seria efetivo sem um bom elenco, e aqui temos um grupo de atores em fina forma. Max Harwood, que faz o papel título, é uma verdadeira revelação em cena. Ele consegue não só nos fazer acreditar naquele personagem, mas torcer por ele. Sua ligação com a mãe (uma excelente Sarah Lancashire), Pritti e a drag Loco Chanelle (o indicado ao Oscar Richard E. Grant) são os motivos pelo qual acreditamos totalmente naquela história. Toda essa mistura acaba se revelando uma fórmula vitoriosa, visto que o espectador se vê totalmente engajado na história e torcendo para que os saltos de Jamie brilhem cada vez mais.

Foto: Divulgação/Amazon

Seja sozinho, com a sua família ou amigos (que também fazem parte da nossa família!), a experiência de assistir ‘’Todos Estão Falando Sobre Jamie’’ acaba por ser uma prioridade desse ano, e não só de fãs de musicais, mas de quem gosta de uma história, acima de tudo, boa. E, com certeza, vocês vão falar muito sobre Jamie nos dias seguintes.

Disponível para todos os assinantes da Prime Video a partir de 17 de Setembro de 2021.

“Se Fosse Um Musical”, por Elton Towersey, traz canções inéditas a clássicos das telonas

Apresentado pela LAB Cultural, o espetáculo transforma seus filmes favoritos em musicais, com composições originais e será transmitido online.

Contando apenas com um piano e grandes intérpretes do teatro musical Brasileiro, “Se Fosse Um Musical” é um projeto autoral, com uma vasta coletânea de canções inéditas baseadas em aclamados filmes e sucessos de bilheteria do cinema, levando ao público a experiência de ver como eles seriam se um dia chegarem aos palcos de um grande teatro.

Um show que reúne, cerca de 12 números musicais, formado por diversos solos, duetos e trios, com letra e música do premiado compositor Elton Towersey, referência nacional nos últimos anos, devido os seus trabalhos dedicados a dramaturgia de teatro musical brasileiro. Elton, além de compositor, será o grande anfitrião da noite e acompanhará nossos talentos no piano, além de contextualizar premissa do seu filme brevemente apresentada pelo próprio compositor, que também estará ao piano, acompanhando todas as canções.

O projeto que pe produzido pela LAB Cultutral busca reverenciar a sétima arte e trazer um olhar autoral e brasileiro, para grandes histórias e enredos que marcaram gerações. Sendo assim, já separa a pipoca e nos vemos dia 19.  

SERVIÇO

Data: 19 de Setembro de 2021
Horário: 19h30
Ingressos: clique aqui
Produção: LAB Cultural
*Espetáculo transmitido ONLINE*

ATENÇÃO!!!
Desconto de 40% no ingresso!
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(consulte lotes disponíveis e taxas da plataforma)

Prêmio Bibi Ferreira realiza 8ª edição com cerimônia presencial no Teatro Sérgio Cardoso, respeitando protocolos de segurança

Evento celebra produções realizadas na cidade de São Paulo entre o segundo semestre de 2019 e o início de 2020, período que antecede a paralisação em função da Covid-19.

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Musical “Bom Dia Sem Companhia”, de Vítor Rocha, estreia curta temporada em outubro no teatro Viradalata (SP)

O espetáculo conta a história de dois ex-apresentadores mirins que se reencontrarão 10 anos depois do fim do programa. Os ingressos já estão à venda pelo Sympla.

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Devido ao sucesso, o musical “A Bela e a Fera” prorroga temporada até 12/10 no Teatro Claro SP

Com coreografias adaptadas ao protocolo de ações contra a Covid-19, atores com máscara o tempo todo e a realidade do cotidiano da pandemia inserida no espetáculo.

O clássico musical A BELA E A FERA – O MUSICAL prorrogou sua temporada no Teatro Claro SP até o dia 12 de outubro (domingo).  Com coreografias adaptadas ao protocolo de ações contra a Covid-19, atores com máscara o tempo todo e a realidade do cotidiano da pandemia inserida no espetáculo, o musical está em cartaz aos sábados às 16h e domingos às 16h30. No dia das crianças, 12 de outubro, a apresentação acontecerá as 16h.

Responsável pela direção geral e adaptação, Billy Bond tratou de incluir, em algumas cenas, de forma sutil, marcações ressaltando a importância do uso do álcool gel e do distanciamento social. O espetáculo já foi visto por espectadores em cidades do Brasil, Argentina, Chile e Peru.

Para contar a história de Bela, a produção conta com 23 pessoas no elenco – 12 no corpo de baile e 11 atores interpretando 30 personagens. No total, 55 profissionais trabalham na montagem, entre técnicos de palco, de cabine e produtores.

Quem garante a organização e atua comandando os bastidores para que tudo dê certo é a diretora de produção Andrea Oliveira. Ela brinca que transformará os bastidores do teatro “quase num hospital” para garantir o cumprimento das regras de proteção, como todas da equipe paramentada com equipamentos de proteção individual – máscaras, face shields e aventais.

“Para evitar que os atores retirem a máscara ao se maquiar no camarim, cada um faz seu make em casa e chega pronto ao teatro. Assim ninguém fica um minuto sem proteção”, conta Andrea, comentando sobre os cuidados, os novos procedimentos adotados na pandemia.

Billy revela que a partir dos anos 2000 sedimentou seu formato de encenar espetáculos musicais com total liberdade de criação. Italiano naturalizado argentino, o aclamado diretor é também responsável pela encenação de Mágico de Oz, Natal Mágico, Peter Pan, Cinderella e Os Miseráveis, entre outros.

Para envolver a plateia na sensação de fazer parte do espetáculo, o diretor faz questão de efeitos especiais e de iluminação, além de recursos de gelo seco, entre outros truques, como a levitação e o vôo de um fantasma, efeitos de ilusionismo. O 4D aproxima ainda mais os espectadores do universo mágico da obra. “O público sente o aroma de rosas, da chuva, sente o vento, a neve e muitas outras sensações que fazem parte da história”, relata o diretor Billy Bond.

História

Romance originalmente escrita para adultos por Gabrielle-Suzanne Barbot, em 1740, A Bela e a Fera recebeu versão mais curta para crianças, em 1956, por Jeanne-Marie LePrince de Beaumont. O clássico conto de fadas foi eternizado no cinema pela animação de Walt Disney. Para salvar seu pai, a bondosa Bela vai morar no castelo da assustadora Fera. Mas, com o passar do tempo, a jovem descobre que a Fera não é tão má assim.

Bela deseja para sua vida muito mais do que a pequena cidade provinciana de Villeneuve pode oferecer. Lá, ela se destaca da multidão com um ponto de vista único, uma independência vigorosa e um notável amor pelos livros. Ela anseia por viagens e aventuras, e por uma vida tão empolgante quanto as histórias que lê, mas, quando seu amado pai é aprisionado por uma fera em um castelo encantado, o destino de Bela muda para sempre. Ao arriscar sua liberdade e seu futuro, ela assume o lugar do pai, jurando que escaparia em segredo. No entanto, conforme aprende mais sobre a Fera e seu misterioso castelo, Bela descobre que pode haver mais sobre a história dele – e sobre a sua própria – do que ela jamais poderia ter imaginado.

O diretor estimula os jovens e crianças a refletir, assim como Madame Jeanne (autora do conto), que se preocupava com a essência do ser humano e queria que os jovens aprendessem a ouvir seus corações. “Não é fácil fazer espetáculos para a família, pois temos que agradar a todos. As mais difíceis de agradar são as crianças, que são perceptivas e diretas. A história tem que ser contada com muita agilidade e surpreender a cada momento. A música e a dança devem acontecer em sincronia total e os figurinos devem ser impecáveis. Tudo isso somado a uma boa adaptação são os requisitos básicos para uma superprodução musical”, completa Billy, sempre rigoroso em seus trabalhos.

Ficha técnica

Direção geral e adaptação de texto: Billy Bond. Direção de dramaturgia: Marcio Yacoff. Elenco: Luiza Lapa (Bela); Gabriel Vicente (Fera); Marcio Yacoff (Gaston); Luana Martins (Ulisses ); Alvaro de Pádua  (Lumina); Ítalo Rodrigues  (Tic Toc); Paula Canterini (Bule e Carlota); Davi Okabe (Xícara); Luiz Pacini (Pai da Bela); Nicole Peticov – Anacleta; Mayla Bety -Poltrona; Marcio Lousada (Fariseo); Luiza ( Tapete); Luana Oliveira – Pompom.

Arranjos e direção musical: Vila/Bond. Coreografia: Italo Rodrigues. Cenográfica: Paul Veskasky Cyrus Oficinas. Figurinos: Feliciano San Roman. Make up artist: Beto França. Adereços e próteses: Gilbert Becoust. Diretor vocal: Santiago Lemmos. Direção técnica: Angelo Meireles. Direção de produção: Andrea Oliveira.

Serviço

A BELA E A FERA – O MUSICAL    

Local: Teatro Claro São Paulo – R. Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia, São Paulo – SP, 04551-000

Data: Sábado às 16 Domingo 16h30 (No dia 12 de outubro a apresentação acontece às 16h)

Até 12 de outubro

Ingresso: R$ 200,00 (Plateia / Balcão Nobre)  R$ 50,00 (Balcão – Preço único)  

Capacidade: 800 lugares

Classificação: Livre

Duração: 1h30

Descontos: 50% de desconto para cliente Claro em até 4 ingressos.

Meia-entrada: estudantes, maiores de 60 anos, professores da rede publica, PCD.

Tudo o que você precisa saber sobre “Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate”, que estreia em setembro no Teatro Renault

A nova produção do Atelier de Cultura e do Instituto Artium estreia em 17 de setembro no Teatro Renault. Venha saber mais sobre “Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate” antes da estreia!

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Estrelado por Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello, “Conserto para Dois, o musical” estreia em outubro em São Paulo

Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello estrelam “Conserto para Dois, O Musical” com estreia em São Paulo no dia 1/out no Teatro Procópio Ferreira.

Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello estão prontos para voltar ao palco: “Conserto para Dois, O Musical” estreia em São Paulo no dia 1º de outubro, no Teatro Procópio Ferreira. Já é possível garantir os ingressos no site do espetáculo (https://consertoparadois.com.br/). A comédia musical é 100% brasileira e traz os dois artistas se dividindo entre 12 personagens para contar a história de amor e obsessão do famoso escritor de best-seller Ângelo Rinaldi (Jarbas) com a diva de cinema e celebridade internacional Luna de Palma (Claudia). Para se adequar aos protocolos de segurança por causa da pandemia do covid-19, a casa receberá 60% de seu público.

“É uma emoção muito grande voltar ao palco, ter esse reencontro com o público. Estamos planejando esse retorno há algum tempo já. Eu sempre fui uma mulher muito ativa, emendava novela com teatro. Não estava acostumada a ficar tanto tempo longe da coxia”, conta Claudia Raia, que estrela e produz o espetáculo: “Uma pergunta frequente que eu recebo é se não tenho vontade de investir em textos nacionais. Morro de vontade, acredito que estamos formando profissionais muito talentosos. ‘Conserto para Dois, O Musical’ é exatamente isso. Encomendei o texto inédito com a Anna Toledo. As canções também são inéditas, feitas  por Tony Lucchesi e Thiago Gimenes para o espetáculo. Colocar ‘Conserto para Dois, O Musical’ de pé é a realização desse sonho também, de incentivar um teatro musical extremamente brasileiro”.

A aposta foi certeira. Tanto que o espetáculo fez bonito na sua primeira turnê no Brasil, no segundo semestre de 2019, quando passou por oito cidades brasileiras e levou ao teatro 14 mil pessoas. Na temporada de Portugal, mais um sucesso: casa cheia e sessões esgotadas em todas as cidades pelas quais passou.

“O teatro é o lugar onde os sonhos se realizam, onde você vê a mágica acontecer sem ter uma mediação. É tudo ali, diante dos seus olhos. “Conserto para Dois, O Musical” tem características muito fantásticas: um navio, o Sinfonia dos Mares, que vai se desdobrando e se tornando todos os espaços que precisamos para contar a história, dois atores interpretando os 12 personagens, que são muito diferentes entre si, músicas que são envolventes e que fazem parte do enredo, o que é fundamental em um musical… As pessoas ficam curiosas para entender como tudo aquilo se dá no palco”, afirma Jarbas Homem de Mello, que estrela e dirige o espetáculo.

‘Conserto para Dois, O Musical’ também nas plataformas digitais de áudio

A última exibição de “Conserto para Dois, O Musical” aconteceu em Portugal, em março de 2020, pouco antes de o isolamento social ser decretado no país. Os planos eram voltar ao Brasil ao fim da turnê europeia e embarcar em uma turnê nacional pelos estados do nordeste, além de São Paulo e Rio de Janeiro. Mas os planos tiveram que ser interrompidos por causa da pandemia do coronavírus. “Pela primeira vez na vida quando as pessoas perguntavam quando o espetáculo ia voltar, eu respondia: ‘não sei’”, conta Claudia. 

Apesar de longe dos palcos, Claudia e Jarbas não pararam de trabalhar no espetáculo. Eles entraram em estúdio para fazer uma coisa praticamente inédita no Brasil: gravar as músicas de “Conserto para Dois, O Musical”.

“Vamos lançar as canções nas plataformas digitais. Essa é uma prática muito comum para os espetáculos da Broadway, por exemplo. Tivemos essa ideia e achamos que vai ser muito interessante para o público poder ouvir as músicas fora do teatro também. Apesar de serem fundamentais para o enredo da peça, elas também podem ser ouvidas fora desse contexto e fazerem todo sentido. Já gravamos tudo e devemos disponibilizar o disco nas plataformas digitais junto com a estreia na peça, no dia 1º de outubro”, afirma Claudia.

Depois de tanto tempo longe, Claudia e Jarbas tiveram duas semanas intensas de preparação para voltarem a todos os seus personagens. “Até brinquei nas redes sociais que eu talvez nem soubesse mais fazer as vozes dos personagens”, diverte-se Claudia: “Mas claro que lembro. Estão todos aqui. Agora é colocar todos para fora, cronometrar o tempo das trocas de roupa, que é muito rápido, coisa de 10 segundos e olhe lá, para finalmente abrir a cortina do teatro”. 

“Esse é um espetáculo muito difícil porque cada personagem tem uma partitura corporal e vocal. Eles são muito diferentes entre si. Claudia e Jarbas fazem a transição entre as personagens em questão de segundos. Como acontece em outras produções, eles precisaram aprender tudo ao mesmo tempo: o texto, a música, a coreografia, o tom de cada personagem. É um trabalho impressionante. Claudia e Jarbas conseguem fazer algo assim porque têm uma consciência corporal muito grande”, explica a coreógrafa Kátia Barros.

Além de coreógrafa, Kátia é a codiretora do espetáculo. “O papel da Kátia é muito importante. Ela acaba sendo meus olhos quando estamos nos ensaios (risos). É até engraçado porque às vezes estamos ensaiando e me chama: ‘Jarbas, preciso que você olhe daqui’. Isso faz muita diferença porque ela me chama para eu ver a cena de um outro ângulo. Isso me dá uma outra perspectiva sobre como estamos fazendo e o que poderia ser diferente”, conta Jarbas. 

CONHEÇA UM POUCO DO ESPETÁCULO
Bem-vindo ao Sinfonia dos Mares 

A ação acontece no cruzeiro de luxo Sinfonia dos Mares, onde Rinaldi embarca rumo à Antártida para uma viagem de 30 dias. Com um bloqueio criativo, ele quer esquecer o conturbado fim de seu casamento com sua musa inspiradora. Ele só não podia imaginar que daria de cara justamente com a ex. Luna embarca no mesmo navio seguindo o conselho de sua mãe, Dona Socorro (Jarbas), para fugir do marido. Nestor (Claudia), seu secretário particular, embarca junto nesta aventura.

“Eu cresci assistindo à Claudia Raia fazendo ‘TV Pirata’. Eu queria explorar aquele humor absurdo. Claudia e Jarbas são minhas grandes referências no teatro musical. Acho que assisti a tudo que eles fizeram no teatro nos últimos 20 anos. Os dois têm um sólido arcabouço de recursos cênicos, corporais, vocais. Sabendo para quem eu escreveria, muito dos personagens e situações já se desenharam”, conta Anna Toledo, autora do texto do espetáculo, que foi feito a pedido de Claudia e Jarbas.

Anna assina o texto e as letras das músicas que compõem o espetáculo. Foram muitas mensagens de áudio trocadas entre ela, o diretor musical, Tony Lucchesi, e Thiago Gimenes, responsáveis pelas canções de “Conserto para Dois, O Musical”. O trabalho incansável do trio foi necessário para fazer com que as músicas estivessem dentro da narrativa. Afinal, em um musical, a canção também conta a história, leva a trama a novos lugares.

“Os temas foram pensados para dar todo esse clima de comédia. Como são muitos personagens, cada um tem uma característica musical bem marcante, que pretende dialogar muito com o público. Temos o luxo de ter Kátia Barros coreografando. É muito legal ver a conversa entre música e movimento que desenvolvemos. Além disso, Claudia e Jarbas são muito criativos e trazem humor para as canções”, derrete-se Tony.

APENAS DOIS ATORES, MUITOS PERSONAGENS

O desenrolar de “Conserto para Dois, O Musical” e suas mirabolantes reviravoltas são contadas no palco por Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello. Além de Luna de Palma e Nestor, Claudia interpreta: 

– Lena de Paula, uma Drag Queen que se apresenta no Sinfonia dos Mares homenageando sua diva Luna de Palma.

– a terapeuta de Rinaldi, que atende por Skype e está tentando ajudá-lo neste momento difícil com suas consultas e alguns remedinhos;

– Jussara, a camareira de Lena e única pessoa que pode se aproximar dela;

– a sereia (um devaneio de Ângelo Rinaldi);

– e um dos marinheiros do navio, que tem sempre uma dica certeira para dar.

Jarbas, além de dar vida ao famoso escritor Ângelo Rinaldi, personifica:

– Dona Socorro, a mãe de Luna, que vive dando suas opiniões (bem bombásticas) mesmo sem ser solicitada;

– Stenio Estebán, um produtor de cinema argentino;

– Pompeu, um velho milionário que guarda um grande segredo;

– e um dos marinheiros do navio.

E para ajudar a contar a história de “Conserto para Dois, O Musical”, cenário, figurino, músicas e texto precisam estar em perfeita harmonia. Com uma estrutura narrativa ágil, o espetáculo conta com um contrarregra, três maquinistas, um peruqueiro e duas camareiras que ajudam a fazer a troca rápida de figurinos e cenários. Além deles, a equipe tem dois canhoneiros, uma pessoa para o som e outra para luz.

“Eles ficam dentro do navio, que é a base do cenário. E são peças fundamentais para narrativa do espetáculo”, explica a cenógrafa, Natália Lana, que criou a caixinha de surpresas que é o cenário; afinal, a base do navio vai de desdobrando, se abrindo e se transformando nos outros ambientes da história: “Fizemos os ensaios, em 2019, já com a estrutura pronta. Isso para mim foi muito especial porque não é comum. Ensaiar com o cenário desde o começo do processo fez com que ele fosse mais bem explorado, com que os atores tivessem intimidade com cada elemento cênico, o que é muito importante. Especialmente, porque o cenário funciona como um personagem”.

O mesmo pode ser dito do figurino. O figurinista Bruno Oliveira trabalhou para criar roupas que traduzissem a essência de cada personagem. E ainda criou vestimentas que ajudassem na transformação dos atores em cena.

“Dona Socorro, por exemplo, é uma mulher com curvas acentuadas e roupas extravagantes. Foi preciso um estudo para chegarmos na transformação do corpo de Jarbas para dona Socorro. A solução que encontramos foi um vestido com enchimentos. Assim, garantimos uma troca rápida quando ele sai de um personagem para outro e conseguimos mudar totalmente a estrutura do corpo masculino para uma bela senhora ousada, cheia de curvas e nada discreta (risos)”, diverte-se Bruno.

FICHA TÉCNICA

Texto: Anna Toledo
Músicas: Thiago Gimenes, Tony Lucchesi e Anna Toledo
Direção: Jarbas Homem de Mello
Codireção e Coreografias: Kátia Barros
Diretor Musical: Tony Lucchesi
Design de Som: Tocko Michelazzo
Design de Luz: Jarbas Homem de Mello e Marina Stoll
Cenário: Natália Lana
Figurinos: Bruno Oliveira
Visagismo: Dicko Lorenzo
Elenco: Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello
Participação Especial: Guilherme Terra
Diretor Musical Assistente, Arranjos e Piano: Guilherme Terra
Diretor Residente: Mariana Nogueira
Fotos de estúdio: Gabriela Schmidt
Realização: Raia Produções, Ministério da Cidadania e Governo Federal do Brasil
Assessoria de imprensa: Mattoni Comunicação
Duração: 100 minutos
Classificação indicativa: 10 anos

SERVIÇO
“Conserto para Dois, O Musical”
Local: Teatro Procópio Ferreira
Endereço: Rua Augusta, 2.823 – Cerqueira César | São Paulo
Data de estreia: 1º de outubro
Sessões: Sextas e Sábados às 21h e Domingos às 19h

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